Estender a Mão Amiga
Quando estenderes
a mão para agredir
seja um companheiro
de armas ou a população,
Você vai se lembrar
do meu brio que
não aceita agressão
dirigida a um
filho de Bolívar,
Não conte com
a minha silenciação,
Em mim mora o mesmo
espírito do dia
14 de abril quando
o Comandante voltou.
Do relato do Tenente
preso há dois anos
e sem devido
processo legal,
eis a sílaba sideral,
Porque aqui o quê
está escrito já
virou imortal,
Todos sabem que
muitos filhos têm
sido vítimas dessa
igual falta de moral,
e assim tem sido por
parte daqueles que
os círculos bolivarianos
foram criados em caráter
de organização social.
Quando negares um
prato de comida
copo d'água
ou a caridade,
Você vai se lembrar
deste poema que
fala de liberdade,
e latinoamericanidade.
Não vou parar de falar,
de perguntar e de pedir
pela liberdade do General.
Então, estendo a mão a ti,
Pois não fui feito para odiar aqui.
Que Deus nos una, nos faça crescer,
E o desprezo nunca mais possa vencer.
Um bom sentimento não se alimenta de boas ações concedidas com a mão direita a quem lhe precisou para depois receber com a esquerda para o lembrar que um dia lhe estendeu as mãos. O sentimento bom se passa de mãos em mãos quando sua vida em plena abundância se convergir com aquele que precisar de ti.
Dar tudo o que você tem é ignorância, ceder a metade é sabedoria e não dar nada é apenas você sendo o que realmente é.
