Estava um Pouquinho Ocupado Desculpe me

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O sol já estava queimando sua pele clara por volta das três e quarenta. Pensamentos na sua cabeça na mesma velocidade em que disparavam os carros na pressa de chegar em algum lugar. Sem observar ao menos, que o céu estava completamente azul. Para a maioria, - isso seria de mais igual, poucos notara que dias antes só se via chuva e com ela, como tantas vezes, sendo acompanhada pela tristeza.

Parecia um dia tão mais bonito, e talvez fosse mesmo. Pelo menos dentro dela. Seu coração estava pulsando diferente, com mais amor pela vida.

Ana voltando de um dia cheio, olhava para cima e sentia seu sorriso colando no céu das (poucas) estrelas que apareciam com o entardecer.

O ritmo da suas pernas ia de acordo com as musicas que saiam de dentro de sua cabeça, que lembravam bons momentos, saudade e saudade. E cada local detalhadamente visto, aparecia em automático recordações que fazia aqueles olhos sempre secos chorarem. Às vezes só por dentro.

Agoniada com a confusão que as pessoas ditavam, ela decidiu apressar seu passo e deixar de lado um pouco a vista que estava observando.

Chegando em casa conturbada, olhou para a janela e ao sentir o cheiro e o barulho da poluição, fechou os olhos. Ao abrir, Ana que sempre tinha mania de desvendar quais que eram os desenhos das nuvens, avistou um coração… e no mar, a lua cheia brilhava um prateado parecendo um ritmo que, naquele dia, não-saia-da-sua-cabeça.

E assim, aos poucos, ela sabia que a vida e a beleza das pequenas coisas estão sim à vista, poucos podem enxergar, mas existe. E cada vez mais Ana entrava em seu mundo particular e trazia dele toda a sua paz para o lado de fora, mesmo que a retribuição desse mundo que pede pressa fosse jogando tudo isso fora.

Inserida por BarbaraCampos

A sacolinha de plástico

Estava na sala de aula. Primeira fileira, primeira mesa, primeira cadeira. À minha frente o computador, esperando meus comandos. Professor andando atordoado para todos os lados, resolvendo problemas. Ao meu lado, uma parede. Porém, cheia de janelas de vidro. A parede era quase toda tomada por essas janelas. A visão dali era privilegiada : é possível, dali, ver o céu e suas diferentes tonalidades de cor, a grama, as árvores, as escolas, os apartamentos. A vida urbana misturada à natureza. Por ora passavam aviões rumo ao aeroporto, suponho ,pois o mesmo fica naquele rumo. Numa dessas minhas costumeiras olhadelas, percebi um pontinho branco a voar pelo céu. Seria um pássaro? Possivelmente. Olhei melhor. Estava lento demais para ser um pássaro. Era , na verdade, uma sacolinha de plástico que, despreocupada, flutuava pelo céu azul , sendo banhada pelos raios de sol. Flutuava. O vento a carregava devagar, fazendo-a dançar pelo ar. Parecia um pássaro, sem asas. E quem disse que é preciso ter asas para voar? A sacolinha estava ali, para mostrar. Estava ali, flutuando livre. Voando livre. Sabe-se lá para onde o vento a levaria. Provavelmente continuaria a passear pela cidade, quase tocando os arranha-céus , observando lá de cima os carros, as pessoas, avenidas. Observando a vida. Sei que ela continuaria ali, assim, viajando sem rumo. E talvez seja esse mesmo o rumo daquela sacolinha de plástico.

Inserida por raymotta

ontem eu tava ótima pelo dia, porém quando a noite chegou...
cai, eu estava indo muito bem, mas, me vi triste, sem esperanças...
Fui ao espelho e me maquiei, pronto, melhorei!!!

Inserida por danylovess

Sempre achei que você tinha algo especial. E eu estava certo. Sua especialidade é magoar as pessoas.

Inserida por douglasmichell

ALÉM DA JANELA

Resolvi olhar além da janela
Além da minha casa
Além do meu corpo
E lá estava uma passarela
formada de pétalas colorida
O brilho da luz
O grito da vida
O cântico dos pássaros
Crianças brincando
Jovens festejando
Idosos caminhando
Sob o espaço azul.
Além da janela
Estava lá
A aquarela
A espera do pintor
Era momento da escolha
Era momento da ação
Sair de casa
Ir além do corpo
Criar asa
Abrir a janela
Voar
Ser feliz então.

Inserida por Mariaanjoazul

Eu senti tanta vontade de beijar você ali naquele cantinho que estava quase me embolando nas perguntas que você estava me fazendo. E quando você me disse pra irmos ali no escuro, bem escondidos de todos, eu vibrei por dentro, mas você sorriu e achou engraçado. E eu te disse algo do tipo ''Nossa, quem iria imaginar nós dois naquele cantinho tão frio e escuro.'' Querendo te dizer o quanto cairia bem aquele cantinho e nós dois ali. Eu estava tão nervosa entre meus pensamentos sobre a tua mão em meus cabelos e o teu rosto perto do meu outra vez que nem consegui ouvir você dizer que me queria. E quando você me perguntou algo sobre o que eu estava fazendo eu nem sabia o que estava respondendo, mas espero não ter dito algo sobre a falta que me fez esses teus palavrões desnecessários e esse teu jeito moleque que me encomoda tanto a ponto de só recorda-lo. Eu estava tão preocupada com o que falar pra que te fizesse sentir vontade de ficar mais um pouco que só despertei quando te vi indo embora, com o olhar tão fixo nos meus que só queriam te trazer de volta, de volta a sentimentos que aconteceram e eram nossos um dia. Sentimentos que se foram sem explicações, sem eu ao menos pensar em algo pra te fazer ficar.

Inserida por KarolAmorim

Eu sabia que iria acabar, até mesmo quando estava perto de você, querendo parar aquele momento pra sempre, no fundo eu sabia que iria acabar porque você era normal e eu não sou nenhum pouco normal. Eu não me contento com o normal. Eu naturalmente sou maluca e por muitas vezes ser maluca me impede de sentir tamanha normalidade.

Inserida por KarolAmorim

Foi numa dessas manhãs sem sol que percebi o quanto já estava dentro do que não suspeitava. E a tal ponto que tive a certeza súbita que não conseguiria mais sair. Não sabia até que ponto isso seria bom ou mau — mas de qualquer forma não conseguia definir o que se fez quando comecei a perceber as lembranças espatifadas pelo quarto. Não que houvesse fotografias ou qualquer coisa de muito concreto — certamente havia o concreto em algumas roupas, uma escova de dentes, alguns discos, um livro: as miudezas se amontoavam pelos cantos. Mas o que marcava e pesava mais era o intangível.

(...)

Tudo isso me perturbava porque eu pensara até então que, de certa forma, toda minha evolução conduzira lentamente a uma espécie de não-precisar-de-ninguém. Até então aceitara todas as ausências e dizia muitas vezes para os outros que me sentia um pouco como um álbum de retratos. Carregava centenas de fotografias amarelecidas em páginas que folheava detidamente durante a insônia e dentro dos ônibus olhando pelas janelas e nos elevadores de edifícios altos e em todos os lugares onde de repente ficava sozinho comigo mesmo. Virava as páginas lentamente, há muito tempo antes, e não me surpreendia nem me atemorizava pensar que muito tempo depois estaria da mesma forma de mãos dadas com um outro eu amortecido — da mesma forma — revendo antigas fotografias. Mas o que me doía, agora, era um passado próximo.

Inserida por marianebm

E você dizia sempre "eu te amo" como se tivesse certeza do que estava falando,e eu me perguntava,que amor era esse ...

Inserida por KarolinneValezzi

Hoje acordei cedo, e quando dei por mim já estava à rua, estava a fazer umas caminhadas matinais. Sobe, desse, ruelas, avenidas, e uma brisa passava, quando bateu uma brisa mais fria, uma saudosa brisa, e ‘flashes’ do passado corriam, fui atrás, quando os passei e via suas faces tomei um susto. O medo andava entre todos bem escondido, a angústia era a mais veloz, a tristeza era mais lenta e corria pouco por que demorava passar, o amor perdido era de uma frieza nórdica, vagamente cheguei a vir outras lembranças porem não menos importantes. Quando fui alcançado por amigos que me ampararam do susto e com um choque em ‘220v’, me acordaram daquilo que por hora se tornará pesadelo, suspirei duas vezes e percebi que andei por meu próprio coração.

Inserida por MaelAzevedo

A tempos me imaginei "diferente" da maioria.. É e estava certo(admito)nao sou igual,sou muito pior..

Inserida por alisonsilva

(…) Fazia aquele friozinho lá fora. O céu meio nublado. E o dia estava lindo. Mais uma vez. Como sempre esteve. Sai um pouco de casa. E quando eu andava na rua, o vento gelado encontrava-se comigo fazendo cada fiozinho do meu corpo se arrepiar. Desejei naquele momento um moletom maior do que eu pra diminuir o frio. Mas antes do moletom eu queria você. Um abraço daqueles que conforta. Um abraço daqueles que aquece e faz todo o frio ir embora. O vento estava forte, e gelado. Eu cruzava os braços esfregando-os um no outro pra esquentar-me um pouco. Mas na verdade, eu queria mesmo que você estivesse ali. Com certeza serviria mais do que o moletom. Pois além de esquentar o meu corpo, faria o meu coração acelerar. Se você estivesse ali, quando meu cabelo caísse no olho você o colocaria atrás da minha orelha. E eu ia sorrir pra você como forma de agradecimento. Receberia um sorriso seu também, com um beijo na testa logo depois. Seria perfeito. O frio continuou até a noite. E a minha vontade de te ter comigo também (…)

Inserida por amandadrielly

Sonhos...
Quando estava sem você, mas sabia que ia te encontrar, eram bons, pq só assim matavam minha saudade. Agora que estou sem você e sonhando todos os dias, mesmo acordada, são como espinhos na minha alma, pois a cada dia vejo que é mais um dia sem vc e esse sofrimento só se arrasta a cada dia.

Inserida por elanecdl

E lá estava ela, oh lua, na sua solidão, na sua solidez.

Inserida por profkatiamaria

Sempre achei que meu coração estava cicatrizado, mas a verdade é que ele nunca deixou de sangrar.

Inserida por davidhaubert

Eu vou correr até a sua porta, vou chamar seu nome, e me declarar. Por favor, só me diga que estava me esperando.

Inserida por PedroDias

QUANDO ESTAVA PASSANDO O MISS UNIVERSO NA TV EU ESTAVA NO MEU QUARTO OUVINDO LINKIN PARK, ACHO MAIS DIVERTIDO RSRS MEU PAI AUMENTOU A TV NO MÁXIMO PENSANDO QUE IRIA OUVIR O NOME BRASIL COMO MISS UNIVERSO, MAS O INVEZ ELE OUVIU "ANGOLA"
RSRS PRO MEU PAI AQUELE DESFILE ERA COMO UMA COPA DO MUNDO DE FUTEBOL. AFF...

Inserida por gabrielvieiraaraujo

Contestaram minhas idéias, me provaram que estava errado, agradeço, mas uma coisa é certa, jamais farão minha cabeça.

Inserida por VictorHugoBitencourt

Faz tempo, faz muito tempo
Em que eu te vi sorrir,
Faz tempo que você disse que estava tudo bem,
Seu sorriso me traz lembranças,
De quando éramos crianças,
Isso me faz chorar
Isso me faz sentir dor,
Como se esse vazio não tivesse como preencher
Só quero que aonde você esteja, esteja bem.
Suplico que não se esqueça,
Eu ainda oro por você.
Posso até sorrir enquanto esta doendo,
Mais eu acho que você sabe que eu estou sofrendo.
Talvez nem quisesse que fosse assim,
Talvez, agente não se encontre a tempo de dizer;
.....
É, eu não tive tempo....

Inserida por beijosmeliga

Eu poderia ficar acordada só para ouvir você respirando: Meu corpo estava queimando, apenas arranquei de meu corpo as minhas vestes: meu casaco, minha calça e minha blusa. E me encolhi, o vento gelado batera em meu corpo com força. Mas já era tarde demais para pegar meu casaco agora jogado ao chão.
Senti seu corpo mover-se ao meu lado, na cama. Foi até mim, a pequena luz que eu tinha em mãos me mostrou os traços belos e atraentes de seu rosto – incomparável e encantador. Seu corpo era maravilhoso, estava vestindo um pijama.
Ela apoiou-se com os braços na cama, ficando acima de meu rosto. Nossos olhares se fixaram por um momento. Ela contornou sua mão quente pelo meu corpo agora gelado, escorregando em linhas. Ela girava as unhas levemente subindo e descendo em círculos na minha barriga e sorria ao ver meu corpo arrepiar-se. Ela direcionou seu rosto ao meu, fitou-me.
Ela caiu ao meu lado na cama, virei para ela, tirei seu cabelo dos olhos: esses eram verdes, atraentes, cativantes e sedutores. Eu continuava a fitá-la;
- Eu te amo!
E disse as palavras, elas estavam pesando sobre mim, sufocando minha voz. Minha voz foi suave, rouca e tentadora. Eu parecia confiante. Os dedos de minha mão direita se fecharam em seu cabelo cor de bronze, minha mão esquerda segurou seu rosto na divisão de sua bochecha e seu pescoço – sua face logo ficou corada e ela abaixou o rosto – levantei o rosto dela com a mão esquerda e suas mãos afagaram meu rosto. Desci meu rosto em direção aos seus lábios. Consegui tocá-los – não acordei ainda, pensei – sorri para mim, interrompendo-a, ela suspirou. Seu hálito doce – frio, delicado e delicioso banhou meu rosto. Eu a puxei de volta contra meu corpo, sentia seu coração bater com força e a beijei novamente.
Ela enterrou sua cabeça em meu ombro, ela estava perfeitamente aconchegante, desci meu braço escorregando-o sobre o dela, envolvendo-a. Encostei minha cabeça na sua e fez-se silêncio. Desta vez o silêncio foi mais prolongado. Tinha uma certeza naquele momento, ela estava protegida, e estaria enquanto eu estivesse ali. Fechei meus olhos enquanto torcia para não acordar ainda, claro, se eu estivesse mesmo dormindo.
Preciso saber isso agora, ela poderá me contar a verdade. Desta vez, foi um sonho novamente?

Inserida por Hozanateixeira