Estava um Pouquinho Ocupado Desculpe me
Sonho da última semana do mês de outubro de 2023...
"Sonhei que estava em São Paulo e estava no apocalipse, muitos prédios destruídos e minha família se escondeu atrás das ruínas, enquanto eu corria de um gárgula do tamanho de um homem, com asas de morcego e cara de demônio.
Eu corria e ao meu redor, era só fogo e ruínas, eu tentava distrair a coisa, para não voltar para onde minha família estava, enquanto o olhava desesperada, ele voava muito rápido e as garras dele, eram gigantes, mas eu estava feliz, porque a minha família estava segura.
Eu corria em uma rua, com um cenário muito degradante de guerra e então, acordei."
9 de junho de 2024... 21:02
Semana passada sonhei que estava tentando atravessar uma ponte, mas precisava repor uns troncos de árvores para passar por cima.
Quando peguei os 2 troncos para colocar em cima da ponte para que eu passasse, eles viraram pó e se desfizeram em minhas mãos.
A aparência de um deles, era como se fosse o rei Charles da Inglaterra deitado.
9 de junho de 2024... 21:02
"Sonhei que estava em uma escola e ao querer sair, uma menina negra, de cabelos bem curtos, alta e magra, ela me segurou forte e ela fedia muito, suas axilas exalavam um odor muito forte. Eu tentava fugir dela, mas ela não deixava, e me puxava, próximo às suas axilas, eu estava com medo dela, e passando mal.
Foi quando chegou o TJ, um amigo meu dos tempos da adolescência, me resgatou dela e saiu me levando.
Ele era advogado nesse sonho e dizia enquanto me levava, que processaria a escola, por esse acontecido.
Fiquei surpresa ao ser resgatada por ele e então acordei."
11:07 da manhã - 22 de maio de 2024 - Sonhei com falta de comida...
Estava eu, minha mãe e meus dois irmãos, Awkaerck e Alcadones. Minha mãe segurava eles de um lado e outro e eu estava guiando eles! Pois, ainda eram bebês de mais ou menos, uns 2 ou 3 aninhos e eles estavam pulando e muito felizes, enquanto segurava nas mãos da minha mãe.
Fomos todos á um lugar, onde capinamos um lote e todo o pagamento foi somente, algumas frutas, que seriam descartadas no lixo, saindo desse lote. A gente recolheu e eu levei conosco, em um saco quadrado, não tão grande, pois dava mais ou menos, o tamanho de 2 mãos e ele também estava quase seco, só dava pra ver depois como se tivesse dois pequenos molhos de cheiro verde dentro deles.
No caminho, minha mãe ia atrás, eu ia seguindo e conversando com ela.
Olhava meus irmãos e sentia falta de outro.
Pois, lá éramos 3 e nós somos 4.
Eu olhava e tentava lembrar, se não faltava mais um de nós.
Então, lembrei que nossa primeira irmã morreu e achei bem estranho, não conseguir lembrar do meu terceiro irmão dentro do sonho. Não comentei com a minha mãe, só segui! Eu via no caminho, pés de quiabos gigantes, na frente de uma escola ou uma casa enorme, que ficava meio escondido. Pensei em pegar alguns, mas sabia que primeiro tinha que pedir, até porque parecia que estavam ali para ornamentação. Eram quiabos gigantes, de uma espécie que eu nunca tinha visto. Mas, eram quiabos, pois eu conhecia bem! Uma mulher estava passando e eu perguntei para ela, de quem era aqueles quiabos, se eu podia pegar alguns, ela não deu muita atenção, mas respondeu que se eu fosse no mercado que estava na rua escondida lá atrás, eles me dariam algumas frutas e legumes, pois sempre davam pra ela. Eu olhei e vi que os quiabos pertenciam á aquele lugar enorme, e não era uma escola, nem uma casa grande, era um mercado, que eu nunca tinha visto, que ficava escondido em uma ruazinha. Eu observei somente, enquanto via a mulher virando as costas e achando ela um pouco mal educada, enquanto estava muito suada, o suor descia pelo meu pescoço e eu não soltava o saquinho que eu carregava, virei para a minha mãe e disse, que a gente não iria não, eles não dariam nada pra nós, só íamos passar vergonha. Então, seguimos e de repente como se eu, estivesse distraída, acabei guiando a minha mãe, até um lugar, parei na frente e observei, muitas frutas de diferentea regiões ali no chão, na minha frente, mas, muitas mesmo. Achei que era um pomar ou um lugar que vendia elas, então enchi os olhos, mas não me alegrei, pois sabia que não as podia comprar! Elas eram lindas e brilhantes, frutas cheias de vida, estavam todas no chão, prontas para serem comidas, o chão era de cimento, um lugar gigante e com frutas que dariam para muitos meses, para muitas pessoas comerem. Eu olhava e sentia o desejo de pegar e levar para casa, até eu perguntar á mulher que estava lá, o que era aquilo, que lugar era aquele. Porque ela me observava, tipo perguntando, o que eu estava fazendo ali. Ela então, respondeu que era a casa do governador! Eu, surpresa falei, governador? Ela disse, sim, a casa do governador. Eu simplesmente fiquei pensativa, só podia ser, eles têm tudo, enquanto nós, não temos nada, mas mesmo sem saber quem era ele, vi um homem saindo lá da lateral desse lugar, onde era a sua casa, e perguntei pra ela, se era ele, ela disse que sim. Não perguntei o nome, eu não o conhecia, então deixei ele se aproximar, enquanto ele me olhava seriamente e com ar de desprezo, a minha mãe estava na porta observando, com meus dois irmãozinhos. Ele era um velho magrelo, alto, cabelo liso, vestia uma camisa cinza e uma calça jeans desbotada, mas eram boas roupas. Não observei os sapatos, eu só conseguia olhar nos olhos dele e ver desprezo por nós! Mesmo assim, suada e com o suor descendo pelo pescoço todo sujo de lama, porque antes a gente estava capinando um lote, e estava de volta para casa, e no caminho tendo essas aventuras e encontros, eu pensei em pedir para ele somente uns 20,00 mas ele era rico demais, então, resolvi pedir 200,00 para comprar uma cesta básica. Ele me olhou, desviando o olhar e meio desnorteado, dizendo que não tinha dinheiro. Que havia dado para alguém antes. Eu continuava persuadindo e contando de onde estávamos vindo e ele não quis ouvir, de repente, o lugar estava cheio de pessoas que eu conhecia, desde assistentes sociais e um homem que gostava de ajudar os pobres aqui na cidade, o Raimundo Absalão, ele já morreu. Ele apareceu no sonho e disse para anotarem meu endereço, que ele iria comprar a cesta básica e mandaria levar até lá. Eles não quiseram saber, as assistentes sociais, fingiram que estava anotando o endereço, mas na verdade só anotaram meu primeiro nome, e nenhum deles olhava para mim. Eu, me senti desprezada ali e ninguém estava nem aí, para a minha falta de comida em casa ou preocupados com a fome dos meus irmãos bebês. Eu continuei insistindo e dizendo que morava perto da casa do coelho, o vereador, eles diziam, tá, tá... Afirmando que sabiam, mas pouco se importavam. Eu fiquei envergonhada, diante das pessoas que ali eu conhecia, agora, elas sabiam da minha situação e iriam espalhar que estou passando fome, sendo que não resolveram nada. Nada fizeram por mim, eu saí muito triste e preocupada, então passou para outro sonho...
11:07 da manhã - 22 de maio de 2024
Sonhei que estava com meu marido, a gente andava atrás de renovar o título de eleitor dele, fomos em um cartório e lá eu observava como era legal aquele tipo de emprego, pois eu entrei e meu marido ficou lá fora á me esperar. Uma moça me atendeu, junto á um garoto.
Ela usava óculos e era aprendiz ali, ela narrava e o garoto escrevia, no sonho, eles preenchiam um formulário á mão, com o nome do meu marido, eles erraram o nome dele, e eu disse que não havia problemas, quando uma outra mulher com aspecto de muito grossa, perguntou se não havia problemas, eu disse que não, á fim de não prejudicar a jovem aprendiz, para ela não perder seu emprego ou receber broncas. A mulher me mostrou e eles haviam esquecido de colocar o "da" no nome do meu marido.
Então, eu desejei no sonho que meu marido poderia ter um emprego assim e foi quando observei uma mulher perguntando onde entregava currículo, perguntando ao garoto nerd que fez a renovação do título do meu marido, ele respondeu que era em uma empresa terceirizada e se chamava "girl". Eu meio que fiquei confusa com o nome, sem entender direito. Então, a mulher foi embora e eu perguntei para ele, onde ele entregou currículo para trabalhar ali, então ele respondia e eu não conseguiu entender, ele falava baixo e havia um ventilador muito forte e barulhento no ambiente. Esse menino era gordinho, branquinho, usava óculos, tinha os cabelos loiros escuros e parecia bem simpático.
Eu estava usando a blusa uniforme do diocesano, na época que eu ainda estudava, e calça jeans.
Então, eu disse pra ele que não conseguia ouvir, coloquei o ouvido pertinho dele e ele me disse que se eu conseguisse o número de uma índia, chamada Letícia Guimarães, irmã do Paulo Guimarães, ele me daria o nome do lugar para deixar o currículo. Eu disse, então tá bom, vou conseguir. E fui embora, quando cheguei ao lado do meu marido, falei para ele que o garoto talvez achasse que eu ainda estudava no diocesano, porque eu estava com o uniforme. Mas, como ele poderia pensar que eu ainda seria uma estudante de lá, na idade que estou de 32 anos?
Então, o sonho acabou...
Eu tive uma visão com 5 leões descendo furiosos em forma de ataque na terra!!
Eu estava acordada, fechei meus olhos e de repente, até me assustei!!
abri os olhos abruptamente e deu medo. Foi muito real!!
Há uns 5 meses atrás!😭
E agora, é o terceiro dia de guerra entre ISRAEL e HAMÁS!!
Todos os países do oriente médio, estão ficando contra ISRAEL...
Preocupante!!
PS: não anotei a data
"09/07/2023
Sonhei com meu irmão pequeno nos ombros do meu outro irmão, que também estava pequeno e ele dizia "eu sou um ser inocente, como você quer fazer isso comigo?" Se referindo a brincadeira que quase o derrubou de cima dos ombros do outro... 😂"
PS: Na vida real, são todos adultos já!!
Minha tia já estava me esperando. Eu fui para a casa dela, passei 3 meses com ela, depois fui morar com a minha avó paterna.
Com ela, passei 2 anos.
Depois, no último mês! Eu tive que sair da casa dela, porque meu tio era um drogado e violento, então saí, porque ele começou a ameaçar meu namorado, hoje, meu marido.
Então, fui pedir abrigo na casa de uma cunhada da minha avó, ela disse "tú pode ficar, mas não quero nem saber de macho aqui na minha porta".
Eu tinha 19 anos, e esse macho que ela falava estava me esperando e ouvia tudo. A gente tinha marcado o casamento, faltava um mês.
Era só disso, que eu precisava.
Mas, ela fechou a porta para mim.
Eu tinha umas amigas que já não estavam tão próximas de mim, mas foi a minha única solução.
Pedir para a mãe delas, para eu ficar lá por 1 mês!! Até casar.
Foi o que aconteceu.
Fiquei 1 mês!!
Trabalhando, feliz, sendo cuidada por aquelas pessoas, e no dia do casamento, me levaram de carro e ainda participaram comigo.
Recebemos 1 almoço surpresa.
Foi o melhor período da minha vida!!
Continua...
Eu estava adolescente de novo, voltando da escola, o caminho que conheço tão bem, o chão de terra batida, as casas ainda sendo construídas, o terreno baldio que eu cortava para chegar em casa. Tudo exatamente como era, mas agora eu via com os olhos do sonho, que parecem ser mais vivos do que qualquer memória. Eu tinha medo, um medo que me apertava o peito, aquele tipo de medo que faz o corpo encolher antes de chegar perto de alguém que você ama e teme ao mesmo tempo. E lá estava ele, meu pai, sentado, cabisbaixo, triste, a tristeza transbordando do corpo dele e entrando pelo chão, pelas paredes, pelos poros do meu próprio corpo. Eu sabia o que poderia ter acontecido, não precisava que ele falasse nada. Ela havia fugido de novo, minha mãe, meus irmãos talvez nem estivessem mais lá, e o mundo parecia menor e mais pesado por isso.
Passei por ele com cuidado, cada passo pensado, cada olhar desviado, torcendo para que ele não falasse comigo, para que meu silêncio fosse suficiente para me proteger. Atrás da casa, pelo quintal, eu saí de mansinho, como quem tenta escapar de uma sombra que poderia me engolir. A sensação de perigo era familiar, algo que eu sentia há anos, mas que naquela idade parecia ainda maior, mais cruel, mais absoluto. Eu não podia ficar ali, não podia enfrentar aquilo sozinha, então aprendi a fugir, aprendi a cuidar de mim mesma mesmo quando não havia ninguém para me proteger.
O sonho me mostrou que essas cenas não eram apenas memórias, eram marcas, mas também eram força. A menina de 16 anos correndo pelos fundos da casa, cheia de medo, era a mesma que saiu de casa para se proteger, que aprendeu a se virar sozinha, que sobreviveu a tudo isso. Hoje, olhando de fora, vejo aquela garota como alguém incrivelmente corajosa, alguém que carrega não apenas medo, mas também uma resiliência que a faz sorrir diante do absurdo do mundo. Eu podia sentir o peso do passado, mas também sentia a leveza de quem se libertou dele, de quem aprendeu a caminhar em silêncio pelo quintal do medo e sair inteira do outro lado.
É engraçado como a memória volta com tanto detalhe, como se cada casa, cada pedra do terreno baldio, cada olhar do meu pai, estivesse esperando para ser revisitados. E ao mesmo tempo, é uma oportunidade de abraçar a menina que fui, de reconhecer a coragem que existia nela, de rir um pouco da própria vida que nos coloca em situações que parecem impossíveis. Eu saí de casa aos 16 anos, mas cada passo que dei depois, cada escolha, cada risco, cada fuga silenciosa, me trouxe até aqui. A menina de ontem e a mulher de hoje se encontram nesse sonho e percebem que o medo não é mais absoluto, que a dor foi sobrevivida e que a força acumulada nesses caminhos de terra é imensa, invisível, mas real.
E talvez seja isso que sonhos assim fazem, nos lembram do que fomos, do que sentimos, do que superamos, e nos mostram que mesmo na mais profunda escuridão, mesmo quando parece que não há saída, há sempre um caminho, mesmo que seja pelos fundos, silencioso, mas cheio de vida, cheio de coragem, cheio de sobrevivência.
Um sonho do dia 25/03/2026
Outro dia eu estava pensando, dessas reflexões que chegam sem avisar, tipo visita que entra pela cozinha enquanto o café ainda está passando. E eu percebi uma coisa curiosa sobre a vida. Quando existe um propósito muito grande guardado dentro de alguém, parece que a pessoa é salva de formas que nem ela entende direito. Não é aquela história bonita e perfeita, não. Às vezes a vida quase desmorona, o chão treme, a lógica vai embora para passear e eu fico ali pensando comigo mesma, como ainda estou aqui? E aí vem a resposta silenciosa que não faz barulho, mas ocupa tudo. Quando Deus decide que uma história ainda não terminou, ela simplesmente não termina.
Mas também aprendi uma coisa que muita gente não gosta de ouvir. Isso não acontece por acaso com qualquer coração distraído. Existe uma espécie de afinidade invisível entre a alma e Deus. Não estou falando de placa de igreja, nem de número de cultos frequentados, nem de quem sabe mais versículos de cor. Estou falando daquela intimidade silenciosa, que ninguém vê, mas que mora dentro da gente como se fosse uma chama pequena que nunca apaga. A pessoa pode estar sozinha no quarto, pode estar no meio da confusão do mundo, mas ela sabe. Deus está ali.
E tem algo que sempre me faz rir sozinha, porque é tão simples que parece até ousado dizer. Deus não depende de endereço religioso para existir dentro de alguém. Ele não precisa de microfone, nem de banco de igreja alinhado, nem de calendário sagrado marcado na parede. Deus cabe dentro de um pensamento sincero. Dentro de um gesto limpo. Dentro de uma consciência que tenta, mesmo tropeçando, fazer o que é certo.
Eu gosto de pensar nele como o próprio ar que a gente respira. Ninguém acorda de manhã e diz agradecida ao ar, olha que maravilha, estou respirando de novo. A gente só vive. Mas se o ar faltasse por alguns segundos, a gente entenderia tudo na mesma hora. Deus é assim. Invisível, essencial e absolutamente presente. Sem ele não existe vida, não existe direção, não existe aquele empurrão misterioso que nos levanta quando tudo parecia ter acabado.
E tem outra coisa que eu venho aprendendo aos poucos, quase como quem descobre uma chave perdida no bolso do casaco antigo. A questão nunca foi apenas aceitar Jesus com palavras. Muita gente aceita, mas esquece de praticar. A pergunta que realmente muda tudo é outra. O que ele faria se estivesse no meu lugar agora? Parece simples, mas não é. Porque essa pergunta exige coragem. Exige olhar para as próprias atitudes e ajustar a rota.
Quando alguém começa a viver assim, algo muda por dentro. A pessoa passa a agir com mais verdade, mais justiça, mais compaixão. Não porque alguém mandou, mas porque a consciência começa a se alinhar com algo maior. E é aí que eu percebo aquela presença que nunca dorme. Mesmo quando o corpo está cansado, mesmo quando a mente apaga no travesseiro, existe uma consciência maior sustentando tudo. Onipresente, silenciosa, constante.
No fim das contas, acho que o propósito não é uma medalha que alguém ganha. É uma responsabilidade. Quem sente Deus de verdade dentro de si acaba entendendo que foi guardada muitas vezes por um motivo. E quando essa pessoa percebe isso, ela começa a viver diferente. Com mais cuidado com os outros, com mais respeito pela vida e com uma certeza tranquila no coração. Se ainda estou aqui, então ainda existe algo que preciso cumprir. E enquanto esse algo existir, Deus continua soprando vida dentro de mim como quem diz, vai, ainda não terminou.
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Hoje sonhei com uma mulher negra e uma criança. Eu estava na África. Ela era artesã, e eu a chamava para vir para Barra do Corda, porque lá ela não tinha como vender nada, mesmo tendo muito talento.
Depois, sonhei com a vizinha daqui organizando um grande churrasco. Ela colocava convites do tamanho de duas folhas A4, pendurados em um cordão com prendedores de roupa. Estavam muito altos, praticamente na altura do céu.
Em seguida, sonhei com uma mulher árabe se escondendo de muçulmanos. Não entendi bem, já que era a mesma religião, mas ela tinha medo de que descobrissem que também era muçulmana. Eu a escondia.
Depois, sonhei com um homem que foi amarrado dentro de um carro e jogado em uma gruta cheia de outros carros, todos luxuosos.
No final, eu queria salvá-lo. Mas, de repente, eu era ele, tentando retirar as fibras que prendiam meu pé. Acabei me escondendo de uma pessoa que fazia parte de uma família muçulmana… e então acordei, kkkkk.
É mais fácil perguntar onde Deus estava durante uma injustiça do que perguntar onde estavam aqueles que poderiam ter impedido essa injustiça. É mais fácil culpar uma força invisível do que reconhecer a própria responsabilidade diante da vida.
No dia 28 de julho de 2024, vivi uma situação que jamais vou esquecer.
Eu estava em casa, muito doente, sem imaginar que meu corpo estava entrando em colapso. O que mais tarde descobri era que eu estava com septicemia, uma infecção generalizada gravíssima, que já estava levando meus órgãos à falência.
Procurei atendimento na UPA de Barra do Corda, Maranhão. Mostrei os exames que tinha em mãos, expliquei o que estava sentindo e deixei claro que havia uma suspeita séria do meu quadro. Mesmo assim, recebi uma injeção e fui mandada de volta para casa. Disseram que o que eu tinha era ansiedade.
Mas não era ansiedade.
Enquanto eu tentava sobreviver, meu organismo estava travando uma batalha silenciosa contra uma infecção que avançava rapidamente.
Voltei para casa sem a cirurgia que precisava e sem a urgência que a situação exigia. Passei aquela noite em uma condição extremamente grave, sem saber se veria o dia seguinte.
Foi então que Deus usou outras pessoas para mudar o rumo da minha história.
No dia seguinte, meu sogro entrou em ação. Através de um contato que ele possuía, conseguiu mobilizar ajuda para que eu finalmente recebesse a atenção necessária. Graças a essa intervenção, fui encaminhada para uma cirurgia de emergência.
A cirurgia aconteceu a tempo.
Os médicos constataram a gravidade do meu estado. Eu estava com septicemia e falência de órgãos. Quando penso em tudo o que aconteceu, não consigo deixar de refletir sobre o quanto estive perto da morte naquele período.
O mais impressionante é que, algum tempo depois, retornei à mesma unidade de saúde. Durante o atendimento, me perguntaram quais eram minhas alergias. Respondi normalmente e informei tudo com clareza.
Ao receber a receita médica, resolvi ler antes de sair.
E ali estava prescrito justamente um medicamento ao qual eu havia informado ser alérgica.
Naquele instante, um filme passou pela minha cabeça.
Se eu não tivesse lido a receita, o que poderia ter acontecido?
Esses acontecimentos me ensinaram que ninguém deve abrir mão de acompanhar o próprio tratamento. Ler receitas, conferir exames, fazer perguntas e buscar esclarecimentos não é desconfiança. É cuidado com a própria vida.
Hoje, olhando para trás, sinto gratidão por estar viva. Gratidão a Deus, ao meu sogro e às pessoas que cruzaram o meu caminho naquele momento tão crítico. Porque a verdade é que, sem essa ajuda, talvez eu não tivesse a oportunidade de contar esta história.
E isso é algo que nunca esquecerei.
Ela estava falando muito comigo e séria, ela estava linda, mas havia algo que a deixava reflexiva enquanto falava, ela olhava para o lado e baixava o olhar, em modo reflexão (mundo da lua)...
Viajei o mundo inteiro buscando uma razão para te esquecer. Em cada canto você estava lá, e com isso pude reconhecer, que de todas as viagens que fiz, a única que me fez tão feliz, foi quando visitei seu coração.
Venham para Jesus: Ele não veio salvar o sábio aos seus próprios olhos, mas buscar o que estava perdido. Venham para o Cordeiro de Deus: ele tira os pecados do mundo; e mesmo que seus corações sejam cheios de iniquidade eles serão mudados.
A INVEJA DO MEU EU: -- Ao entrar, a cena me paralisou: ela estava sentada à mesa com duas crianças. Um garotinho de três anos e uma menina de seis. O que me aterrorizava não era a presença deles, mas a verossimilhança brutal que compartilhavam comigo. Nos gestos pausados, na inclinação do rosto e no brilho do olhar, eram versões latentes de mim mesmo.
Lembrei-me do meu verdadeiro lugar: sempre defendi a ideia de que todos os personagens e lugares que sonhamos são imposição dos nossos desejos e vontades; cada pessoa é nada mais que um reflexo de nós mesmos.
Juliano Assis
Meu pobre coração estava fechado
Eu nunca pensei que ele voltasse a bater a sentir com tamanha intensidade!
Me sinto uma menina perdida ..
Perdida se não ouço tua voz ..
Perdida buscado teu olhar ..
Teu olhar têm um brilho intenso..
Que me domina completamente..
Estou rendida ao teu encanto ao teu
Charme ..
E a essa humildade a pureza que vêm da tua alma ..
Te busco em todas as horas do meu dia ..
Não me imagino mais sem ti ..
Sem te ouvir ,sem ver teu sorriso ..
Estou dependente da tua doçura..
Mary Gonçallves
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