Estav Contando as Estrelas no Ceu

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As cores que o tempo levou


Quando eu era criança, o mundo parecia pintado à mão.
O céu tinha cheiro de tarde quente,
e o vento parecia brincar comigo.
As cores eram vivas — não só nas coisas,
mas dentro de mim.


Agora, aos vinte e dois, olho o mesmo céu
e ele já não me devolve o mesmo brilho.
As cores continuam lá,
mas meu olhar parece cansado de reconhecê-las.
Talvez não sejam as tardes que mudaram,
mas a forma como eu as sinto.


Na infância, o tempo era eterno.
Hoje, ele corre — e leva embora o encanto das coisas simples.
Mas às vezes, quando o sol se despede devagar,
eu fecho os olhos e finjo ser criança de novo.
Só pra ver o mundo com aquele mesmo coração colorido.

Ontem foi um dia triste mas luminoso, minha tia e madrinha Edylla, virou mais uma estrelinha no céu do RJ, aos 96 anos, foi se juntar na eternidade a nossa constelação materna familiar. Enfim, descanse em paz, querida madrinha.

Não importa a cor do céu, quem faz o dia ficar colorido é você. Acorde sempre em paz, agradeça a vida por mais uma chance e leve as cores do arco-íris na alma. Coloridamente tudo será diferente.

Amanhecer.
Quando eu acordo e olho para um céu sem sol, percebo a necessidade que tenho da irradiação da tua energia sobre a minha vida.
A ausência dela me desfalece, me entristece e me limita.
Preciso de você, preciso da tua luz para iluminar, alimentar minha alma dessa doçura, desse espírito de paz que você me traz.

"Boca promete o céu, mão constrói o chão."

Toco o céu com a mão

Com tanta inspiração...,

E tão puro contentamento

Vou ao sabor do vento

Em busca de alento...



Alma forte como [ventania,

Assim é a alma austríaca.

Alma leve que rodopia...,

Ao som da valsa é [alegria.



Artesã da palavra poética,

Filósofa do tempo poema,

Amante de vida em expansão,

Escrevendo a poesia própria,

Cheia de paixão e sentimento.



Alma forte tão [alpina,

Assim é a alma austríaca,

Alma doce que fascina...,

De um acorde que [harmoniza.



Sabe ser feliz ao seu jeito,

Como poesia que [valsa

Talvez não tão perfeito,

Mas amor não faz [falta].

Para mim o amor é o céu e o inferno.

A noite se expande
com o seu véu negro
da seda pelo céu
do Hemisfério Sul,
A Sucupira retribui
com a sua primícia
grata e fascinante,
Entre nós se escreve
o nosso romance
feito de Versos Intimistas
nas entrelinhas
da silenciosa narrativa
da troca sedutora de olhares,
Certo está que um leva
o outro por todos os lugares.


...




Madrugada poética
de Sucupira em flor,
Com Versos Intimistas
escrevo em ti um poema
irresistível de amor,
E assim somos o quê
existe de mais sedutor.

Não consigo mais olhar
com os mesmos olhos ingênuos
o céu da nossa América Austral,
Não dá para não imaginar
o Deus da Guerra e da consequência
dançando sobre algum
de nós sem tremer inteira,
Seja sob o Sol ou sob a Lua
está difícil de tirar o olhar
do céu sem embalar
o pior no coração e na cabeça,
Não dá nunca mais
para continuar sendo a mesma:
É sobre vulnerabilidade o poema.

O teu bonito olhar feito de astros
que no meu céu parecem dançar
a Dança dos Engenhos de Farinha
da nossa Santa e Bela Catarina,
O quê estamos a imaginar vai
além do que a multidão imagina.


O culto e o desejo pela beleza
como fogo que não se apaga
nos mantém vivos e renovados,
e uma nova aventura acende,
Não é de hoje que encantados
há tradição em nós mutuamente.




Há festas em nós imparavelmente...

Pedacinho do céu na terra
é o Jatobá magnífico
quando floresce no caminho
tal qual a noite de luzeiros
se enfeita para o mundo.


Para quem vir a ser lido
pelo olhar de festa vestido
para o coração sob as suas
mansas mãos ser rendido.


Enquanto o Sol e a Lua
da devoção amorosa
se erguem sobre aquilo
que une, funde e cria
uma ordem secreta.


Para fazer do mundo novo
ausente de preocupação,
blindados pelo amor,
e plantando árvores nativas ao redor.

Como quem beija o céu
a Escumilha oriental
revela as suas flores
como quem beija o amado,
Igual à ela os dias
com poesia o tenho beijado.


A sua existência distante
no coração tenho embalado,
O desejo pelo romance
e o inevitável têm capturado
o quê era outrora impensado.


Ainda que de tudo talvez
esteja em algum lugar distraído,
e não tenha me reconhecido:
O tempo tem o próprio laço.

Como o Condor-dos-andes,
cruzar o céu austral
do meu para o seu coração,
Fazer que o meu
nome nos teus lábios
se valore como a oração
ancestral reconhecida,
E se transforme na canção,
que desperte a paz,
sem tardar nas auroras.


Ao mesmo tempo ser
arma e a flor em disparo,
para que a guerra
não encontre abrigo
na nossa amada terra,
Tornar o peito abandeirado
do amor convicto,
para que não haja rendição
nas mãos de nenhum inimigo.

Quem dera ser no seu céu
a sua Lua Cheia de Ano Novo,
À iluminar sua a noite escura,
e que sei que lhe foi imposta;
Enquanto não chega a aurora,
beijo-te com poesia amorosa,
onde até não me for possível.


(Em ti sei que há tempos existo).

No céu da América do Sul
sem temer a garra da águia,
o voo total é o do Condor
sob a Via Láctea e ao redor
da íntima Lua Cheia do céu
da minha Pátria Grande,
E da minha fortuna poética
que é o nosso romance.

Entre altos e baixos, continue. O céu inteiro trabalha em segredo em seu favor.

Se a sua moralidade depende do medo de um inferno ou da promessa de um céu, você não é ético; você é apenas um mercenário emocional.

O capitalismo ensina que dinheiro compra felicidade; religião que felicidade compra céu, mas ambos mentem.

Religião promete igualdade no céu porque permite desigualdade na terra.

Ateus não precisam de céu: constroem paraíso aqui.