Estamos Felizes
" EM QUE PÉ ESTAMOS? "
Em que pé estamos?
Se nos pés que nos apoiamos não marcam passos
Se as asas que nos levitavam cortamos
Até parece que reduzimos a infinidade num facto escasso
Aonde está a compreensão?
Não sei qual de nós em nossos sentimentos gerou a desertificação
O teu coração quer me tornar num órfão de afeição
Eu olho para os teus olhos e hoje apenas refletem a insatisfação
Em que pé estamos?
Se de um ou outro tudo se resume a "tanto faz"
Se os sonhos e fantasias, juntos não enxergamos mais
Parece que bebemos dos relacionamentos tóxicos demais
Nem tanto em prantos nos encontramos
Mas em que pé estamos?
Quando o prazer nos abandona... Com quem ficamos?
Órfãos nos tornamos!
Nem Eu e nem você o erro aceitamos
O orgulho tem o seu defeito, olhe o quão crasso
Será que nos reduzimos ao fracasso?
Diz-me... Em que pé estamos?
Não estamos num mundo chato, do politicamente "correto" AMORDAÇANTE, mas num mundo PERIGOSO, comendo pelas beiradas as nossas liberdades.
Seja Luz, não para tentar ofuscar mas iluminar, guiar,estamos todos no mesmo caminho.E o fim dele é o mesmo a TODOS, não adianta tentar deixar os outros pra trás pois não se trata de nenhuma corrida todos chegarão pois se trata da vida...
Nós sabemos que estamos ligados e que somos um com todas as coisas do céu e da terra... a estrela da manhã e a aurora que vem com ela, a Lua da noite e as estrelas do céu... apenas o ignorante... Vê muitos onde realmente só há um.
– Estamos dentro do Baú, Aninha. Como os Jovens de A Caverna do Dragão ao ingressar na Caixa de Zandora. Camila caminha conosco, de mãos dadas. Mas do lado de fora. Em pensamento. O Aqui e o Agora, Aninha, é absolutamente relativo. E O Silêncio-Que-Vem-Mais é a construção das paredes internas do Baú. Uma Viagem no Tempo sem tempo para perder. Vem, Aninha, vamos embora. Que esperar não é saber. Quem sabe sabe agora -- não espera para ver.
– Wellington! Wellington! É deveras um local estranhíssimo esse Baú. Teu amigo Didi deve estar doido para encontrá-lo e compreender o que esses vinte e seis anos ocultaram no Plano das Ideias. Foram expectativas sem fim.
– As quais compartilho até hoje, Aninha. Vem.
"Quando falamos para o coração de alguém, estamos fazendo mais do que apenas comunicar uma mensagem; estamos criando uma ponte emocional que permite a compreensão, a empatia e a conexão humana."
Acho que estamos ficando especialistas em contatos superficiais, sabe?
Nada de coisas muito profundas...nada que gaste muito tempo...afinal, estamos sempre com pressa, pois estamos indo, indo, indo...pra onde mesmo?
A lógica da pressa tem permeado nossas relações, em um patamar absolutamente preocupante.
Parece que estar apressado virou um item de moda...e assim como um pretinho básico, cai bem em todas as estações.
Os comerciais dizem que não temos tempo pra sentir dor, a novela mostra pessoas apressadas, ricas e sorridentes, os carros correm como se estivessem numa corrida sem fim...as crianças não sabem mais esperar, querem tudo agora e querem tudo rápido e os pais também apressados em continuar “compartilhando” a vida nas redes sociais, sedem logo aos seus pedidos, afinal...ninguém pode com essas crianças de hoje, não é?
Desculpa, mas acho que tem alguma coisa muito errada com a gente...muito mesmo.
Creio que não estamos percebendo que a lógica da pressa está levando partes das nossas essências...estamos perdendo habilidade de fazer contato olho no olho, abraçar e ser abraçado, ouvir com atenção, falar o que sentimos, calar quando for preciso.
Conversar bobagens virou assunto proibido, ficar de bobeira virou perda de tempo.
Onde você pensa que vai chegar assim?
Vale lembrar que também não há tempo pra isso de tristeza... posta uma indireta em quem te deixou assim que tá ótimo, nada de entrar em contato e tentar resolver, isso é coisa do passado.
O que percebo é que a lógica da pressa encontrou nas redes sociais um casamento perfeito, nos mantém na ilusão de que ainda somos seres sociais, que interagimos e compartilhamos a vida, e até fazemos isso...mas cada vez mais superficialmente.
E pra piorar, somos cobrados o tempo todo pela resposta rápida...afinal, por que você passou um dia offline mesmo?? Que absurdo!! Em que mundo uma pessoa vive sem olhar o whatzap? Em que mundo vive alguém que não posta a vida inteira no Instagran? Como assim você não leu a conversa toda do grupo??
É quase uma “obrigação moderna”.
E sinceramente, não creio que o erro está nas redes, nem nos relógios, mas na dose...Viramos vítimas da pressa e estamos esquecendo da nossa obrigação conosco, a de dar alma aos nossos dias, de viver o momento até ele findar, saboreando cada segundo.
Eu me sinto como Padre Fábio falou em uma de suas postagens sobre pressa...estou fazendo pirraça, finjo que vou, mas não vou...rsrs. Sinto que eu ainda gosto de dar alma ao meu corpo, mesmo quando “a vida não para”.
Dani Oliveira
E as vezes, quando estamos desejando, gritando, seja na alma ou no dia a dia e não recebemos respostas. Pode ser, que não gritemos por ninguém...
Sempre que escrevemos, estamos pensando em algum fato, ou em alguém em particular e isso é o que existe de mais bonito!!!!Porque escrever é uma espécie de fotografia do sentimento...
As vezes dizemos que estamos bem, para não preocupar os outros, as vezes fingimos sorrir, para não magoar os outros, as vezes fingimos ser fortes, para não parecermos fracos para os outros, as vezes não choramos para não encaramos as nossas próprias emoções.
Todos nós temos o direito de chorar, chorar não é fraqueza, chorar é sinônimo de cura, limpeza da alma, chorar faz bem. Quando tudo estiver difícil só chore e se entregue a Deus.
Constantemente levo bordoada na cabeça, seja na vida profissional como na vida privada, estamos expostos sempre, em qualquer lugar.
Limites não existe a não ser que você determine onde quer ir, o ideal é você conquistar diariamente algo que te faça feliz, pois o amanhã é improvável e ter medo é não sair do lugar.
O pior de tudo que vivemos são as pessoas, infelizmente, ninguém é igual, pior ou melhor do que você!
Nos enganamos quando pensamos que a vida não vale a pena.
Estamos errados, pois nem sabemos ainda o que ela nos reserva.
Sempre pensamos que o que vivemos não foi suficiente para inflar nossos egos e suprir nossos anseios, queremos sempre mais e não percebemos o que realmente é essencial e importante.
Nunca notamos que é nas pequenas coisas que o melhor se esconde é só quem consegue enxergar são os que não ignoram a simplicidade das coisas.
A grandeza muitas vezes não agrega nada se sempre for visto somente como é exposto, quem aumenta ou diminui a importância das coisas são nossos olhos do coração.
Também muitas vezes, não é a beleza das coisas que reflete o melhor, as vezes pode ser miragem ou armadilha confundindo nossas mentes.
Estamos aqui neste mundo e fazemos parte dele, viemos e vamos embora, um dia teremos o mesmo fim, não somos mais e nem menos, somos parte do que nos rodeia.
Algumas pessoas, por conta do seu ego inflado, acham que são melhores e viverão para sempre, porém as vezes acabam antes do esperado, da mesma forma que quaquer um.
Reflita e aceite que um dia você também acabará, e o que fazer estão, se é inevitavel e você agora tem noção disto?
Chore, mas chore pelo que você não viveu, e sorria pelo que você realizou e cativou em sua vida e aceite seu final.
Antes de te conhecer, dois corpos não podiam ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo. Quando estamos juntos ultrapassamos a lei da impenetrabilidade.
Nossa sociedade precisa evoluir de fato.
Estamos acostumados a garantir os direitos dos criminosos a não produzir provas contra si. Sempre foi assim, e aonde chegamos? Afinal, quando garantiremos o direito das vítimas a sua justiça? Ao partirmos desse mundo para algum lugar melhor, dizem que apenas os evoluídos de espírito serão os escolhidos. Tá na hora de priorizar essa seleção por aqui também.
Pelo que estamos lutando?
Por um mundo melhor?
É óbvio que não. Afinal, todas as condutas daqueles que tem o poder de mudança acabam por beneficiar as piores pessoas.
Então, como fazer do mundo um lugar melhor quando as pessoas boas ficam em segundo plano?
Não há mais constrangimento. ficou muito claro.
