Essência Humana
Em um mundo imperfeito, encontrar beleza na imperfeição é a verdadeira essência da humanidade. Eu não sou perfeita, mas sou única, e é na minha imperfeição que encontro minha força e autenticidade.
"Nenhuma vida é igual a do outro.
Sorte nossa!
A essência humana precisa se sentir única, seja na alegria, seja até mesmo na tristeza."
O ser humano em sua essência animal, irracional, tende a se defender para se proteger, e mesmo na sua racionalidade e controle, por vezes, a, irracionalidade e o descontrole, o fará ser, o protetor de si mesmo. ( Renê Dantas).
A filosofia tradicional reflete sobre a essência e a compexidade humana; a internet reflete as conexões superficiais das almas virtuais com as quais pensamos interagir.
Nos amores impossíveis que encontramos a essência da nossa humanidade, pois é na luta contra o inatingível que descobrimos o verdadeiro significado do que é amar.
A natureza, em sua essência, ostenta uma brutalidade implacável,
Porém, a ignorância humana, de modo impetuoso e desprovido de sutileza, a sobreleva.
o ser humano tem perdido sua essência natural e rapidamente se transformado em sujeitos que vivem em constante regresso intelectual, cultural, moral e ético. Precisamos reencontrar o amor próprio, e para tal, é preciso realizar uma transformação interna na alma
O ser humano tem perdido sua essência natural e rapidamente se transformado em sujeitos que vivem em constante regresso intelectual, cultural, moral e ético. É Preciso reencontrar o amor próprio para se ter a capacidade de amar nosso semelhante, e para tal, é precisamos realizar uma autoavaliação literal dos princípios que norteiam nossas vidas, se faz necessário nos firmar em uma ideologia com base na fraternidade, igualdade e liberdade
Humanamente falando em humanidade onde esta a essência do ser humano?
A sociedade ainda não chegou no patamar de humanidade, ser humano sem humanidade.
Que eu nunca desacredite do ser humano e nunca mude minha essência. Que eu emane e receba amor por onde eu for.
A essência da humanidade pode ser descrita como resiliente, adaptável e frequentemente conflituosa, refletindo uma combinação de esperança, luta e aspiração por um futuro melhor.
Animes são umas das formas sublimes de expressar a essência filosófica atual da vida humana nesse planeta
A essência da desorientação existencial…
Na tessitura da existência humana, emerge um fenômeno inquietante: a tendência contemporânea de conferir ao comum a roupagem de doença. Aquilo que outrora seria compreendido como parte intrínseca da travessia existencial, ou mesmo como fruto de uma desorientação passageira, transfigura-se, em nosso tempo, em patologia psíquica. Não se trata, na maioria das ocorrências, de uma verdadeira fissura no ânimo, tampouco de uma suspensão irrevogável da vontade ou de um abismo ontológico que reclame intervenção urgente. O que se descortina, em sua essência, é a ausência de um eixo, uma errância sem método, desprovida de norte e rigor.
Contudo, ao elevar essa desorientação ao estatuto de desordem, instaura-se, de forma paradoxal, o privilégio de abdicar da responsabilidade sobre si mesmo. Ao invés de confrontar a inércia, acolhe-se a segurança ilusória do diagnóstico, que não apenas nomeia, mas legitima a fuga do peso da autodeterminação. O desconforto, que é parte inalienável da condição humana, dissolve-se em uma nomenclatura clínica que o aliena de sua substância vivida. O medo converte-se em exaustão, a dúvida em labirinto identitário, enquanto a linguagem da morbidez substitui a sinceridade da reflexão. Vemo-nos, assim, diante de vidas que, mais do que padecimentos genuínos, carecem de direção e disciplina.
É incontestável que os sofrimentos psíquicos reais exigem cuidado, compaixão e tratamento. No entanto, o uso indiscriminado da linguagem diagnóstica banalizou o peso do sofrimento autêntico, fazendo do efêmero uma entidade nosológica. O que antes demandava esforço e perseverança tornou-se um apelo por amparo irrestrito, descuidando-se da relevância da autonomia e da ação consciente. "Trauma" converte-se em álibi para a ausência de responsabilidade; "ansiedade" transforma-se em desculpa para a procrastinação; "crise existencial" reduz-se a uma caricatura de profundidade, um verniz filosófico para esconder a renúncia ao movimento. É mais fácil declarar-se enfermo do que admitir o temor de agir.
Dizer "não consigo" tornou-se mais aceitável do que confessar "não quero". A exigência foi reclassificada como violência, o desafio como um gatilho intolerável. A cultura da fragilidade e da aversão ao desconforto parece esquecer que é justamente no embate com o incômodo que o indivíduo se forja. Não se trata aqui de repudiar a empatia, mas de reivindicar uma lucidez que diferencie a dor legítima da abdicação disfarçada. A verdadeira patologia clama por cura; a indolência, por superação; a ausência de disciplina, por aprendizado. Esquivar-se do esforço não é um destino inexorável do humano, mas uma escolha – uma escolha que, em última instância, revela não o peso da condição, mas a recusa de enfrentá-la.
A essência Divina e a existência…
A condição humana revela, em sua paradoxal essência, um drama silencioso: aqueles que se proclamam oriundos da eternidade divina, mas vivem sob a penumbra de uma orfandade volitiva, exilados da própria autonomia. Filhos de um princípio absoluto, mendigam a aprovação alheia como se o valor de sua existência estivesse condenado a um juízo externo. Reivindicam uma ascendência celestial, mas curvam-se, em angústia, à necessidade de aplausos, como se suas ações só alcançassem realidade sob o selo de um olhar validante. Há, nesse dilema, um contraste pungente entre a fé que professam e a fragilidade que os paralisa diante de cada escolha, de cada divergência, de cada silêncio que não lhes devolva um eco favorável.
Se a origem é a infinitude, a filiação divina não confere submissão, mas autoridade; não promete servidão, mas uma herança inalienável. Aquele que nasce da plenitude do Ser não se debate em indigência espiritual, pois o dom que lhe é dado não se implora, não se negocia, não se sujeita. Contudo, o que se observa é a inversão desse desígnio: uma multidão de pretensos herdeiros a vagar em torno do tribunal da opinião, reduzidos a sombras de si mesmos, temerosos de afirmar sua própria luz. A grande ruptura não reside na ausência de fé, mas na abdicação de sua potência; não na negação do divino, mas na covardia que se disfarça de reverência.
A fé genuína exige mais do que a repetição mecânica de dogmas: ela clama pela coragem de pensar, pela ousadia de agir, pela firmeza de suportar o risco do erro e o peso da responsabilidade. Não se curva à conveniência do conformismo, mas se ergue na integridade de quem honra o nome que carrega. Tal fé é uma força criadora, que não teme o vazio, mas o atravessa; que não se contenta em esperar permissões, mas inaugura caminhos.
E há, sim, aqueles que, ao invocarem a origem divina, tornam-se arquitetos da própria existência. Não medem a grandeza de seus passos pelo julgamento alheio, mas pela coerência de seus propósitos. Estes, em sua silenciosa audácia, contrastam com os que, embora clamem por uma linhagem sagrada, permanecem acorrentados à inércia, hesitantes até mesmo em sonhar. A verdadeira herança do Altíssimo não se encontra na apatia da dependência, mas na plenitude de quem ousa viver à altura de sua origem eterna.
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Todo ser humano traz em sua essência, seu kit sobrevivência, é naturalmente compreensível... Mas o respeito ao outro, este precisa ser despertado, precisa ser ensinado, se for com amor, certamente teremos bons resultados. Títulos! Estes, não apagam atos de quem foi domesticamente, mal-educado...
