Essência
Se a gente soubesse a grandeza do poder de Deus que nos reveste. Não temeríamos nada, nada nos atingiria e teríamos a ousadia suficiente para alcançar qualquer coisa!
Um poder absoluto que não é nosso mas que vem do Criador de todas as coisas.
A existência
Hoje se foi o tudo e ficou o nada!
O nada que para mim é tudo!
O tudo que me faz viver!
O tudo que me traz paz!
O tudo que me faz ser eu e não os outros!
Enfim, guarde bem o seu nada e não tenha medo de perder o tudo que às vezes não vale se quer um sorriso!
Conhecimento e compreensão de si mesmo podem envolver confrontos dolorosos com os seus maiores defeitos e fraquezas. Mas adquirir autoconhecimento de forma que alinhe sua vida com o verdadeiro significado da sua existência, traz a verdadeira liberdade de ser quem você é, atingindo um nível elevado de paz interior.
A perda, precisa ser parte de um ganho.
A desconexão com quem espera demais pelas próprias expectativas, uma exigência latente.
A soberba, obrigada a se transmutar e viver em contato com o vital.
Não se acomode às amarras psíquicas que te impeçam de ser, em sua essência, vivo. Aceite existir, cultue o sentir e esteja disposto a aprender.
Podemos mudar tudo em nós (quase tudo), nossos pensamentos, comportamentos, convicções, a maneira como olhamos o outro e à nós mesmos. Podemos mudar as cores e energias que exalam de nós, mas nunca conseguiremos mudar nossa ESSÊNCIA.
Flávia Abib
Somos preciosos aos olhos de Deus - do jeito que somos.
Não mude para se adequar ao mundo dos outros.
Seja você o teu mundo - do jeito que é.
Seja você a tua própria essência - do jeito que for.
Não podemos confundir o que fazemos com o que somos, pois o que fazemos: cargos, profissões, empregos são temporais mas, o que você é, a sua consciência de quem você é, nunca morrerá, é para sempre.
Por isso, é sempre bom visitar a si mesmo de vez em quando para descobrir/redescobrir quem você é e isso será a extensão do que você faz.
Quem você é? Se a resposta for: eu faço, você não sabe quem verdadeiramente é.
É terrível admitir que escolhemos uns aos outros pela aparência (pelo menos num primeiro momento), mas somos o que não se pode ver, frutos de uma argamassa elaborada com emoções e sentimentos. A nossa essência vai muito além da aparência, essa é capaz de encantar e fascinar, mas, sozinha, não tem como se sustentar.
As vezes vive-se uma vida buscando um apoio que muitas vezes vem de pessoas erradas. As pessoas costumam apoiar o que são comuns a elas, que se assemelham ao seu modo de vida. Exemplo: os justos se apoiam pois entendem as suas razões e o modo de agir assim como os ímpios apoiam os ímpios por entenderem também as suas razões e modo como agem.
Um justo não terá (facilmente) o apoio de um ímpio pois existe um abismo entre eles, por serem diferentes, é mais fácil atirar pedras.
Com tudo que tenho visto, é certo que, se Jesus Cristo viesse a terra como homem, novamente seria crucificado. Infelizmente!
Não precisamos forçosamente mudar por nada e nem por ninguém, mas se o nosso modo de SER interfere negativamente em algo importante em nossa vida, cabe a nós refletir e avaliar a necessidade de ajustes, sem com isso negar a nossa própria ESSÊNCIA.
Se aceitarmos que Deus é infinito em sua bondade, amor e sabedoria, e que tais virtudes fazem parte de seu Ser, consequentemente aceitaremos que O referido deseja o bem para seus filhos, pois é algo natural e imanente. Logo, para absolutamente todos os seres humanos, em algum momento, o Senhor oferta o caminho correto, a luz, a oportunidade, o bem.
Agora, caso aceitemos que Deus de alguma forma se mantém inerte, impassível diante de sua natureza, podemos concluir, impreterivelmente, que sim, é possível existir algum ser que não tenha tido contato com o bem, o bom, que não saiba o que é exercer um julgamento bom, pois lhe falta o referente, a oportunidade, o bem. Mas isso não seria contra intuitivo, caso consideremos que o homem, como um Ser dotado de razão, espírito e alma, tenha ciência do bem e do mal de forma natural? Afinal qualquer criança consegue fazer essa diferenciação. Ora, uma vez tendo ciência da luz e trevas, bem e mal, o referido, logicamente, irá preferir que o bem seja feito para sua pessoa. O cerne aqui discutido é basicamente este: há alguma forma de comprovar que a Sociedade, o Estado, mutatio mutandis, o meio no qual o homem é criado o condiciona para o mal, retirando completamente essa ciência natural de certo e errado e o vitimizando perante suas ações?
Perceba. No fim. Todos nós somos responsáveis por nossos atos. Nossas falhas. Nossos vícios. Nossas idiossincrasias e mediocridades. O vitimismo narrativo moderno tenta retirar essa responsabilidade. Limita nosso ser. Cria indivíduos fracos e sedentos por uma figura salvadora e provedora, que impreterivelmente é preenchida pelo Estado, o novo messias mundano. Não seria esse o carimbo do passaporte para a tirania?
julho das pretas
Não deveria ser necessário separar um mês do ano para celebrar um determinado grupo da sociedade devido a sua cor, a sua raça, a sua etnia mas, como uma boa parcela da humanidade (se é que podemos chamar assim "humanos"), ainda tem dificuldade de entender que somos diferentes ao mesmo tempo que somos iguais, de direitos comuns a todos e que somos todos da mesma raça, a raça humana!
Pela intolerância de alguns, tornou-se necessária a criação da Lei n°12.987/2014 instituída pelo governo brasileiro, onde preconiza o dia da Mulher Negra no dia 25/07. Essa data retoma as lutas para a negra alcançar o seu lugar, remodelando e reconstruindo um novo cenário social e político, mulheres que mostram a sua capacidade de ser o que quiserem ser, mulheres guerreiras que enfrentam o preconceito levantando as suas cabeças e seguindo em frente, fazendo acontecer...
Como anteriormente foi citado, somos todos iguais em direitos e somos diferentes uns dos outros, cada um com as suas características e idiossincrasias, onde, mesmo irmãos gêmeos, ainda assim, são indivíduos diferentes. No que tange a isso, sermos diferentes, nos tornam iguais e é algo inerente a raça humana, por isso, devermos ser cada vez mais tolerantes com a "diferença" do outro e isso deve incluir todo tipo de diferença.
Raidalva de Castro
A calmaria do Iracema me faz refletir sobre a vida; logo vem a convicção do dever cumprido, cuja essência sempre foi a profunda dedicação laboral e amor às causas sociais.
A vaidade tem seu preço na vitrine. Ela é a amiga útil do encanto, faz magia para atrair os elogios e os olhos de alguém que se quer tanto, mas se alguém te quis vestida em aparatos não quererá quando souber quem és de fato.
Eu creio que, o amor precisamos, sentimos, todas as horas; não podemos descartá-lo ou dispensá-lo ao nosso bel-prazer. Amor é a essência intrínseca do nosso viver seja acompanhado ou não, como não podemos deixar de respirar por nossa livre vontade.
