Esquecida
" Chegará um tempo em que a dor será esquecida,
mas o sentimento bom,
esse será eternizado.
Ninguém fará esquecer,quem um dia foi amor...
Uma lembrança esquecida é como uma borboleta que já não é mais lagarta. Liberta do casulo, ela voa entre as flores e nesse instante é para sempre borboleta, pois o presente é inexorável e, se há sol, a chuva é esquecida, como girassóis que não se lembram da semente. A vida acontece no agora e o arco-íris não permanece no céu.
Há em nossas mentes uma cidade que só existe quando ninguém pensa nela. Nessa cidade mora o passado esquecido e todas as pessoas que passaram como vertigem ignorada. Aquela velha preocupação já esquecida mostra que o tempo passa e não há bem ou mal que dure, como um rio que corre para o mar e ignora a margem transitória que o delimita. A cidade dos temores esquecidos e das alegrias peremptória. Restam dois olhos que observam, na agudeza da retina subjetiva, como o espaço que a câmera enquadra.
O universo está de tão forma organizado que se um objeto decide abandonar sua função, um efeito cascata acontece. Digamos que o relógio já não marca as horas, todo o mundo entra em desordem, pois nem sempre há o sol para marcar o tempo universal. Se um tanque de guerra passasse a lançar flores, não haveria cheiro de morte, nem corações pretos de luto.
O som pede desculpas com o silêncio. Antes de haver som havia o silêncio. O som é sempre uma quebra na ordem cósmica, um ruído que reverbera como uma flauta desafinada, que incomoda os ouvidos. Apenas a música como obra de arte vale mais que o silêncio, mas não é possível viver de aplausos. O silêncio é a resposta da natureza quando uma semente brota sem anúncio.
Eu me encontro em mim mesma em vários momentos do dia. Sou aquela que escolheu a direita e a esquerda e estive no céu e no inferno. E o inferno era a própria terra tomada pela ganância e seus horrores. No céu não havia nuvens, havia paz. E a paz é o silêncio primordial que organiza o caos em melodia. Não há inferno que ofusque a grandeza do paraíso. E então minha alma repousa e adorme em meio à natureza harmônica.
"Eu não conseguia respirar, e a alegria era uma emoção esquecida. A palavra 'amor' carregava um peso que eu não compreendia... até você me resgatar. A partir daquele momento, você não só me devolveu o fôlego, como também me ensinou o seu significado mais puro e lindo."
ALIENAÇÃO PARENTAL
Alienar uma criança é matar, desestruturar. Covardia não esquecida. Ignorância pura e sabida,que geram traumas, que podem durar por toda uma vida. Até a criança crescer, tornar-se adulta e entender que o errado do "seu ser" era mero reflexo do ser que não foi o que deveria ser.
Eu sou a Babilônia.
Não a ruína esquecida na poeira dos séculos,
mas a cidade erguida dentro do peito humano.
Sou muralha e sou abismo,
sou torre que toca o céu
e fundamento cravado no barro.
Sou o equilíbrio constante
da sabedoria em agressiva evolução.
Cresço entre o caos e a ordem,
entre a chama que destrói
e a que ilumina.
Carrego em mim a contradição dos homens:
sou templo e mercado,
oração e grito,
promessa e queda.
Em minhas ruas ecoam os passos
de quem busca a verdade
e tropeça na própria sombra.
A hipocrisia nos limita
a sermos curtos e rasos em crenças,
mas eu — Babilônia —
sou profunda como o conflito que desperta.
Não há luz que se reconheça
sem ter beijado a escuridão.
Não há dor que ensine
sem atravessar o abandono.
Não há perdão que floresça
sem antes ter provado o desamor.
Eu sou o espelho do humano.
Em mim, reis se erguem e caem,
profetas clamam,
orgulhos se quebram como vasos de argila.
Sou a soberba que desafia os céus
e a humildade que aprende ao cair.
Sou feita de escolhas —
cada pedra uma decisão,
cada torre um desejo,
cada ruína uma lição.
Não me julgue apenas pela queda,
pois também sou reconstrução.
Não me veja apenas como pecado,
pois também sou consciência.
Sou a tensão que molda o caráter,
o fogo que purifica o ouro da alma.
Eu sou a Babilônia
quando você enfrenta sua própria sombra.
Sou a cidade interior
onde a guerra é travada em silêncio
e a paz nasce como aurora
depois da mais longa noite.
Eu sou a Babilônia —
não como condenação,
mas como revelação:
a prova de que a evolução é confronto,
de que a sabedoria é forjada no choque,
e de que, dentro de cada ruína,
existe a semente de um império mais justo.
Eu sou a Babilônia.
E em mim,
a luz aprende a existir.
A magnanimidade, uma virtude muito esquecida, é a aspiração do espírito a grandes coisas. Uma pessoa é magnânima se tiver a coragem de buscar o que é grandioso e se tornar digna disso. (...) A magnanimidade, como nos dizem Tomás de Aquino e Aristóteles, é "a joia de todas as virtudes", pois sempre – e particularmente em questões éticas – decide em favor daquilo que, em dado momento, representa a maior possibilidade do potencial humano para o ser.
Rio de amor
Onda do mar
Sempre a mim banhar
Amor da minha vida
Nunca será esquecida
Garota de Ipanema
És o meu poema
Luar do meu sertão
Afago pro meu coração
Uma página virada, nem sempre é uma página esquecida, às vezes é só uma página que a gente resolveu deixar quieta no passado.
Sei que sereii esquecida ,esta é a lei deste mundo 1 sonho Bonito e profundo deixou em apenas uns segundos de Amor e Paixão ,doce lágrimas que se vão e só restão agora saudades em meu S2 + tenho sua Amizade para sobreviver!!!
Solidão... ilha perdida
despida
de amor esquecida
deserta
é, a vida é incerta...
mas tudo o que acontece é na medida certa.
Solidão... há dias assim... há vidas assim
do começo ao fim
Vidas em que não há lugar pra mim.
Nenhum tempo é perdido quando não há tempo pra se perder. Nenhuma emoção é esquecida se nunca houve emoção pra se sentir. Nenhum momento é em vão se todos vão à mesma direção. Perder ou ganhar não importa. Nenhum arrependimento é sincero se ele não vem de dentro.
Não há arrependimentos. Palavras saindo da boca, flutuando no espaço, dançando no ar não afetam a lógica dos fatos e a verdade ocultamente escancarada por trás das borboletas que brincam de sentimentos pairando no tempo. Quanta metáfora pra esconder um sentimento. Quantas palavras pra poder descrevê-lo, sem ao menos encontrar uma que esboce realmente o que se sente. Quantas palavras eu vi saindo das bocas e quantas bocas se esconderam ou fugiram por trás das palavras.
Uma frase, uma bigorna, um martelo, uma palavra, um sentimento, uma metáfora, uma alegria, uma ressurreição, uma felicidade e um aprendizado.
Em beijos submersos, sentia tua lasciva língua invasora de cavidades em castidade já agora esquecida....
Entre olhares perversos e índole predadora, a cada mordida, mais apetecia-te as entranhas úmidas em meus anseios de ti...
Seguia a tua boca em meus seios... em meus meios... lá no fundo, bem no fundo do mar.
(Amor Submerso)
