Espiritualidade
Riqueza divina vs. riqueza terrena
O homem pode ter muita fama e riqueza, viver na opulência, mas se não tiver entendimento e não refletir sobre as coisas da vida, é semelhante ao gado que se abate, aos animais que perecem; morre como um animal qualquer. (Sl 49:20)
A mensagem do salmista nesse versículo é especificamente para os que buscam somente os bens materiais deste mundo e não procuram desenvolver um relacionamento com Deus do qual advém sabedoria. Sentem-se plenamente saciados com suas conquistas terrenas.
É mister meditar sobre a vida através da sabedoria de como conduzir as efemeridades do mundo para não se deixar levar por elas em detrimento do que realmente importa na vida.
Deus é o doador dessa sabedoria; logo, sem um relacionamento profundo com Deus cujos valores são eternos e jamais efêmeros, torna-se inviável receber esse dom divino.
Não sejamos, pois, como o gado que se abate. Sejamos racionais para adquirirmos sabedoria.
Tudo aquilo que não me acrescenta,
energias que não são boas,
deixo para 2022.
Em minha mochila para 2023,
apenas coisas essenciais e leves.
Meu coração é resistente,
mas também é fraco e não suporta pesos.
Intolerâncias e radicalismos não me seduzem,
assim como abro o coração,
quero manter a mente aberta para ouvir e aprender.
Não me sinto capaz de julgar,
também não darei esse poder aos outros.
Cada um com sua consciência,
e com as colheitas que a ela será permitida.
Cada um encontra uma maneira de viver o bem, em sua essência, após uma temporada na aflição do espírito. E todas se tornam sagradas se há pureza nos passos.
O espírito que por ali passava olhou com indiferença o vaso repleto de flores que já mostrava sinais de que a vida se esvaía...Pobres tolos, gastando dinheiro à toa, pensou ele. Poderiam comprar um bom cobertor e aquecer o irmão que tiritava de frio no portão do cemitério.
"O conhecimento interior só poderá ser alcançado, Quando percebermos que àquilo que buscamos esta dentro e não fora."
Assim como ninguém é obrigado a ser pastoreado por alguém, pastor não tem obrigação de cuidar de quem não quer ser pastoreado.
O tempo é apenas uma ficção pela qual explicamos a mudança. É a mudança, não o tempo, que transforma estultos em sábios e pecadores em santos.
É digno de crédito, quando se ouve de um cristão que seu voto para um político, é de interesse evangelístico e dívino?
Quem se atém demais às agruras daqui, nega e despreza inconscientemente, a importância e a beleza desta existência. Logo, não tem consciência de que não está preparado para a próxima.
A jornada espiritual é uma busca pela verdadeira essência, uma exploração das profundezas do coração. Se despir da ‘’túnica’’ da arrogância e deixar de lado o ego exige coragem, humildade e discernimento, mas são passos vitais para redescobrir a luz interior que está muitas vezes ofuscada pela ilusão da importância pessoal.
Homens escravizados por seus egos, manipulam a sociedade, a sociedade escrava da síndrome de inferioridade serve aos padrões.
É incrível e admirável como ultimamente os homens vêm se ligando, aceitando e aprendendo a ouvir e, até mesmo, ensinando outros a ouvirem suas intuições e pressentimentos.
Algo que todos temos, mas poucos realmente prestam atenção, poucos lapidam esse "poder" único e incrível que temos.
Dentro de nós há uma conexão com o divino masculino e o feminino, por isso basicamente todas as religiões (principalmente as mais antigas) nos ensinam a "olhar pra dentro", procurar a Deus ou Deuses dentro de nós mesmos, não no exterior.
Algumas religiões ou doutrinas indicam meditação, outros indicam oração, outros indicam rituais com chás e ervas psicotrópicas, mas a verdade é que todos eles têm algo muito importante em comum:
Nos ensinam a olhar pra dentro de si mesmos.
Se quer encontrar a verdade, procure-a primeiramente dentro de si.
Se quer mudanças, comece primeiramente com você mesmo.
Em um mundo muitas vezes dominado pela busca por sucesso, poder e reconhecimento, a jornada espiritual surge como uma bússola interna, nos orientando na direção da autenticidade e da compreensão mais profunda. A metáfora da fumaça da arrogância e do ego encobrindo a luz do coração reflete não apenas um dilema individual, mas também um desafio espiritual que muitos enfrentam.
A arrogância, como uma sombra, obscurece a visão interior, nos privando de enxergar além dos véus da auto importância. Ela cria uma barreira que separa a essência do ego, muitas vezes alimentada por uma busca incessante por validação externa. Nesse contexto, a espiritualidade oferece um caminho para dissipar essa fumaça, permitindo que a luz interna brilhe com mais intensidade.
Na prática espiritual, encontramos ferramentas como a meditação, a reflexão e a compaixão, que ajudam a dissipar a fumaça densa que envolve a essência do ser. A humildade torna-se um aliado crucial, permitindo que a luz do coração ilumine não apenas o caminho individual, mas também o entorno, tocando as vidas daqueles ao nosso redor.
