Espinhos
Flores sempre saem da boca de quem planta amor;
Espinhos sempre brotam do coração de quem semeia discórdia
O orgulho é uma coroa feita de espinhos invertidos: adorna a cabeça aos olhos do mundo, mas perfura a própria testa de quem a carrega no deserto do palácio vazio.
Cuidar de um amor ferido é aprender a abraçar os espinhos só para não esquecer a beleza da flor que um dia fomos.
Muitos reclamam da roseira por causa dos espinhos, mas ninguém reclama da uva, cuja maturação se transforma em vinho.
Alguns possuem a beleza, o esplendor, a suavidade e o perfume de uma rosa, mas escondem os espinhos!
Amo a vida, não por estar numa fase de flores, mas sim pela sorte de ter enfrentado poucos espinhos.
Tire as pedras do caminho, se puder,
Estas que te fizeram tropeçar.
Veja os espinhos nas rosas que aí estão,
Estes que te feriram a carne, então.
As orquídeas na primavera florescerão,
E o poeta continuará a fazer
Seus versos nas estações dos longos anos,
Revelando seus instintos e amores pagãos.
Eu quero ser o seu anjo da guarda,
Proteger-te do seu bel prazer,
Ensinar-te a amar-se
E beijar a tua face.
Quem sai na chuva
pode se molhar.
Quem semeia ventos,
tempestades colherá.
Quem busca, encontra.
Quem bate, abrir-se-á.
E quem julgar, julgado
Também será.
Eu quero ser o seu anjo da guarda,
Proteger-te do seu bel prazer,
Ensinar-te a amar-se
E beijar a tua face.
Ah, deixa-me entrar nessa alma tua,
Nesse jardim de espinhos e de rosas!
Sei que choraste noites dolorosas
Sozinha, à espera de uma luz que flua.
Foste sempre a que ama e que se entrega,
A que dá tudo e fica com o nada,
Três vezes desposada, e nenhuma amada
Como o teu peito, ardente, o exigia e nega.
E se não fosse assim tão fundo o teu tormento,
Se Apeles não te houvesse ido roubar
Metade do teu ser, do teu alento,
Talvez pudesses hoje, devagar,
Trocar o Veronal por um lamento
Dito em verso, e ficar, só para amar.
E ele será amado, oh sim,
Nos caminhos do meu coração,
Entre flores e espinhos,
Enfrentamos a escuridão.
Não são só arco-íris e borboletas,
É mais que um simples querer,
É um acordo de almas serenas,
Que juntos querem viver.
Meu coração é casa aberta,
Para quando ele quiser chegar,
Seja noite ou seja dia,
Aqui ele pode descansar.
Juventude enfrenta mares,
Ondas fortes de emoção,
Mas com ele ao meu lado,
Navego sem hesitação.
Nosso amor é força e brisa,
É farol na imensidão,
Oferecemos um ao outro,
Amor e dedicação.
Desentendimentos vêm e vão,
Mas nosso laço é resistente,
A vontade de estar juntos,
Nos torna sempre presentes.
Sua beleza e seu sorriso,
São joias a brilhar,
E eu, amante dedicado,
Sempre hei de cuidar.
Amor verdadeiro é paciente,
Resiste às tempestades,
E ele será amado,
Além das adversidades.
Nos dias claros, nos dias turvos,
Estaremos sempre a caminhar,
Pois o amor, em sua essência,
Sempre há de triunfar.
Agradeça pelos espinhos que Deus permite em sua vida. Eles libertam o coração da ilusão de chamar de lar este mundo caído.
Amor bela flor...
Flor de petulância e espinhos que encantam.
No tempo encontrava refúgio no jardim.
Tuas melodias era levadas pelo abuso dos ventos.
Na chuva que vinha chuvisco clamando terra seca...
Folha amarelada preenche o cheiro com a marra do desejo...
Foram queimados pelo sol e sua ardência demonstra que ate beleza tem um final...
Marreta flor se espalha pela floresta.
Minha alma rebelde floresce ate num pântano pois a vida é o amor tão simples... torna-se evidência do destino.
Somos copilidos com polem, a semente trans nascimento de outra vida.
Espinhos da madrugada
Ecos do coração embriagado.
Flores que sangram
memórias tais lembranças.
Fogo arde queima a paixão...
Vultos na parede do quarto
Devido devido a fumaça do cigarro.
Delírio da bebida vangloriar
Os espinhos da madrugada...
Flores que sangram nas sombras dos quarto.
Vago meus pensamentos perdidos
No transe profundo torna navegante.
Dualidade e insanidade.
Compreender eu do espelho e espinhos da existência.
Conjectura da fragmentos do eu
Trazem o desfrute do euforismo.
A capacidade de compreender o ser eu
No espelho caleidoscópio tornasse o teor da desconexão da realidade.
