Espinhos
O Olhar que Simplifica a Caminhada
A vida pode ser um caminho cheio de espinhos ou uma trilha de belos aprendizados; tudo depende dos olhos com que escolhemos enxergar o mundo. Viver com suavidade é exercitar a gratidão pelas pequenas coisas, é aprender a relevar as pequenas ofensas e focar a nossa atenção naquilo que edifica. A nossa alma cresce quando decidimos não dar tamanho gigante aos problemas diários. Que a gente aprenda a caminhar pela Terra de passos leves, espalhando sementes de bem por onde passar, certos de que a verdadeira felicidade não é a ausência de dificuldades, mas a leveza que cultivamos dentro de nós
As rosas são amor e carinho, os espinhos são a dor a espetar no no nosso caminho, e fazendo a gente chorar, viva a cantar, poque a vida é pequena, e ela só vale a pena se viver pra amar.
Herda sempre uma dose de coragem aquele cuja mão é preparada para manter os espinhos das flores arrancadas
Flores sempre saem da boca de quem planta amor;
Espinhos sempre brotam do coração de quem semeia discórdia
Muitos reclamam da roseira por causa dos espinhos, mas ninguém reclama da uva, cuja maturação se transforma em vinho.
Alguns possuem a beleza, o esplendor, a suavidade e o perfume de uma rosa, mas escondem os espinhos!
Ah, deixa-me entrar nessa alma tua,
Nesse jardim de espinhos e de rosas!
Sei que choraste noites dolorosas
Sozinha, à espera de uma luz que flua.
Foste sempre a que ama e que se entrega,
A que dá tudo e fica com o nada,
Três vezes desposada, e nenhuma amada
Como o teu peito, ardente, o exigia e nega.
E se não fosse assim tão fundo o teu tormento,
Se Apeles não te houvesse ido roubar
Metade do teu ser, do teu alento,
Talvez pudesses hoje, devagar,
Trocar o Veronal por um lamento
Dito em verso, e ficar, só para amar.
E ele será amado, oh sim,
Nos caminhos do meu coração,
Entre flores e espinhos,
Enfrentamos a escuridão.
Não são só arco-íris e borboletas,
É mais que um simples querer,
É um acordo de almas serenas,
Que juntos querem viver.
Meu coração é casa aberta,
Para quando ele quiser chegar,
Seja noite ou seja dia,
Aqui ele pode descansar.
Juventude enfrenta mares,
Ondas fortes de emoção,
Mas com ele ao meu lado,
Navego sem hesitação.
Nosso amor é força e brisa,
É farol na imensidão,
Oferecemos um ao outro,
Amor e dedicação.
Desentendimentos vêm e vão,
Mas nosso laço é resistente,
A vontade de estar juntos,
Nos torna sempre presentes.
Sua beleza e seu sorriso,
São joias a brilhar,
E eu, amante dedicado,
Sempre hei de cuidar.
Amor verdadeiro é paciente,
Resiste às tempestades,
E ele será amado,
Além das adversidades.
Nos dias claros, nos dias turvos,
Estaremos sempre a caminhar,
Pois o amor, em sua essência,
Sempre há de triunfar.
Agradeça pelos espinhos que Deus permite em sua vida. Eles libertam o coração da ilusão de chamar de lar este mundo caído.
Amor bela flor...
Flor de petulância e espinhos que encantam.
No tempo encontrava refúgio no jardim.
Tuas melodias era levadas pelo abuso dos ventos.
Na chuva que vinha chuvisco clamando terra seca...
Folha amarelada preenche o cheiro com a marra do desejo...
Foram queimados pelo sol e sua ardência demonstra que ate beleza tem um final...
Marreta flor se espalha pela floresta.
Minha alma rebelde floresce ate num pântano pois a vida é o amor tão simples... torna-se evidência do destino.
Somos copilidos com polem, a semente trans nascimento de outra vida.
Espinhos da madrugada
Ecos do coração embriagado.
Flores que sangram
memórias tais lembranças.
Fogo arde queima a paixão...
Vultos na parede do quarto
Devido devido a fumaça do cigarro.
Delírio da bebida vangloriar
Os espinhos da madrugada...
Flores que sangram nas sombras dos quarto.
Vago meus pensamentos perdidos
No transe profundo torna navegante.
Dualidade e insanidade.
Compreender eu do espelho e espinhos da existência.
Conjectura da fragmentos do eu
Trazem o desfrute do euforismo.
A capacidade de compreender o ser eu
No espelho caleidoscópio tornasse o teor da desconexão da realidade.
Nas lágrimas veladas espinhos são expostos como alivio da vida,
Pois mesmo magoados sejamos louvados.
Estradas por onde andei
Pisando por entre espinhos,
Lembranças que lá deixei,
Guardo com muito carinho:
A rosa que não plantei,
A pedra que não lapidei,
O desperdicio do encanto;
O dia que a encontrar
Tal pedra a esculpir,
Tudo pode recomeçar,
A rosa plantarei,
Avivarei acalanto,
Deixar de enxugar pranto,
De lágrimas deixado tantos,
Uma vez mais a sorrir.
Ademir Missias
Por onde for, que a vida exale cheiro de flor, faça germinar a paz, e, mesmo entre espinhos e dor, prevalecerá sempre o amor!
