Especie
👉 'A ansiedade é uma espécie de angústia rudimentar, nos posiciona acima dos acontecimentos da vida, desprendidos do chão, flutuamos. Sentimos uma ameaça constante e difusa, sem alegrias ou tristezas, saudades ou a presença de
alguém, pois a plasticidade da vida se esvai, é a ansiedade encobrindo a variedade de emoções e sentimentos'. 😢
"Até a enfermidade é uma espécie de ocupação, pois lhe toma tempo e tem a saúde como objetivo."
☆Haredita Angel
Se a inteligência fosse realmente um traço evolutivo de sucesso, a espécie humana não passaria tanto tempo inventando deuses para pedir desculpas por existir.
A humanidade é a única espécie capaz de amar e destruir o que ama, e ainda chamar isso de progresso.
Deus é um narcisista absoluto: cria o universo inteiro apenas para ouvir elogios de uma espécie microscópica.
... igualdades
forçadas, despropositais, resultam
numa espécie de pelourinho
de incoerências - sendo o
autoconhecimento a 'carta de alforria'
capaz de nos libertar dessas cartilhas empanturradas deilusórias analogias
e sofríveis originalidades que
nos assegurariam!
Não espere muito das pessoas, no fundo, a espécie humana quase sempre nos surpreende negativamente, salvo exceções é claro!
DA TRISTEZA - Ensaio
“...a tristeza é uma espécie de bolor da alma,
que cada novo pensamento contribui para eliminar.
É a putrefação da vida estagnada,
e cura-se com o movimento e com a atividade...diz-se que o tempo
cura a tristeza; os seus efeitos devem ser sem dúvida acelerados pela rapidez
com que se sucedem e pela amplificação crescente das causas que lhe dão origem...é propriamente este estado de espírito no qual o nosso desejo se fixa sobre o passado sem olhar para o futuro, um incessante desejar de que qualquer coisa que aconteceu, tivesse acontecido de maneira diferente, um desejo que nos atormenta e nos faz perder a esperança em qualquer satisfação ou posse de qualquer coisa perdida e que nenhum esforço, por maior que seja poderá restituir-nos...”
E todos os meus Medos, tenho costume de guarda-los dentro de mim numa especie de esconderijo secreto...não os guardo por acha-los importantes, mais sim por Orgulho em saber que ate hj nenhum deles foi capaz de me impedir de seguir em frente
Quando estiver jantando e no silêncio do momento você sentir aquilo… uma espécie de bem-estar maluco, onde as palavras não precisam ser ditas e o seu sorriso e olhar evidenciam o sigilo da sua alma. Bom, lamento, você estará apaixonada.
Primeiro:
O mundo todo era uma grande confusão.
Ela era indigna de qualquer espécie de confiança.
Andou diversas vezes para trás.
Trouxe consigo uma série de sarcasmos.
Enganou a plateia.
Segundo:
A carta foi enviada de São Paulo.
Nunca soube quem as enviou.
As janelas eram claras.
O lugar era impregnado pelo teu próprio cheiro.
Terceiro:
Insuportável.
Sei que existo.
Não sei de mais nada.
Ouço vozes, ouço silêncios.
A vontade que tenho é de ler o mundo todo deitada em minha cama.
Seria um modo fácil de estar preparada quando saísse para trabalhar. Lugar escroto.
Repito palavras. Não sei o significados de muitas delas.
Sou egoísta.
Escrevo sobre mim o tempo todo.
Sem resposta.
Me divulgo.
Me mostro.
Mas não sou o que se pode ler assim escancarado.
Olhe eu lá. Atravessando a rua. Carregando uma enorme garga explosiva dentro de mim. Sem importância. Nariz empinado. Sou um mistério. Me orgulho por isso. Mas na verdade não se é de muito conforto ser um mistério até para si mesma. Dês da adolescência sou meio perdida. Até tentei ler sobre tal assunto mas pra mim não deu muito certo. O livro de tal e eu não falamos a mesma língua.
No final eu sempre acabo sentada na poltrona ouvindo o eco silencioso de uma TV ligada e eu fitando o nada que geralmente no meu estado de insonia se torna muito interessante. Minhas expressões são grosseiras dignas de uma porção de medos.
Pausa.
Vontade de traze-la pra perto.
Ela confunde as coisas. Ela discorda de tudo que eu falo.
Mas na verdade a mentalidade dela é mais conturbada e barulhenta que a minha.
É por isso que não fala. É por isso que vive em silêncios...É por isso que anda tão distraída.
Um fato:
Eu sou egoísta.
Eu disse que escrevo tudo sobre mim então preste atenção em cada palavra. Pois são todas as minhas confusões mentais sendo jogadas em qualquer canto.
Cuide delas.
No fundo.
Eu na verdade sou uma rosa.
A mais vermelha e a que mais possui espinhos.
Suponho que os espinhos sejam fruto da sua imaginação criando para mim uma imagem aterrorizante e intocável inspirada pelas minhas expressões grosseiras.
Me perdoe.
Pode se aproximar. Repito. Pode se aproximar. Sem medo.
Mas se aproxime com cuidado porque as minhas pétalas se desmancham com muita facilidade. Mas tudo bem, venha com espinhos também.
A minha teoria:
Me sinto agredida pelos seres humanos até quando me olham com admiração.
A minha segunda teoria:
O problema sou eu.
~
Aprendi a observar cada movimento sem me mover. Parada como estátua. Vendo um suposto tempo passar. Vendo o dia virar noite e as cores mudando de aspectos.
Parada, observando o nada que neste instante se torna algo muito interessante.
Ultima nota da autora:
“O silêncio é a música mais fatal que alguém já ousou escrever,
L.R..
A hora de dormir é uma espécie de catalisador do ego. As vezes te arrebenta carregando tudo num mesmo momento. As vezes te poupa e permite alguma paz. É um sistema instável, como tudo que faz parte do emocional. E imperfeito. Pode voltar os mecanismos contra si mesmo.
(...) Até alma gêmea se limita a dois. A liberdade individual é fundamente em qualquer espécie, e isso não tem nada a vê em não ter segredos, pra mim cheira mais falta de confiança.
Ao sentires aflição ou uma espécie de abandono, não deixes que a depressão tome conta de teu espírito; mas lembra que bem perto de ti está o Deus das consolações com Jesus que te amou tanto, a ponto de morrer por ti, e que te olha com ternura e paterna expressão de amor; perto de ti está o Espírito Santo, o verdadeiro consolador...Com estes pensamentos expresso o meu desejo ardente de que teu coração se sinta consolado.
Somente uma vida virtuosa como a sua pode ter uma
alma tão iluminada e que causa espécie até ao por do sol.
Escritor é vidente
Vidente dele mesmo
Desconhece sua mente
No entanto, Advinha
Surge uma espécie estranha
De medo, paz e euforia
