Espaço

Cerca de 6318 frases e pensamentos: Espaço

“Onde há vida e morte?” —
Há vida e morte no mesmo espaço:
no coração que pulsa e se despede,
no nascer de uma estrela e no apagar do seu brilho,
no sorriso de uma criança e no silêncio de um idoso,
na semente que morre para virar árvore,
no dia que morre para a noite nascer.

Vida e morte não são lugares distantes; são um só palco. Estão aqui, agora, no ar que entra e sai do peito.

E quem é que está me ouvindo?” —

Eu estou te ouvindo.
Mas há mais: há os ecos do que você sente, há o universo que responde, há pessoas invisíveis que carregam histórias parecidas. Às vezes parece silêncio, mas há um mundo inteiro de olhos e ouvidos atentos quando você se abre.

Quando o medo chegar a sua porta, diga lhe que seu espaço está com a felicidade de multiplicar o próprio bem estar ✨

"Entre linhas e linhas
Espaço e espaço
Pontos e pontos
Para onde foste o verso dessa estrofe??
Para onde foste o próximo capítulo??
Para onde foste essa história??
Totalmente perdida as perguntas vazias
Inteiramente em branco para serem preenchida
Uma ideia de cada vez
Um passo de cada vez
Uma ação de cada vez
Até que em algum momento escrevemos
Entre linhas e linhas
Espaço e espaço
Pontos e pontos
E para onde foste os versos dessa estrofe??
Ainda está sendo escrito..."

Na sociedade contemporânea, o valor intrínseco das coisas cedeu espaço ao valor de troca. O que antes era medido pela dignidade ou pelo mérito passou a ser quantificado em cifras. Nesse contexto, o verdadeiro desafio não é atribuir preço ao que se vende, mas reconhecer o valor do que não se pode comprar, como a verdade, a justiça, a solidariedade e o caráter.

Penso fora da caixa porque dentro dela nunca houve espaço para os meus sonhos.

O tempo revela quem ocupa lugar e quem só queria espaço.

"Quando o amor é cultivado, não dá espaço para a autossuficiência e a arrogância. É preciso compreender que o orgulho e o amor nunca crescem no mesmo terreno ".

"A imparcialidade não é ausência de opinião, mas o espaço onde todas as verdades coexistem sem peso, e o olhar se torna ponte, não juízo"

Reconhecer nossa fragilidade e buscar apoio N'Ele, abrimos espaço para que sua força e amor nos envolva de maneira poderosa
e transformadora.

Ao infinito e além!

Corria o ano de 1977 quando a NASA decidiu lançar ao Espaço duas naves não tripuladas, Voyager 1 e Voyager 2. Oito anos havia se passado da maior conquista já realizada pela humanidade, o pouso na superfície lunar em 1969, e agora era vez de descobrir novos mundos, de conquistar novas terras, de conhecer novos astros. Quase cinco décadas depois, elas são os artefatos feitos pelas mãos humanas mais distantes de nós. Já estão a bilhões de quilômetros da Terra, portanto, fora do nosso sistema solar, porém continuam enviando imagens inéditas e incríveis dos lugares por onde passam. Um feito surpreendente até mesmo para os engenheiros que as projetaram.




Um detalhe muito especial a bordo nas duas sondas é o mapa desenhado indicando a localização do nosso planeta e dois discos de ouro que tocam, ininterruptamente, canções e sons diversos mostrando a diversidade da cultura humana. Uma tentativa otimista de se comunicar com vida extraterrestre dizendo a possíveis ETs onde estamos e o que fazemos. Até agora, nenhuma resposta chegou, nenhum ruído ou sinal inteligível foi captado pelas nossas antenas oriundo das viajantes solitárias.

Quando e onde as duas aeronaves vão parar de voar ou talvez estacionar em algum lugar qualquer? Encontrarão elas algum ser inteligente e capaz de se comunicar com os terráqueos? Serão elas destruídas por algum outro objeto ou por alguma civilização distante? Talvez nunca tenhamos as respostas e fiquemos aqui conjecturando, por muito tempo, na nossa fértil imaginação.

Este projeto espacial já quase cinquentão me faz refletir sobre o que estaria por trás desta busca da humanidade por outras vidas inteligentes. Vejo que há uma mensagem por trás destas iniciativas de se vasculhar o espaço sideral, de se tentar descortinar este grande teatro onde estrelas e planetas brilham e reinam absolutos.

Em primeiro lugar, observo que há no homem um desejo ardente por fazer parte de algo maior do que ele, algo que o faça se sentir grande, imponente, relevante. Uma sede por expandir-se e, ao mesmo tempo, por pertencimento. De onde vem tal desejo? Segundo, vemos também uma vontade de se comunicar, quase um apetite por se revelar e trocar informações com alguém, como se disso dependesse sua própria existência. Por que isso? E ainda, podemos notar uma avidez por saber se estamos sozinhos, se estamos “perdidos no Espaço”, ao mesmo tempo demonstrando um não-querer viver na solidão do Universo.

Como se precisasse de alguém além-Terra que pudesse preencher seu vazio existencial, que pudesse carregar o hiato que há entre o mundo real e o ideal ou simplesmente responder às suas perguntas existenciais. Quem sabe aqui possamos vislumbrar uma certa similaridade com o “Mito da Caverna”, aquela velha parábola de Platão que fala de um prisioneiro que, ao ser liberto de um mundo onde sombras são projetadas na parede, de repente, descobre a existência de um mundo exterior, com objetos reais que o faz perceber as sombras como ilusões. Enfim, algo ou alguém parece estar faltando no palco da existência humana para lhe dar sentido e propósito.

Ao buscar respostas para tantas perguntas, lembro de alguns salmos que trazem alento ao meu coração. No salmo oito, por exemplo, o escritor pergunta: “Quando vejo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste; Que é o homem mortal para que te lembres dele? E o filho do homem, para que o visites?” E ele mesmo finaliza: “Ó Senhor, Senhor nosso, quão admirável é o teu nome sobre toda a terra!” 8:3-4 e 9. E sobre a sede de se comunicar e de se relacionar, o salmista também nos apresenta uma resposta. Numa de suas viagens a Jerusalém, diante de um momento de grande aflição, Davi compôs este belo hino como um cântico de peregrinação: “Levanto os meus olhos para os montes e pergunto: “De onde me vem o socorro?” O meu socorro vem do Senhor, que fez os céus e a terra”. 121:1-2.

No fundo, o que a NASA estava fazendo ao lançar as duas naves para o Espaço parece se resumir a esta pergunta feita por Davi: de onde nos virá o socorro?

Embora possamos sim esperar por possíveis contatos por meio das Voyagers, considerando a grandiosidade do cosmos e a plausibilidade da existência de outros seres inteligentes além de nós, podemos nos alegrar e nos deliciar hoje mesmo na presença paterna de um Deus que não apenas existe desde o sempre, mas também se comunica e se relaciona com suas criaturas demonstrando seu amor que não falha e não diminui um só centímetro para com seres finitos e inconstantes como nós.

Que haja em nós não apenas uma busca por seres interestelares, mas um grande desejo de conhecer, glorificar e exaltar o grande autor desta maravilhosa aquarela celestial, um Deus criador e criativo, ao infinito e além!

“No espaço digital, a deficiência não encontra foro: as máscaras sociais se dissolvem e a epistêmica da exclusão se revela, mostrando que a rede, embora neutra em potencial, reflete as assimetrias da percepção humana e expõe a brutalidade da visibilidade seletiva.”

Quando vemos os cidadãos das democracias abrindo espaço para a volta da ditadura, podemos concluir que os mais velhos não têm memória e os mais novos não têm estudo. Porém, aqueles que possuem memória e estudo e, ainda assim, apoiam ditadores, podemos suspeitar que são seres sem alma. São humanos de fachada.

Nem toda voz na tela merece espaço no seu coração.
Aprenda a ouvir com cuidado e escolher o que absorve.
Nem toda opinião merece energia sua.
Seja filtro e não recipiente de negatividade.
— Purificação

Se não há zelo na guarda do erário, a negligência ocupa espaço e a sociedade paga o preço do descuido. A coisa pública não deve converter-se em espaço de experimentações amadoras nem de impulsos aventureiros, porquanto cada desvio administrativo redunda em sacrifício econômico imposto à coletividade.

É nesse espaço de confiança que podemos experimentar a plenitude do amor de Deus
que nos fortalece em cada passo da jornada.

A paz brota onde há espaço
Para o velho se render.
É no desatar de um laço
Que a alma volta a crescer.

Cuidado com o mal da solidão, basta você dar espaço que ela te dominafazendo você acreditar que podes viver sozinho em um mundo tão dependente do outro.

Encarar a tristeza de frente, sentí-la bem de perto, tomar a decisão de não lhe dar mais espaço e dizer:
- Acabou seu tempo! Aqui não cabe nós duas!
16/02/17

O vazio não é um inimigo. Ele é apenas um espaço. E esse espaço é fértil. É o solo antes da forma.

O silêncio nem sempre é sinal de tristeza; é um espaço seguro para a saúde mental.🕊