Escrever uma carta a uma Criança
Dia do Trabalhador
Criança colocada sobre as costas
Fé e determinação colocada no peito
É assim a mamana do mercado
Que não procura por muito, e sim por um bocado
Nas noites tão frias
O inverno a espreita
Há um homem sobre a parede
Espreitando a cada barulho a vista
Aquele velho guarda da esquina
No corpo, quanto ferimento
Sangue a vista nos olhos de quem vê
Coração perto de ser cuspido pela boca
Mas o dever de um médico é salvar vidas.
às vezes entro em desespero e tento não encarar meus medos,
Me sinto como uma criança e você é o meu protetor,
Às vezes me pergunto "o'que diabos é o amor?"
Eu não tinha maturidade para um relacionamento, te machuquei e por ter feito isso eu lamento,
Mas acho que por te amar demais não consigo encarar os fatos, acho que caí na sua armadilha como um pato
Já te explicaram o que e a felicidade?
Pois eu te digo criança. A felicidade e quando você olha para nuvem e vê um dinossauro, quando imagina a lua como um delicioso queijo ou quando imagina, será que as nuvens tem gosto de algodão? ou se elas são realmente feitas de algodão, e isso, a felicidade e uma mistura de emoções mistas ou lembrança de como você imaginava o mundo em sua infância.
A felicidade não se resume, ela vem e vai, você mesmo pode faze-la.
Cores
(a Cecília Burle)
Enquanto a gente é criança
Tem no seio um doce ninho
Onde vive um passarinho
Formoso como a Esperança.
E ele canta noite e dia
Porque se chama: Alegria.
Depois... vai-se a Primavera...
É o tempo em que a gente cresce...
O riso se muda em prece,
A alma não canta: espera!
E ao ninho do Coração
Desce outra ave: a Ilusão.
Mas esta, como a Alegria,
Nos foge... E fica deserto
O coração, na agonia
Do inverno que já vem perto.
Nas ruínas da Mocidade
É quando pousa a saudade...
Na Fila do Algodão Doce
Esperei, como quem guarda o mundo,
Com olhos de criança, puro e profundo.
Um pedaço de tempo só pra nós dois,
Um instante onde nada fosse depois.
Mas a fila parou, o doce escapou,
E o que era espera virou amargor.
Vi o tempo levar o que era meu,
Como quem roubou o lugar que escolheu.
A raiva subiu, feroz, inclemente,
Um furacão que tomou minha mente.
Não foi só o atraso que me fez,
Mas o sonho quebrado da nossa alegria.
Agora, sozinho, tento entender
Que o amor também sabe perder.
Que em meio à fúria, há espaço pra ver
Que eu só quis você, e não sabia dizer.
Perdoe minha pressa, meu jeito menino,
Que espera demais no amor sem destino.
Ainda sou aquele na fila a sonhar,
Esperando o momento de te encontrar.
Difícil os laços que a vida te dá
Quando criança nem sabe o que é,
Ama família, vive por nada,
Sem sabe o que quer
Daí adolescente só sente o contrário
Acha que tudo é errado
Que vc é o coitado
E sofre querendo somente atenção
Depois vai crescendo e piora então
Agora adulto, mas sem nenhum
Quando mais jovem achei
Que envelhecer traria algum
Sentindo para esse viver
Mas não só continuamos a crescer
Não que objetivamos o significado
Mas nessa realidade, só tem valor errado?
Por que não contestar?
Por que não dialogar?
Por que não tentar mudar?
Por que deixamos de acreditar?
Mas isso me faz lembrar
Há seis anos que não escrevo
Quero as vezes, faço, mas não sinto mais apreço, simplesmente pq desisti de tentar mostrar. Antes queria ensinar, era o que eu achava, na verdade em meu ego eu pensava em mostrar minha verdade, e impor por minha necessidade algo que não era
Ouvido.
Kabal Simmons
Voltando hj e agora produtividade a mil.
Sou criança, preciso de proteção
Sou criança preciso de um lar
Preciso de respeito e muito amor
Por favor, seja quem for...
Cuida de mim com carinho
Me mostra o bom caminho
Sou criança, preciso de proteção
Me proteja, me dê a sua mão!
Sou inocente e sem defesa
Dependo de quem está aqui "pertim"
Pra me ensinar coisas boas
E os valores que me ensinas
Serão os alicerces de mim,
Então, não me ensina a ser ruim!
Sou criança, preciso de proteção
Me proteja, me dê a sua mão!
Eu não sei dos seus problemas
Ainda não compreendo a sua vida
Suas dores, revoltas e feridas
Mas, não desconte suas dores em mim
Não me maltrate nem um "pouquim"
Sou criança, preciso de proteção
Me proteja, me dê a sua mão!
Violência não por favor
Preciso de carinho e compreensão
Neste lar onde Deus me colocou...
Eu quero crescer saudavelmente
E me lembrar com carinho de você
Não me maltrate, eu quero crescer...
Eu quero viver!
Sou criança, preciso de proteção
Me proteja, me dê a sua mão!
E porque tudo é complicado.
A vida seria fácil se todos
Tivessem aquele espírito
De criança. tudo seria mais
Fácil não teria tanta arro-
Gancia como hoje. E tudo
Seria mais leve igual a
Brisa do mar quando bate
Em nosso corpo, isso sim
Vale a pena viver e não só
Acumular memorias mal
Vividas.
"Sou rijo porque nasci no tempo em que a criança era acordada para ir dormir, diferente da geração de deixa criança dormir".
"Vocé é uma semente plantada na rocha consigo ninguém se preocupa, até sua vida penhoram na aposta".
Eles exibem a sua miséria para pedirem ajuda, em nome dos necessitados os filhos é que estudam na Tuga.
Um dia vais entender que até um estudante que tira ZERO VALORES no teste, trabalhou muito para nada.
Não te pressione para impressionar.
Ando sempre cansado porque passo a vida a luta, claro contra a pobreza.
Quando for para subir comece sempre de longe, porque de perto muitos estarão para te inviabilizar.
Se for para subir, suba sozinho porque ao cair todos irão se afastar apenas sua coluna vai te suportar no chão.
Liberte a criança que existe dentro de você. E permita que ela seja sempre livre e curiosa. Que aprenda com os erros, mas não tenha medo de errar e se arriscar novamente.
Acorde todos os dias com a curiosidade de uma criança, com vontade de aprender e descobrir coisas novas. Afinal, as crianças nos ensinam todos os dias que, com o menor dos gestos, temos a chance de perceber como a vida é maravilhosa.
Liberte a criança que existe dentro de você. Para ela, é possível enxergar beleza na vida todos os dias. Até no tempo cinzento ela logo resolve a questão com seu estojo cheio de lápis de cor.
Quando estiver sentindo vontade de desistir, lembre que sua criança interior não conhece limites. Para ela, todos os sonhos são possíveis. E ela não duvida que você seja capaz de realizar cada um deles.
Liberte a criança que existe dentro de você. No meio da chuva, calce galochas e se divirta pulando as poças d’água. Quando aparecer o arco-íris, pegue os lápis de cor e tente capturar todas as cores no papel.
Quando o presente estiver muito difícil, viaje na sua imaginação sem limites. Só não deixe a vida apagar o brilho nos olhos e a pureza no coração da criança que carrega dentro de você!
Existe uma criança dentro de nós. Às vezes tentamos escondê-la. Às vezes as preocupações da vida até nos fazem esquecer que ela existe. Mas não deixe esse brilho dentro de você se apagar.
Quando o peso da vida parecer esmagador, resgate a criança que existe dentro de você. Esse ser de luz vai te ajudar a enxergar a leveza e as pequenas coisas que fazem a vida valer a pena.
Quando criança não tínhamos olhos maldosos; não pensávamos em ganhar vantagem; não nos sentíamos superiores ou perfeitos, nem percebíamos as diferenças ou nos julgávamos melhores, apenas vivíamos e nos divertíamos.
Então a gente cresceu! E aí era preciso tomar atitudes, ter responsabilidades, assumir compromissos e honra-los. E tudo isso que não tínhamos, quando criança, tivemos que aprender a ser. Entretanto, passamos a notar as diferenças, se tornar preconceituoso e desrespeitoso com o próximo, pois perdemos o coração de criança!
É pessoal, foi preciso crescer, foi preciso mudar, foi preciso ter compromissos e atitudes; todavia algo que não era preciso, deixamos acontecer: “o envelhecer do coração”. Ter um coração de criança nos faz acreditar nos sonhos, por mais impossíveis que sejam; nos faz ser amor, carinho, afeto, dedicação e, principalmente, abraços e sorrisos!
Que você ao crescer, ou se já cresceu, continue firme nas suas decisões, fiel em seus compromissos, digno com o próximo, respeitoso com as diferenças e solidário ao que necessita sem jamais perder o coração, as palhaçadas e alegrias de criança!
Aqui nesse quarto escuro volto a ser criança, um choro incessante, um medo desesperador!!!
Mas agora o medo não é mais do escuro, quisera o fosse!
Agora não me refugio mais nos braços seguros de minha mãe...
Sabe o mundo?
Pois é... é ele que me amedronta nos dias escuros e chuvosos!
Os segundos voam, voam e voam...
E com eles se vão um pouco de minha vida, e eu me pergunto se estou fazendo esses segundos valerem a pena,se estou me empenhando a alcançar meus objetivos,se tenho dado assas aos meus sonhos,ou se tenho dado chão aos meus pés...
Se tenho dado o devido valor ás pessoas a minha volta, se tenho realmente noção de que a qualquer momento posso perde-las para sempre,sem ter tempo de me despedir ou de falar o quanto são importantes em minha vida...
Mãe
O meu amor por ti é infinito e incondicional
Mas seus braços já não podem resolver todos os meus medos
Queria que fosse coma na infância que tudo se resolvia quando você acendia a luz e todo o meu medo ia embora, e que quando em seus braços eu encontrava toda a segurança que eu precisava...
Queria hoje poder, bater na porta do seu quarto e dizer que sinto medo, me refugiaria em seus braços e pediria para que você acendesse a luz,
A luz desse meu mundo escuro e sombrio
Mas já é madrugada, e todos dormem...
Hoje sou adulta, e a escuridão que me tira o sono e me amedronta mãe,
Não é a escuridão do meu quarto!
É a do mundo, e temo que talvez você não possa acender a luz pra mim mãe.
Pois essa escuridão também te mete medo...
E veio na brisa, num lapso...
Envelheceste mas a condição de eterna criança ainda está em ti, que belo.
Sentimo-nos jovens, loucos e apaixonados pela divertida condição de estarmos vivos e é isto que nos afasta e nos aproxima.
Então curto daqui, vc acolá.
A Brisa vem e traz o rastro de um amadeirado que nunca foge da anamnese.
Num fluxo de ir e vir, contínuo e desmedido.
Uma corrente nunca mais alforriada
Um laço que nenhum tempo desdará.
Derradeiro
Um dia alguém me contou que quando era criança chorava
quando ouvia ou lia a palavra derradeiro.
Acolhi com ouvido de poesia. E sorri, dentro,
com ternura por essas singularidades lindas de cada um.
Mas sorri muito mais porque adulta,
diante de cada experiência derradeira que a vida desembrulha,
geralmente choro também.
Às vezes, à beça, por outros tantos instantes derradeiros.
Memória de choro é vasta.
Criança
Tem todo tipo de criança,
Tem criança arteira,
Tem criança bagunceira,
Tem criança artista,
Tem criança surfista,
Tem criança agitada,
Tem criança animada,
Tem criança curiosa,
Tem criança orgulhosa,
Tem criança mimada,
Tem criança engraçada,
Tem criança educada,
Tem criança dedicada.
E o que toda criança quer?
Brincar, estudar, pular, dançar,
Ser o que quiser,
Imaginar tudo o que puder.
Comer doces e salgados,
Hum, que delicia!
São muito enfeitados.
Assistir desenhos,
Ter muitos e muitos sonhos,
Ir ao parque de diversões,
E brincar com muitos balões.
Ir ao zoológico,
Ir ao parque aquático.
Imaginar que é pintor,
E pintar a galeria, com muita alegria.
Imaginar que é piloto de corrida,
Passou pela avenida?
Não, pela pista de corrida.
Imaginar que pilota um avião,
E bailar nos céus com seu grande coração.
Conhecer a Disney,
Olhe lá o Mickey!
Conhecer o Japão,
Sayonará! Tem japonês de montão.
Conhecer a França,
Bonjour! Como vai França.
Conhecer a Itália,
Ciao! Olá querida Itália!
Conhecer a Espanha,
Hola! Como vai Espanha?
Brasil, meu querido,
Quem não te conhece,
Com certeza vai querer te conhecer.
Olá! Nosso Brasil, ele é juvenil.
Conhecer o mundo em um minuto?
Brincar o dia todo sem se cansar?
Assim é criança.
Amizade (d)e infância
Amizade não tem que começar quando criança,
mas quando quer que comece, tem que ser com confiança...
Tem muitas amizades que começam na infância
-com brincadeiras de roda,
giz de cera espalhados pelo chão,
pique-pega, pular corda,
jogar peteca, brincar de boneca-
e nos acompanham
enquanto tentamos crescer.
Tem amigo que a gente lembra
do quanto conseguíamos ser radicais:
apostando corridas perigosíssimas
de velotrol em nossos quintais.
Tem amigo que a gente lembra
de quando aprendeu andar de bicicleta
de quando levou tombo de patins
e desistiu do skate que não deu certo.
Tem coisa que é a cara da infância,
como comer bolo de chocolate
e se lambuzar.
Beber bastante refrigerante para ver
quem consegue o alfabeto arrotar.
Tem também aquele momento,
de sair correndo pelo asfalto,
tropeçar no próprio pé e cair.
Eis o tenso instante de decidir
entre chorar ou rir.
Chorar.
Logo passa.
O choro passa, a dor passa,
a infância vai passando, devagar...
Vai passando na memória
a lembrança de quando arqueólogos
queríamos ser...
Para encontrar ossos
de dinossauro no jardim,
enquanto estávamos cavando,
na terra a nos sujar.
Em vez de um crânio de t-rex,
catávamos minhocas, tatu-bolas,
brincávamos com as joaninhas
e depois íamos colher acerola.
As histórias nunca acabam, vão apenas piorando...
Vão de um simples joelho ralado
até um coração estilhaçado.
A amizade cresce junto com a gente,
com uma força indescritível
e mesmo que estejam distantes,
os amigos são amigos.
Confessos, travessos,
brincalhões, companheiros,
protetores, bobos, piegas,
bregas ou estilosos, metidos,
modestos, um shake de sentidos,
de sentimentos, de tudo o que vivemos.
Amizade é aquela coisa estranha,
que dá trabalho,
que cansa,
mas é necessária
e sempre traz alegria, esperança,
consolo ou alguma maré boa.
Traz alegria para a vida e conforto para o coração.
Pedacinho de Papel em dobro
Um pedacinho de papel voou
E na imaginação da criança, pousou.
No céu, vira avião a riscar
E na cabeça chapéu de pirata pronto a brincar.
Se molhado, vira barquinho no rio,
Se amassado, bolinha que caiu.
Se recortado, coração despedaçado,
Se rabiscado, desenho encantado.
Pode ser mapa de um tesouro,
Ou memória que vale mais que ouro.
Convite de festa, diário lacrado,
Livro, cartinha, segredo encantado.
Pedacinho de possibilidades,
Fruto de uma árvore das nossas cidades.
Se vai para o lixo, é puro desperdício,
Na reciclagem, ganha novo ofício.
Este pedacinho de papel é poesia,
Um verdadeiro mosaico de alegria.
Um origamin que brincou e encantou
E a imaginação da criança também dobrou.
Ele não era assim tão pequenino,
Eita papelzinho cheio de destino.
Sozinho não consegue decolar.
Sopre-o para outro lugar.
Karina Gera
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