Escrever porque Escrevo

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Dentro da escola aprendemos a ler e a escrever.
Agora escrevo-te estas rimas...
Que cada palavra falada...
Tenha a sua força e poder...
E aprendemos na escola que com esse poder, ninguém poderá nos subverter...
As palvras nos ajudam a sobreviver...

É péssimo escrever quando estou triste
Porque até mesmo aquilo que escrevo
Me comove
E eu me chateio outra vez.

*Quando Eu Escrevo*
Escrever para mim é no entanto o maior ato de coragem
Quando eu escrevo eu me liberto
De algo que eu ainda não sei o quê é,
Quando eu escrevo eu me transporto para um mundo irreal
Onde o silêncio das palavras ecoa como o balar dos sinos de uma catedral,
Quando eu escrevo eu tenho na mão a canela
Nas palavras o poder
Quando eu escrevo eu encontro o meu alento,
Quando eu escrevo eu escrevo...
Escrever foi o maior ato de bravura que já cometi

O meu “problema” talvez seja a compulsão. Escrevo, tenho de escrever, é o que me dá vida. Talvez eu não seja um grande escritor. Mas sou um escritor.

Eu poderia escrever sobre ó amor a felicidade!
Mas eu só escrevo á minha realidade

Eu escrevo sobre o que me incomoda, me afeta, me enfurece. Não sou muito de escrever sobre amor. Apesar que escrever sobre o caos, foi a forma que encontrei pra falar de amor.

Não sei por que escrever para você pois não tenho a intenção de enviar; mas sempre que escrevo, algo em mim se acalma e posso ficar mais tranqüila.
Percebi estes dias que fui viajar que possuo um vício, é um vício! Sempre gosto de pessoas para as quais não sou essencial; pode parecer melodrama, que seja então, mas na realidade me sinto assim.
Ocupo um lugar no coração de todos, uns pelo meu desprendimento, outros pelo grau de parentesco, pela amizade e companheirismo em horas que normalmente se está só. Sei que este lugar existe, sei da importância que tenho para todos, sei até mesmo do amor que nutrem por mim. Essencial é diferente! É não ser, não viver sem o outro; é querer saber aonde encontrar, como tocar, é querer estar junto mesmo que em pensamento, sentir falta...Isto nunca tive!
Sempre espero o que não posso ter... talvez seja isso, talvez eu queira ter uma importância que não me cabe, ou um amor que não existe. Poder esperar por algo, ainda que demore, poder sentir algo tão sublime que simplesmente seja impossível para mim.
Eu que me viro só para tudo, eu que nunca soube pedir nada a ninguém, agora espero alguém que me acolha em seus braços somente para me sentir por perto, somente para me acarinhar...

Escrevo, pois escrever é a minha única arma, escrevo para ver eternizado uma parte de mim. Ás vezes o que se torna perpetuo são meus sorrisos, outras minhas lágrimas,sei que cada palavra escrita a punho, cada letra digitada por meus dedos, se torna um fio de minha vida sobre o mundo. E sabe-se lá quando, um fio dessa minha vida, salvará a de outros, ou a destruirá para sempre, concluo então, o escritor se torna responsável pelo efeito de suas palavras sobre o mundo.

Eu prometi que não ia mais escrever sobre você, mas veja que ironia, tudo que eu escrevo tem alguma parte sua, nossa.

Quando é preciso escrever, eu escrevo o melhor dos sentimentos.

Escrevo talvez não só por escrever, por alguma razão de pensamento ou sentimento, eu escrevo e sei que ainda vou escrever.

E então me deu vontade de escrever… Porque quando escrevo eu desabafo, quando escrevo sou mais verdadeira, sou mais eu. Me deu saudade do passado hoje, me deu saudade dos velhos amigos, da velha escola, do meu velho amor, me deu saudade de mim… E foi aí que me dei conta de que melhorei bastante, notei que já não sou aquela pessoa melancólica, aquela menina rebelde, que não sou mais aquela menina que fazia as coisas sem pensar. Notei também que não tenho os mesmos sonhos que antes, notei que os meus objetivos são totalmente diferentes dos que tinha há alguns anos atrás. Notei que sou uma mulher agora, mas às vezes tenho atitudes de menina, e quem não tem essa recaída às vezes? Quem nunca quis voltar no tempo para corrigir alguns erros? Quem nunca teve a curiosidade de saber como estaria a sua vida agora se tivesse feito algo diferente? Quem nunca pensou: E SE?
Mas quer saber? Eu estou feliz, e pra ser sincera pensei que demoraria pra isso acontecer, pensei que fosse necessário tanta coisa pra isso acontecer e na verdade não foi preciso quase nada. Foi preciso só eu me aceitar do jeito que eu sou, e viver a vida da forma mais simples possível, só foi preciso eu amar tudo que está a minha volta de uma forma inexplicável.
Descobri que o segredo de viver bem, é só viver. E que com o tempo tudo se resolve.

⁠“Escrever por ser poeta”

Escrevo por ser poeta
Escrevo por pensar muito
É a minha natureza
As palavras as memórias registadas
Mas registo-as de forma diferente
Com sentimentos e rimas,
Muitas vezes escuridão,
Porque quando as pessoas me atiram com caixas pesadas
Tenho que as esvaziar desta forma
Se não vou acabar por deixá-las cair no chão
Mas que culpa tenho eu?
Sou uma mera escritora
Busco conforto no silêncio e na escrita
Para me acalmar e falar em silêncio
Pelo menos não sinto as facas que as pessoas me lançam
Nem as ouço quando cortam a minha fala
Desta forma não lido comentários que não quero
Quer dizer…
Na verdade lido mas são apenas os da minha cabeça
Esses não posso evitar
Já nasci com eles aqui dentro
Poetas são conhecidos por sentir muito
Por sentir e pensar demais
Mas na verdade,
Poetas acabam por fazê-lo com motivos
Somos sempre quem sai magoado
Amamos mais do que queremos
Sempre me lembro de ser o poeta
Mas nunca vi um poema sobre o meu nome
Nenhum poema falou sobre o quão calorosos são os meus olhos
E nunca me dedicaram nenhum a falar sobre as estradas das minhas mãos
Talvez esteja a pedir pelo que não devo
Porque quem se apaixona por poetas tem sempre o nome onde não sabe
Mas continuo a escrever e desejar um dia ser eu o poema
Enquanto escrevo sobre as miragens da verdade

⁠Gosto de escrever o que sinto
Escrevo com coração...
Não sou intelectual que usa palavras difíceis...
Deixo fluir meus sentimentos
Mostrando sem medo Tudo Que sinto.
Não vou atrás de estilos
Coloco meus sentimentos para fora....
Sou ridículo??
Não me preocupo com isso
Amo o que faço sem máscaras...
Quem quiser me conhecer
É só ler meus escritos...
Isso é o que importa..

So os poetas sabe !
LOKHINHA SKT 03
alegria em Ler felicidade em escrever nem tudo que escrevo faz sentido
para quem Ler, Apenas quem pega uma caneta , para espresar seu
Sentimentos sabe oque quero dizer (...)

Já não escrevo como antes.
Esta metamorfose é notória demais.
Houve tempos em que escrever não era um exercício exaustivo — era apenas uma forma de conversar comigo mesmo.


Hoje, parece-me que o meu Eu e eu sofremos uma mudança drástica. Sentar-me para dialogar com ele tornou-se uma tarefa árdua, quase impossível.


Mas o que julgavam? Que era apenas acordar e escrever? Não. Nunca funcionou assim.


A verdade é que percebo, aos poucos, que estou a perder um grande amigo: o meu Eu.
Riamo-nos tanto das complexidades e banalidades… e nunca partilhei algo tão íntimo com outro alguém senão com ele.


Nem sei por que vos escrevo isto. Talvez não me entendam. Não estais preparados para compreender-me. Já é tarde demais. Estive acessível durante tanto tempo, esperando ser entendido, mas o meu Eu decidiu libertar-me deste tédio.


Encarnei uma introspecção feroz, que me levou a muitos estágios: da lógica à filosofia, dos delírios ao retorno — sempre o retorno.


O lado sombrio cessou por um tempo, mas agora que o meu Eu se esvai, sinto que não terei mais controle sobre as trevas que habitavam o meu ser.


Antes de conhecer o meu Eu, eu e elas — as trevas, o abismo — éramos um só. Eu ia para a cama, mas elas não; eu ficava de vigia para não sucumbir. O meu universo não tinha colorações, apenas escuridão.


Com a chegada do meu Eu, tudo mudou. Olhámo-nos nos olhos com sinceridade.
Quando vos digo que não sou pertença vossa, ignorais o facto. Apenas quereis ouvir o que convém ao vosso ego.


Mas o meu Eu esvai-se… esvai-se e nunca mais retornará.
E quando eu também me for, não me sigam.


Tentei trancar-lhe as portas dentro de mim, implorei que ficasse. Disse-lhe que ninguém o poderia substituir, que sem ele eu sucumbiria.


Ele ajoelhou-se para me alcançar. Questionei-o: “Porquê tudo isto?”
Mas apenas partiu.


E eu morri com a sua partida.
Morri, porque a minha paz era a única força que me mantinha longe das sombras.
Morri sem remorso, apenas para reencontrar o meu fiel amigo — o meu Eu.


Não compreendereis isto.
Não me sigam.
Vivam a vossa vida.


Há em mim tremores de mundos complexos, de uma aura tenebrosa.
Apartai-vos de mim.
Não pedi socorro.
Livrem-me da vossa pena.
Tirai-me do alcance da vossa visão.


— SUSATEL

Assassinos da gramática...
....escrevo tudo sei ate não saber nada mais...
Não sei escrever apenas copio o que escreveu!
As palavras estão mortas....!
Somos cegos e analfabetos funcionais?
E alguém diz analfabeto político asas da liberdade esta em chamas...
Pois a declaração de pobreza intelectual sera superarada pelos momentos mortos...
Algoz atroz, mundo sem palavras ou fonemas...
Seria possível um percentual absurdo instante.
Voltaria num tempo da inocência...
As palavras era pequeno mundo numa mente vazia...
As chamas dos desenho rupestres elevam sonhos de futuro melhor.
Voto de cabresto ainda vemos as palavras tomarem formas.
Maldizer para o cantor que se perdeu no tempo.
A escuridão sem semântica se torna a deriva a que o abismo da palavras sejam instante de lágrimas de quem aprendeu a ler catando milhos..
A cópia ganha contraste de um abismo.

Hoje eu apenas escrevo
Sonho
E vivo
Mesmo sem escrever
Sem sonhar
E sem viver.

O que me inspira hoje


Eu gosto de escrever
Quando escrevo me lembro
De como é bom viver
E que a escrita é boa para o desenvolvimento


Sou poeta amador
Escrevo alguns, nem tantos poemas de amor
Sempre com respeito pelo leitor
E pela poesia que me fez ser escritor


A escrita está sempre no meu pensamento
Seja quando de dia acordo, seja quando de noite durmo
Ela é mais do que um passatempo
Ela é minha vida, ela é meu mundo


Espero encontrar uma poetisa
Que partilhe o prazer da escrita
Que da nossa partilha nasça uma filha
E que ela se chame a mestra poesia

Escrevo acordada, dormindo penso em escrever.

Bebo escrevendo e ao escrever também penso em beber.

Escrevo chorando ou choro de tanto escrever.

Escrevo porque tenho o que dizer ou escrevo porque nada tenho, mas gostaria de ter.

Escrevo porque sinto, porque senti ou porque gostaria de sentir.

Escrevo quando amo e sei amar quando escrevo. Às vezes me amo por gostar de escrever e noutras me odeio por precisar escrever.

Escrevo para procurar alguma coisa que não sei, procuro alguma coisa que não sei para escrever.

Escrevo para negar o que não sou, negar o que eu sou e me negar de eu mesma.

Escrevo para afirmar o que não sou e não quero ser e para afirmar o que um dia eu ainda quero ser.

Escrevo o que sei, sei o que escrevo. Na verdade nunca sei o que estou escrevendo, ou estou escrevendo coisas que nunca saberei.

Escrevo por necessidade e por amor e até mesmo por ter amor a essa necessidade.

Não escrevo por que sei, pois tenho muito a aprender. Escrevo porque tenho que aprender muita coisa que eu não sei.

Inserida por georgiamedeiros