Escrever
É bem certo dizer que, homens sábios nesse mundo; nem precisem escrever; muito menos ler... idiomas e seus frágeis desusos, apaziguando as fonéticas dos ventos.
Se o ofício de uns é escrever é porque o seu é cantar direito e, ou, entoar perfeito, no nosso ordenar com as sabedorias do estar, sem inventar, pra não machucar, os alegres caminhantes do comunhar.
Sem regras podes escrever prá que a formação de suas vestes não desemboque em tecidos dos terceiros.
Sem experiência não se deve escrever, pra não criar àquilo que não se serve, a não ser que sejas pelos sonhos in-você, em sua criatividade de florescer dos quê pode ria ser.
Não podias falar, era dos ainda, sem lho escrever às verdades pra seres, em simples manifestação o corrigir, pra seguir livre em sertes.
Pra cantar sempre o que não é seu e pra escrever os maus em que se meteu pra sanar os que não (entedeu).
Posso falar e escrever muitas coisas, a certeza é que sentimento não se define... faço meus passeios de rever.
É maravilhoso poder escrever: muito prazer o universo precisa de você porque tens muito para oferecer.
Prefiro falar a verdade pra tu ter que escrever mal vontades e, isso de nada adianta, sem a alegria de poder te, rever, quando quero, no Paraíso dos tempos que necessitam e integram.
Escrever é uma certeira digesta rápida, é a gratidão sem atalhos, aos vazos planos de um dia solitário porém, necessário, fechando o falatório, acertando positórios.
Podes me ler, pra escrever o seu perfume que brota, mesmo que a verdade em nós possa incomoDar é que, acomodando, a vida vai se informando e, apaziguando, as verdades da existência bendita pra vóz, é um cordão, de bem e, ou de mal, dê se dissipa, se o fizer além de igual.
Não perca tempo buscando quantidades já que sabes escrever e, sem precisar o ler, acerte sem setas às renovadas das realidades.
Nunca preciso escrever e, agora preciso dá satisfação pra você, ou, é favor, pra saber que tudo vale, sê o saber do viver.
