Escrever
Escrever é um ato de guardar memórias, e também um ato de resistência, prolongando a nossa existência.
Poemas, versos, poesia e canções...
Sinto muito, pois sou brega...
Escrever-te este antes de ti se levantar-se...
Sinto tanto...
Mas este e meu jeito de demostra-te minha paixão, encanto, carinho e desejo por ti...
É bom demais escrever poemas. Alguns levam anos para terminar, mas em alguns minutos, ou até segundos, tenho a chance de fazer outra pessoa refletir por uma vida inteira.
"Escrever é uma arte, e como toda arte, exige tempo, paciência e dedicação. A evolução pode ser gradual, mas cada palavra escrita é um passo à frente."
— Cleycielle Lourenço
Preciso aprender a escrever e principalmente compreender os contos de aprendiz e ser um criador de tramas históricas ou dramas românticos na qual sobrevivi, ler e compreender o tamanho deste espaço que se chama literatura.
Certo dia, com minhas brisas.
Fiquei a refletir e comecei a escrever...
"Quando for a pessoa certa, você vai saber, vai perceber."
Ela vai chegar e vai fazer acontecer.
de uma forma não convencional
Como nenhuma outra já chegou.
Não vai te encher de sonhos,
Vai realizar tudo aquilo que você já sonhou.
Tudo que a sua mente imaginou.
Papo de conexão.
Algo mais à frente.
Não mera paixão.
São chamas ardentes, que nunca se apagarão.
que não podem ser descritos ,nem nos versos mais verdadeiros e mais bonitos, que vem do fundo do seu coração
É um sentimento de se olhar nos olhos.
Segurar as mãos.
E mal saber o que fazer, ou o que falar.
Só guardar na mente aquele momento.
agir pelo impulso da sua intuição e acreditar
Que vale a pena cada segundo.
Ao lado dela, e que nada no mundo pode os separar.
É isso que você causa em mim, amor.
Algo único, verdadeiro.
Bem mais do que eu poderia imaginar.
Sem restrições, sem regras, era como eu queria escrever, mas claro, não me considero filósofo ou poeta, considero-me simples, simplesmente apaixonado e intenso quando se trata de colocar ideias e palavras no papel, não tenho filtros, ou sim, até tenho, mas não em todas as ocasiões, seja o trecho qual for, nunca costumei pensar muito no que dizer, hoje em dia, penso, repenso, e no fim, nada se forma nas linhas a minha frente.
Então, de escritor para pessoa do outro lado, não oprima as palavras soltas na mente, nem se force a afogá-las em um mar de seriedade e normalidade, lembre-se, as melhores poesias vem dos loucos e mal vistos por aqueles que se auto titulam perfeitos.
a caneta escreve por si mesma
eu só lhe dou expediente
estou sempre a escrever o poema
que um dia se fará presente
Riz de Ferelas
Pude dedicar boa parte do meu tempo a essa paixão, vício e maravilha que é escrever, criar uma vida paralela onde nos refugiamos contra a adversidade, que torna natural o extraordinário e o extraordinário natural, que dissipa o caos, embeleza o feio, eterniza o instante e torna a morte um espetáculo passageiro.
Ninguém pode ensinar ninguém a criar; na melhor das hipóteses, podemos aprender a ler e escrever. O restante precisamos ensinar a nós mesmos, tropeçando, caindo e levantando sem cessar.
Hoje eu precisava escrever,
mesmo que as palavras pareçam pequenas diante do que sinto.
Há uma dor em mim que ninguém vê.
É um vazio tão profundo que não sei como descrever.
Só sei que está aqui — me atravessando em silêncio.
Esperei com amor, com fé, com cada parte do meu ser.
Esperei como quem acredita em milagre,
como quem sente antes mesmo de existir.
Me entreguei por inteiro, corpo e alma,
a um sonho que crescia — mesmo sem forma.
E quando a resposta veio…
não foi grito, nem tragédia.
Foi apenas o não.
Silencioso, seco, cortante.
E ali, eu me perdi um pouco.
Ninguém viu meu luto.
Ninguém me abraçou por algo que “nunca aconteceu”.
Mas dentro de mim, eu vivi.
Eu sonhei.
Eu amei.
Hoje carrego uma dor muda,
como quem enterra uma parte de si sem ter onde chorar.
E mesmo assim…
mesmo assim…
há um pedaço de mim que ainda espera.
Que ainda ama o que não chegou.
Se um dia você me vir sorrindo,
saiba que há um mar calmo por fora,
mas que por dentro…
ainda há ondas que não sabem descansar.
Com amor,
de mim — por mim.
Não sei mais escrever o que há em mim, o que há nela
O que há de errado no mundo, o que há de belo na Grécia
A ORQUESTRA DO INÚTIL
Às vezes, tento querer escrever o que esta sociedade pretende dizer, mas logo descobro que ela mesma já se perdeu na vontade de enunciar-se. Não há verbo que a represente, nem sujeito que se assuma. Há, sim, um murmúrio colectivo, um desejo de parecer pensamento. E escrever o que a sociedade quer dizer é como tentar traduzir o silêncio de um homem que aplaude porque os outros já o fazem. É tentar dar nome ao abismo quando o abismo, educadamente, nos pede um autógrafo. E depois só contamos. Contamos quantas horas restam até o próximo.
Há quem, por ofício ou desvario, destile notas como se o tempo coubesse inteiro numa só melodia. E fá-lo com tamanha urgência que o silêncio. E depois morre afogado na enxurrada de compassos. E assim, entre a batida e o aplauso comprado, ergue-se o trono de um Rei, não por virtude mas por volume, não por arte mas por frequência.
É nobre, sim, o timbre. E há talento disso ninguém duvida, mas até o ouro, quando em demasia, perde o espanto e vira moeda. E a sociedade de ouvidos embotados, aplaude por reflexo. Confunde constância com génio, e quantidade com legado. Ora, família, o excesso também é uma forma de desperdício.
meu coração vai escrever versos que vão trazer luz aos sonhos
vou escrever no horizonte mais uma chance de te ver de novo
se a cada batida meu coração escrever um verso
vou te alcançar mesmo do outro lado do universo
Riz de Ferelas
