Escolhi
O que marca realmente a vida são as escolhas que fazemos. Hoje eu fiz uma escolha. Escolhi não te ligar, não te procurar já mais , evitar ao Maximo falar com você. Talvez não seja a coisa certa a se fazer , mais é o caminho que escolhi traçar para tentar te esquecer meu melhor amor , ou melhor dizendo , meu ex melhor amor.
“ Não posso te dar o universo, mas escolhi uma estrela e dei a ela seu nome. Não posso te dar o mar, mas apenas uma lágrima de felicidade define a bênção que tu és em minha vida. Quero te dar um mundo de sorrisos, mas só esse na sua face já me faz feliz “
"Eu não escolhi você, nem você me escolheu, simplesmente, por algum motivo nossos caminhos se cruzaram"
A vida é feita de caminhos,
Eu escolhi o caminho para felicidade, as vezes durante o percurso nos desviamos do caminho, mais devemos sempre manter o foco e seguir..🙌🏻
Eu escolhi-te livremente
Escolhi-te todos os dias
- Livremente
Amei -te com o meu coração
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Amo o que faço. Faço o que amo.
A profissão que escolhi, me ensinou que, assim como a FORMULAÇÃO DE UMA DROGA, em que todos os componentes tem sua medida e peso EXATOS, pois, essa fórmula, se conter menos princípio ATIVO, não cura, se conter mais, causa dano. Assim como a VIDA: nem mais, nem memos. Tudo na medida EXATA! Sem nunca esquecer que eu sou o PRINCÍPIO ATIVO de minha vida. Aqueles que amo são VEÍCULO, mas também podem ser COADJUVANTE. Já que estou comparando, não pode faltar o EXCIPIENTE, que está ali para dar PESO em minha vida, mas não altera em nada minha ESSÊNCIA! Então te digo: se não fosse pelos EXCIPIENTES da vida, não teria chegado onde cheguei.
ENTENDA:
PRINCIPIO ATIVO: Componente responsável pelas ações farmacológicas
VEÍCULO: Componente de uma formulação que serve para dissolver, suspender ou misturar-se homogeneamente com outros ingredientes.
COADJUVANTE: substância que utilizamos juntamente com o princípio ativo numa formulação com CARÁTER TERAPÊUTICO, TÉCNICO E CORRETIVO.
EXCIPIENTE: Ingredientes inertes que misturados ao princípio ativo, servem para dar volume e peso ao medicamento.
Escolhi uma missão: ajuntar! Não coisas, mas pessoas. E não aquelas que já estão reunidas, mas aquelas que não se encontravam.
A nossa vida é feita de escolhas. Eu escolhi ser melhor pra mim mesma, o que me torna melhor para os outros." (Karine Axer)
Palavras
Minhas palavras hoje me cortam,
As escolhi como assassino escolhendo um punhal!
Mesmo sabendo que as palavras que ferem um dia voltam,
Escolhi dizer-te mesmo sabendo que podia fazer-me mal.
Te ver sofrer deveria ser algo bom para meu ego,
Assim eu saberia se um dia realmente você me amou!
Mas te ver sofrer me desespera, quebrou da alegria o meu elo,
Trouxe angústia e a tristeza me entornou!
Amar não é o bastante, se falta um forte alicerce!
O amor jorra de varias fontes, procure a que você merece!
Eu imploro a Deus que me ajude a resolver a confusão dos meus sentimentos...
Não sei se acredito em suas lagrimas, nas suas palavras e no triste lamento.
Não serei eu de novo a confusão da sua alma. Não serei eu o gosto ruim colocado em suas águas!
Prefiro estar onde estou... Um dia eu encontro um novo amor.
Talvez nasci na hora errada, dia errado, país errado, escolhi a profissão errada. Talvez!? - Mas, já que o relógio não para na melhor das horas, eu que nasci às 13 horas de um novembro outonal, sei que estou de passagem nesta vida, assim como passam as horas e os dias, como acontece com as folhas que caem e se renovam em outono, por conta da passagem de uma estação a outra. Sou cidadão do mundo, e ter nascido neste país é só um detalhe. A escolha de minha profissão não foi uma roleta. Antes, trata-se de uma minuciosa construção baseado em testemunhos, responsabilidade e experiencia relacional. Fui como todos ou a maior parte das pessoas matriculado em uma escola que fez parte de minha vida, da qual aprendi valores que sem eles seria impossível conviver em sociedade. A relação na escola não foi sempre amável, fui obrigado ir a escola, logo, contra minha vontade deixei mãe(pai saia cedo para o trabalho) e irmãos, cama quentinha, desenho animado na tv, brincadeiras de criança, etc... para ir a escola. Lá(na escola) foi-me imposto regras estranhas as que tinha em casa, fui condicionado por uma sirene que anunciava ficar em fila parado, e a cantar um hino que a letra até o hoje não sinto alegria de entoa-lo, seja pela falta de coloquialidade semântica em sua letra, seja por contradições históricas gritante em suas estrofes. Mas na verdade eu queria era correr, pular, gritar como um sujeito livre. Foi me imposto sentar junto com quem não queria, a escrever o que não desejava,e a pensar, e isso me era doloroso. Então melhor é rebelar contra toda essas injustiças e no quebra de braços com os grandões, percebi que era o mais fraco. Assim covardemente fui ameaçado... "se não me comportar direito(como eles, grandões-estranhos queriam) minha mãe vai saber de tudo!" Então muito contrariadamente fazia o que mandavam, como um animal domestico, como um brinquedo, não uma bola de futebol que ao chuta-la na direção do gol ela resolve obedecer leis da gravitação universal em Kepler contra às leis de movimento de um carrinho de empurrar que obedece leis da inercia em Newton, muito mais condicionais, como um objeto e não um sujeito da natureza. Assim é que foi depositado nos primeiro anos de minha vida escolar os conteúdos programáticos. Com efeito, fui alfabetizado sem letramento ou criticidade, estes chegaram ate mim de modo prazeroso através da leitura uma década e meia depois. Reconheci prontamente os códigos da escrita que fazia parte da escolarização imposta no contexto em que vivianos, naqueles anos duros do regime militar. Foi assim que fui aceito no bojo da escola, em meu principio de vida escolar. Obviamente manuscrever sintaticamente orações, destas os textos e criar um repertorio a partir daí, é como aprender a andar de bicicleta, nunca mais esquecemos. Outra coisa, foi produzir sentido para construção do meu discurso ideológico, essencial a escuta e a formação do carácter, sem a semente da rebeldia em minha primavera escolar contra as injustiças aqui descritas no contato com a escola, seria impossível ser o que vou sendo nesta construção do sujeito. Aprouve a Moros em grego: Μόρος na mitologia grega "o destino" eu ter frequentado a escola, e os educadores terem conseguidos atingir objetivos educacionais em mim, aprouve a Moros muito mais, eu ter tido contato com os livros muito cedo, ainda que sem o letramento maduro, mais o suficiente para ter tido um comportamento irreverente em sala de aula, ter conseguido com isso o passaporte para o mundo, e a "experiencia de mundo" que anos mais tarde já na faculdade no curso de pedagogia eu saberia que "precede o da palavra". Por ser outrora ator protagonista na relação dicotômica "ensino-aprendizagem", e a posteriore, já adulto percorrer solitariamente(autodidaticamente)o caminho inverso da mediação do conhecimento, como um professor(autodidata) em desconstrução até sua origem no aluno em construção. Concluo que não foi uma roleta a escolha de minha profissão, mais também poderia ter sim escolhido outra profissão, como a de um torneiro mecânico como foi meu pai, tomando um torno ao invés de um giz nas mãos, modulando um ferro ao invés de um aluno, tornando uma ferramenta tao afiada para o uso quanto um aluno para a vida em sociedade e ao mercado de trabalho. Eu sei que o homem perdeu sua condição de liberdade com a venda de sua força de trabalho no sistema capitalista, à lógica capitalista, ou seja, a perda do domínio sobre as técnicas agrícolas e a compreensão dos processos naturais, distanciando-o assim da natureza a da sua autonomia. No sentido capitalista, nem meu pai ou seu patrão o viam como um artesão,senão como operário, no ensino bancário não ha uma relação entre dois sujeitos, pois que, o Professor é sujeito e o aluno objeto. Tanto o movimento inverso do homem operário em direção ao homem artesão, como do Professor que deixa de transferir para mediar o conhecimento junto ao aluno, correm o perigo de se tornarem livres e produtos da natureza. Logo, para mim, vou ao encontro do perigo, sendo no redemoinho perigoso que desconstrói, mistura, reduz a pó as estruturas, não fico obrigado as escolhas contanto que na bagunça as correntes se quebrem, qualquer profissão me servirá.
Sou artista pq tenho a Arte cravada na alma . Sou Adoradora porque escolhi dedicar a Deus o meu amor, não só a minha arte.
Andei e ainda não me acostumei. Encontrei, pensei, escolhi, não era o que eu queria. Quando vi, não me decidia. Resolvi mais uma vez caminhar, andar até parar. Mais uma vez me decepcionei, não era o que pensei. Não desisti, já sabia que não seria fácil. Levantei e continuei, até onde? Ainda não sei. Por que? Porque ainda não parei.
