Escolhi

Cerca de 1232 frases e pensamentos: Escolhi

⁠Decidi me resguardar, não por egoísmo, mas por amor próprio. Escolhi proteger minha paz interior, mesmo que isso signifique me afastar de certas situações ou pessoas. Prefiro o sossego da solidão à agitação das companhias que perturbam a minha alma.

⁠O tapete foi puxado,mas escolhi não cair.

Padrinho, você é mais que família, é um amigo que escolhi para a vida. Agradeço por cada gesto de cuidado,por cada palavra amiga e por ser um exemplo de amor. Feliz dia do Padrinho!

⁠Eu escolhi a mim...
escolhi ser eu...
escolhi minha alma intensa
e toda a imensidão
que habita aqui!

Eu te escolhi por causa dos olhos.
Não, por causa da boca...
Não, não - já sei - foi o sorriso.

Mas daí paro e penso: mesmo de olhos fechados,
numa cara amarrada e de bico, te acho linda.

Acho que me apaixonei mesmo foi pela sua inconsistência.
Esse seu poder de ser e deixar de ser tão rápido.
- não cai na rotina. Fico o dia todo te desvendando...

Ex não é lembrança, é superação
Hoje eu me escolhi, sem culpa no coração
estou me amando tanto agora que fiquei solteiro
Que eu estou começando a ter ciúmes de mim mesmo,estou me amando tanto, isso é real. - música Eu no comando do dj gato amarelo

Não entro com o pé que mandam, entro com a consciência que escolhi , símbolo não me governa, pensamento sim.


Rosana Castro

A vida não é feita para pessoas existirem, a vida é feita para pessoas viverem.




Escolhi viver.

Meu caminho é decidido por mim; não sei por que escolhi viver a tristeza.

⁠Das milhares de profissões, escolhi a Fisioterapia.
Me sinto realizada todos os dias.
Ajudo as pessoas a recuperar sua saúde e sua alegria.
Pra todos ser feliz,
conserto aqui e ali, assim os ossinhos antes bagunçados entram em sintonia.

O Eco da Ausência
​Eu carrego o peso
das palavras que engoli,
Um silêncio denso que escolhi.
A alma veste um cinza antigo e frouxo,
E cada dia é um novo esboço
De um sorriso que nunca se completa.
​A solidão não é a falta de alguém,
É o abismo entre o que sinto e o que convém.
É a canção baixinha que só a parede ouve,
Enquanto o ponteiro da vida não se move,
Preso em um instante que não tem mais pressa.
​Eu me perdi no mapa das promessas,
E as esperanças viraram meras rezas.
Resta o nó na garganta, sem desfecho,
Apenas o vazio morando em meu peito,
E a espera por um dia que cesse.

Não, esta vida não me parece natural.
Há nela uma ordem que não escolhi e à qual, ainda assim, pertenço.
Nasci — e, antes que pudesse sentir o espanto de estar aqui,
já havia uma prova da minha presença.

Um papel declarou meu começo. Eu não.
Outros vieram depois, confirmando etapas.
No fim, outro afirmará que terminei.

É estranho que a existência precise de testemunhas,
como se o simples fato de respirar não bastasse.

Às vezes penso que não vivo, apenas correspondo.
Respondo a chamadas invisíveis,
atendo a expectativas que não formulei.
Sou menos um ser do que uma função em curso.

Pergunto-me se existo
ou se apenas me mantenho em operação.

Meus pais me pensaram antes de me conhecer.
Havia em mim um projeto que não era meu.
Minha mãe me chamava de futuro.
Eu tentava existir no presente.
Cresci entre o desejo deles e a minha própria indefinição.
Hoje não sei se falhei
ou se apenas nunca aceitei ser continuação.

Há em mim algo que resiste.
E, no entanto, todos os dias sou traduzido em números.
Sabem tudo sobre mim.
Não sabem quem sou.

Não me oprimem as paredes.
O que me inquieta é a forma —
a exigência de caber sem sobrar.

Vestimos papéis como se fossem natureza.
Chamamos dever ao que é repetição.
Chamamos escolha ao que já estava traçado.

E corremos —
não sei exatamente em direção a quê.

Dizem que isso é amadurecer.
Talvez seja apenas suportar a própria compressão.

Construímos cidades verticais
e desaprendemos a olhar na altura dos olhos.
Quanto mais alto subimos,
mais abstratos nos tornamos uns para os outros.
Multiplicamos fronteiras:
classe,
crença,
idioma,
convicções herdadas.

A aproximação tornou-se um esforço.
É preciso explicar-se antes de simplesmente estar.

Às vezes imagino um lugar
onde não seja necessário justificar a própria presença,
onde o erro não se converta em identidade.

Não sei se esse lugar existe fora do pensamento.

Não sei se escrevo para confessar
ou para observar a mim mesmo escrevendo.
Há momentos em que me sinto dividido
entre o que sente
e o que analisa o que sente.

Talvez eu seja apenas essa divisão.

Ainda assim, algo em mim não se acomoda —
uma recusa discreta que insiste.

Não sei se há saída.
Mas sei que não aceito ser apenas o que registraram de mim.
Não aceito ser engavetado.

Se não posso abandonar o mecanismo,
posso duvidar dele.
E essa dúvida, por enquanto,
é a única prova que reconheço como minha.

Não sei se posso derrubar os muros.
Mas posso subir —
enquanto não me puxam de volta.

E espiar por cima.

E lembrar, nem que seja por um instante,
que o horizonte não pertence a quem o delimitou.

Eu nunca tirei nada de ninguém, o mundo inteiro me tirou tudo, não tive nem opção, escolhi ficar calado pra não machucar ninguém nem a alma e nem um coração.


A dor do mundo se espalha no meu peito, ninguém me perguntou qual meu mundo e nesse eu não posso ser quem sou eu, não posso nem comer e nem morar.


Ficar em silêncio nesse profundo me machuca porquê até meu canto num segundo se cala,
Eu sinto que nunca vou voltar a respirar.

Às vezes sinto que me afogo em minhas próprias escolhas, se pá nem fui eu quem escolhi; esse é o pior sentimento que já senti.
18 anos de pura ilusão, quando descubro a diversão, aparece minha mãe pra me jogar no chão.
Poucos vão me crer, nem todos têm a mãe ao lado para entender...

Já caminhei por dentro das minhas próprias sombras e quase me perdi nelas. Mas escolhi renascer. Hoje sou uma mulher de coragem silenciosa, de sorriso leve e alma indomável.


Feita para proteger, amar e enfrentar o que vier.

⁠“Escolhi o Coaching como minha missão,
transformando-o não apenas numa profissão,
mas numa forma de viver. A cada dia, procuro
inspirar e ser inspirado, fazendo do Coaching a bússola que orienta a minha vida.”
17/5/2023

⁠Foi o seu ombro que escolhi para meu descanso, e assim você também me escolheu, te amo.

É fácil ser mulher quando convém


Pra viajar, eu te escolhi.
Mas vi você combinando de ir… sem mim.
Pra te presentear, eu te escolhi.
Mas até uma cueca você negou — como se te fizesse menos mulher dar algo em troca.
Pra te ajudar, te apoiar, te levantar… sempre foi você.
Em cada escolha, em cada gesto, em cada plano — era você.


Mas seu apego por redes sociais, por validação, por essa vida perfeita que você tenta vender…
Me fez enxergar que você ainda não sabe quem é.
Sem identidade, sem raiz.


Ei, lá fora ninguém se importa quando a gente tá com problema.
Mas aqui dentro, eu vi tudo. Eu senti tudo.


Quando o dinheiro chegou, você mudou.
A consideração que eu tive por você, você não teve por mim.
O homem que esteve ao seu lado virou peso. Virou passado.
Você não pensou duas vezes antes de abandonar a tal da “situação”.


Você fala de amor, mas age com arrogância.
Fala de respeito, mas não pratica.
Fala de parceria, mas só quando te convém.


Mas tá tudo certo.
Deus é justiça.
E Ele viu tudo.

Escolhi você meu amor
Para comigo viver
Estar ao seu lado no amor e na dor
Escolhi você para comigo envelhecer

Permita-me de ti cuidar
E você deixarei cuidar de mim
Prometo te recompensar
Sendo sua até o fim

E quando chegar a velhice
Teremos um ao outro
Serei a sua amiga e cúmplice
Você meu ombro amigo

Quando tudo terminar
Terei certeza que não foi em vão
Que valeu a pena viver e amar
Então em paz descanará meu coração.

Meus amigos, desta vez escolhi passar o final do ano 2025 na cidade mais quente de Moçambique. Tete, a conhecida Cidade das Quininas, terra de calor intenso. Boas festas e que tenham um bom ano. Perdoem-se, sempre. Protejam-se.

“Que a poesia continue a ser um meio de libertação”