Era
Um dia era:
-Sua cabeça de paçoca!
-Seu cabeçudo!
-Sua doida
É um dia começou a ser:
-Minha bocó,ei thai tu é muito boba rs
-Meu bocozinho!
Thainá tu é doida,não conheço ninguem assim,você é única tu não imagina o quanto tu é especial.
E bum foi “estou apaixonada,socorro eu o amo”
E acabou que “Ele tbm estava apaixonado”
E sabe o engraçado é que nada foi do nada ou por um acaso,foi conexão,carinho e amor! Ale é amor!
Onde cada sorriso foi como uma pétala que se desmanchava em meio a relva não era por mal afinal cada uma daquelas pétalas acabava caindo ao solo e servindo de alimento para novas flores, então gerando sempre mais vida, sempre um novo sentimento, um novo olhar.
Só poderia existir gratidão naquele lugar .
Você era a maior de todas
Muito maior que meus sonhos pequenos.
Seus dias longos e as noites intermináveis me faziam
dormir acordado e acordar ainda dormindo.
Você me eternizava como criança , me protegia dos fantasmas que eu criava.
Brincando nas noites iluminadas pelas luzinhas amarelas das suas ruas de terra, eu era invencível.
Você sempre será a maior de todas. Ivo Terra Mattos
Ela não esperava morrer naquela noite. Ela era rigorosa em tudo, e morrer não estava nos seus planos.
existe pessoas sendo enganadas, o diabo está investindo pesado hoje em dia, antes era bem lento hoje e pesado sem medo, e os cristão está vendado sem querer enxergar...
Acorda gente, Jesus está voltando...
Alfredo e Juca eram irmãos.
Alfredo não era de expressar seus afetos, os sentimentos pareciam estar guardados a sete chaves... (coração de manteiga, com capa de ferro).
Lembranças da infância, do lugarejo onde nasceram e cresceram, dos joelhos ralados com as corridas ladeira acima, tombos ladeira abaixo, no patinete de madeira e rodinhas de rolimã que fôra feito por seu pai.
A bola de couro e o caminhão de madeira presentes dos avós
Alfredo era apaixonado por futebol.
Juca gostava de carros e, os puxava fazendo som de motor com a boca...vrum..vrum...
Sua mãe os vestia iguaizinhos, parecerndo gêmeos. Estudavam na mesma escola, seguiam juntos todos os dias.
Juca era mais conversador... tinha mais amigos e fazia sucesso entre as meninas.
Em idade hábil não prestaram serviço militar.
Juca fez o curso técnico, conseguiu trabalho, e logo foi pai.
Alfredo fez faculdade, formou-se engenheiro e mais tarde casou.
Juca teve mais filhos que Alfredo.
Assim seguiram suas vidas, já não saiam mais juntos e os encontros...eram apenas nas festas familiares ou por motivo de doença.
Hoje, Juca se foi...as gavetas onde são guardados os álbuns de fotografias, passaram a ser puxadas com mais frequência...Alfredo se procura ao lado de Juca...saudades da infância, dos dias presentes,dos sentimentos, do amor sem ser dito, da boa lembrança!
Hoje amanheceu com a temperatura mais que positiva, acordei com o corpo suado e não era isso que eu queria, mas não devemos reclamar porque ainda teremos o dia inteiro para lutar... Um dia para analisar o que foi certo ou errado e aprender para o outro dia o valor do seu trabalho;
Então, eu tenho sentimentos que nascem em meu coração, desejando um maravilhoso dia com muita saúde e proteção... Seja em casa ou no trabalho ou onde quer que esteja a lutar.
Mas a intenção é que seu dia possa realmente lhe agradar, pois eu como um bom amigo é o que eu posso desejar.
Por isso esse é meu jeito que encontrei de cumprimentar, eu desejo um bom dia para você que em casa ou no trabalho começou ou ainda irá lutar!
A noite está fria e a escuridão me amedronta.
Tem cinzas onde antes era meu paraíso e dor onde antes era riso.
Tenho medo, me salva.
Tenho pesadelos, me acorda.
Tenho dor, me cure.
Você tem todas as respostas, você tem todas as curas.
Por quê não vem? Por quê não me solta? Por quê não volta?
Naquele dia a minha tristeza era tanta que a natureza inteira sentiu e mandou os céus rasgarem para chorar comigo.
MEUS PAIS E OS TRÊS IRMÃOS
Meu nome é Nivaldo
Paulo era do meu pai
Sou filho mais novo
Maria a mãe que amei.
Três irmãos eu tenho
A mesma casa compartilhei
José irmão mais velho
Com este eu nunca brinquei.
Elza a irmã do meio
Esta eu nunca enganei
Ela foi sempre o pivô
Das façanhas que realizei.
O terceiro se chama Paulo
Com este me identifiquei
Travessuras sempre lado a lado
As brincadeiras jamais esquecerei.
Hoje somos todos casados
E os filhos nossos alguns também
Os quatro irmãos tem netos
E nossas filhas só filhos têm.
O cara era tão viciado em tatuagem, que, após cobrir todo o corpo, de não deixar nenhum espaço livre, alugou um gordo pobre para continuar sua saga.
me trocou por um hipócrita que não te ama!
e só quer te levar pra cama!
nem percebeu que era eu te apoiando em sua crença!
e preocupado com sua doença!..
Você não sabe. Você acha que sabe de tudo, mas não. A mamãe dizia que eu era linda. Todo dia ela dizia que eu era linda, que qualquer um seria louco de não me amar.
Para além da longuíssima era de comunicação gestual e gutural que precedeu o surgimento da linguagem humana há cerca de 200.000 anos atrás, e para além da 'era da oralidade' que daí de seguiu, podemos dividir a aventura humana em três grandes eras no que concerne aos modos predominantes de se produzir textos’. Desde o surgimento da Escrita, parece ser pertinente destacar três principais épocas que introduzem novos modos de se relacionar com a experiência textual: a ‘era dos manuscritos’, a ‘era dos impressos’, e a ‘era dos textos digitais’. Antes desta sequência – e, na verdade, também ao mesmo tempo – podemos ainda considerar a incontornável dimensão da ‘oralidade’. Afinal, toda civilização – independente de ser uma ‘civilização do manuscrito’, uma ‘civilização do impresso’ ou uma ‘civilização digital’ – é também uma ‘civilização da oralidade’, seja na sua vida cotidiana, seja através de certo percentual de suas realizações culturais.
Não obstante os três grandes períodos que se apoiam no predomínio de uma ‘civilização do manuscrito’, de uma ‘civilização do impresso’ ou de uma ‘civilização digital’, convém lembrar que estas ‘unidades de época’ se referem apenas ao modo predominante de divulgação da escrita textual pública. Afinal, quando um novo padrão de lidar com a feitura e divulgação de textos se estabelece, este não cancela, de modo algum, as práticas relacionadas aos padrões históricos anteriores. O próprio aparecimento histórico da escrita com as primeiras civilizações urbanizadas – evento matricial que introduz essa grande sequencia de possibilidades de textualização que definiremos como três sucessivas ‘unidades de época’ (a do manuscrito, a do impresso e a do digital) – não excluiu, como já mencionamos e com bastante obviedade, o padrão da oralidade. Além da fala mediar uma parte preponderante das relações e práticas humanas, podem ocorrer mediações e trânsitos diversos entre o oral e o escrito (este último na sua forma manuscrita, impressa ou digital). O discurso escrito pode ser lido em voz alta. A entrevista, uma vez pronunciada, pode ser transcrita manualmente para o papel, e depois circular através de um jornal sob a forma impressa (ou mesmo ser disponibilizada em algum site através de recursos já típicos da civilização digital). O texto de teatro, é o que dele se espera, pode dar origem a uma performance pública, oralizada. Filmada esta performance, ou digitalizado o seu roteiro, ambos podem ser disponibilizados digitalmente na Internet. [...]
As três grandes eras textuais, enfim, não cancelam as suas antecessoras. Como se fizessem parte de uma interminável composição musical polifônica que gradualmente vai oferecendo a entrada de novos temas musicais, os novos modos textuais apenas se apresentam em certo momento como uma melodia dominante que passa a se superpor e a conviver com as melodias antecedentes. Assim, a civilização digital, além de suas próprias práticas trazidas a primeiro plano, ainda contém a civilização do impresso, a civilização do manuscrito, e a civilização de oralidade. Ela é uma ‘civilização digital’ porque este novo mundo que a constitui passa a ser francamente regido pela internet, telefonia celular e recursos digitais, bem como pelo espraiamento dos computadores e práticas informacionais, com a consequente adaptação do textual a todas estas novas possibilidades. Uma civilização é digital não por ter banido a forma impressa e as práticas manuscritas, e muito menos a oralidade.
[trechos extraídos de 'A Fonte Histórica e seu Lugar de Produção'. Petrópolis: Editora Vozes, 2020, p.71].
Confesso que um dos meus maiores medos era contar para os meus pais sobre a minha orientação afetivo-sexual.
Derrepente você percebe que não era amor, apenas desejo que ele sentia. O que fazer? Ame-se, simplesmente ame-se!
TEMPO DE CRIANÇA
Guardo na minha lembrança
as antigas brincadeiras.
Era grande a gritadeira
lá na minha vizinhança
no meu tempo de criança.
Jogar bola e pedalar,
fazer a pipa voar,
soltar forte o peão,
tudo na recordação...
que vontade de voltar!
