Era
"Uma pequena parte da população brasileira era escrava. Os patriotas brasileiros e com eles D. Pedro II apagaram essa vergonha e no Brasil não houve mais senão homens livres. A tirania militar entendeu de outro modo a sua missão; e, hoje, se viver sem leis, sempre à mercê do capricho alheio, é viver sem liberdade – pode-se afirmar que, no Brasil, não há senão escravos."
ouve um silêncio e ele não era assustador então me descobri e gostei das coisas que despertaram em minha vida
Eu passei tanta coisa,vivi tanta coisa ...Eu só não sabia o quanto era difícil ter que aprender a viver sem você..
Uma das coisas que eu queria fazer contigo agora era te encher de beijos e morder carinhosamente tuas orelhas.
Vivemos, no limiar desta década, a era da defesa dos valores e o descaso arrogante com as pessoas diferentes.
Quem disse que não era amor
Esse sentimento que perturba meu sono!
Quem disse que não era,se eu sou o seu único e verdadeiro amor.
Lembro do seu sorriso
Lembro do seu cheiro
Lembro do tempo
Em que tudo não era passageiro
Porque meu pensamento
Sobre você não muda
Você continua sendo
Mais linda que a lua
Sintoma
Ela não era poesia,
Isso era ordinário demais,
Era clichesco demais,
A Ela cabia mais que isso.
Ela era Alergia.
E a irritação
Vinha seguida de prazer.
Paradigma do valor do professor.
Antigamente o valor era da retenção do saber e hoje seria como usar o conhecimento para transformar. Reter não é transmitir.
A poeira baixa a raiva passa, você percebe que o ruim era bom, e o que o que você achava ser bom pode não ser tão bom assim.
Era dito que um espelho quebrado dava sete anos de azar porque se pensava que a sua alma havia se quebrado. Mas a explicação dessa superstição é que os espelhos valiam muito na época e era uma forma de assustar os criados para que cuidassem melhor deles.
O Poeta
Era uma vez um lindo poeta.
Triste, tão triste mas que produzia
lindos poemas da dor que sentia.
Sua poesia atravessou oceanos
e atingiu as pessoas com sua tristeza poética.
Encontrou outra alma triste
que por ele se encantou
Começaram um duelo de amor
e tudo se transformou.
Duelaram entre temas, exaltando suas tristezas
sem nenhuma alegria, mas nas letras tudo se faz magia.
E nessa trama de dor se construiu uma chama de amor.
Ah! e os poemas, viraram uma partilha, pétalas de flor
recheados de amores e fantasias.
Encantando a todos que admiram poesias.Escritos numa cartilha de postagens
como pílulas de alegrias a quem precisa de coragens.
Não somos meros personagens,
aproveite toda e qualquer emoção
e seja um eterno leitor
do que tingir de cores seu coração.
Tudo o que ele precisava era de uma chance para mostrá-la que ainda valia a pena lutar para ser feliz
Quando começamos a fazer o que era prazer e passa a ser somente obrigação,
Isso se chama piloto automático.
Quem disse que a vida só tinha pontos negativos mentiu, quem disse que era complicado entender a mesma, acertou, afinal não existem maneiras de se entender como tudo funciona a não ser que você viva ela, é preciso correr para entender o fluxo das engrenagens, por mais que você esteja parado elas estão lá, sempre rodando.
Vi um sol nascer
Pelos olhos seus
Me deixei levar
Eu nao refleti
Que era a luz dos meus
Refletida em ti
Ainda Assim!
Era um verde intenso que se prolongava até o azul manso,
Do meu quarto, por entre suspiros, uma contemplação serena,
Sempre assim o preferi, ainda assim!
Uma contemplação serena,
Uma atuação oculta por detrás daquela outrora montanha imensa,
Hoje pequeno monte,
Não sonhava muito mais do que aprender a sonhar,
Ainda assim o é hoje!
Não sonho muito mais do que com o dia que começarei a sonhar,
A nostalgia e a solidão que me acompanham enchem-me de uma alegria profunda e singular,
Alegria sossegada, permanente, ainda assim!
Luz que invade com o seus fulgor e calor,
Mas que se prefere, ainda assim, apenas na porta da caverna, cujo fim se reserva e é reserva!
No fundo havia o vale e como em todos os vales de verde fulgurante, havia o rio,
O rio que aprecia invadir as margens e que eu muito o apreciava invasor, ainda assim, mas menos hoje!
Na encosta do meu condado existia a vinha aprumada,
Em socalcos desenhados à lei da sachola e do suor,
Descia a encosta e mais subia a denuncia dos árduos ofícios,
Os bardos hoje espraiam-se mais além,
De resto como tudo. Não me inquieto.
Valem-me tanto agora como antes, conquanto lá continuem, ainda assim!
A minha igreja era a mais bonita,
Enchia-me de vaidade, é em talha doirada, não sei se a talho de foice,
Tanto me dá.
Penso que dela me veio a segurança e o orgulho por ser mais robusta e luzidia que as vizinhas,
Para mim era assim, julgo que hoje já não o é, ainda assim!
Tenho a alma da minha aldeia,
A minha aldeia é uma descida e uma subida,
Um sem fim de subir e descer, uma teia,
Um resumo profundo dessa minha idade ida,
Uma reserva de inconstância que incendeia,
Uma alma, ainda assim, sempre adormecida!
