Era
Joguei fora
Meu saco de pancada
Não aquele que eu tinha
Mas aquele que eu era
Porque me deixava
Roxa de raiva!!!
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
Novo Instagram: mentepoetica2020
Por tempos achei
Que a liberdade de ser
Estava tão distante de mim
Mal sabia eu
Que era apenas
Até eu tirar meu sutiã
E talvez depois a calcinha
Porque a gente sempre pode
Querer bem mais
A vida é uma delícia
Quando sentimos
Pequenos e profundos prazeres!!!
Fernanda de Paula
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Novo Instagram: mentepoetica2020
Existe certa poesia em momentos ruins. As vezes em que estive no fundo do poço e decidi que era hora de voltar, me ensinaram a enxergar pequenas felicidades em coisas que antes minhas vistas estavam cansadas demais para ver.
- Era uma casa - como direi? - absoluta.
Eu jogo, eu juro.
Era uma casinfância.
Sei como era uma casa louca.
Eu metias as mãos na água: adormecia,
relembrava.
Os espelhos rachavam-se contra a nossa mocidade.
A SENTENSA DO ATEU.
Numa certa manhã , um homem ateu saiu como era de costume , para fazer as suas actividades hatuais. Ele distribuía: Paes , arroz ,farinha de Minho e dava emprego aos necessitados, pós o homem era bilionário . Chamava-se Hansine,grande apreciador da etica . Todos os dias o homem ateu fazia as mesmas actividades. Mas numa certa manhã tudo mudou, os pobres não receberam nada e os desempregados sem emprego , o ateu encontrava-se gravemente doente, e a situação do homem Agravou-se durante duas semanas, e como ele acreditava que é composto por carbono e cedo ou tarde o carbono iria decompor-se , ele perdeu a vida ou melhor como diziam os crentes próximos do ateu " virou pó ".
Ao chegar ao céu , o ateu avistou-se com um anjo que lhe perguntara :
- você é do mal nao è?, E o ateu respondeu : - tenho pavor da maldade . - Então você é um dos nossos! Disse o anjo. E logo o ateu disse : senhor! Não te vou enganar , eu nao acredito que um homem que nos fez a sua imagem e semelhança tenha feito tudo aquilo só sem ajuda de ninguém , o inferno e o paraíso estão dentro de nós , nos os criamos .
O anjo todo confuso , precisava tomar uma decisão logo , se o homem ateu vai ao inferno ou paraiso. Mas o paraíso era impossivel porque aquele homem não tinha nenhum pecado. Então o anjo decidiu fazer uma prova com o ateu para ver se ele não cairá na tentação da vaidade.
- bom , então você é o herói daquela gente ! Aposto que se não fosse você aquela gente passaria mal. Não achas? Perguntou o anjo como uma forma de criar vaidade no ateu.
- O ateu respondeu : mesmo se eu nao existisse ,existiria alguém que os iria ajudar , eles têm fé no seu Deus.
Então o anjo ainda mais confuso , sai até aos apousentos de Deus e disse:
-Senhor está lá fora, no corredor da SENTENSA um homem ateu , que não acredita na vossa existência , ele não cometeu nenhum pecado em vida ,ele é a própria ética senhor. Qual será a SENTENSA deste homem?
Deus ficou 30', sem responder , mas finalmente abriu a boca dirigindo-se ao anjo e disse:
- Não precisou do paraíso como recompensa, mas mesmo assim fez o bem aos seus próximos, não fez por medo a mim e muito menos do inferno, mesmo se a minha existência significasse algo para ele , não faria o bem para me agradar.
Então o anjo voltou a perguntar a Deus , -o que faremos com ele?E Deus disse: o paraíso não é digno para esse ateu , o paraiso está repleto de pessoas com tremor e não temor a mim, não fazem o bem porque os agrada mas sim para agradarem-me assim como sorriem ao fazerem uma self so para agradarem os outros.
Bruno Areno
Achei que era coisa de momento,
como quando a gente sonha com algo e acorda com alguma sensação,e logo passa,
Mas não passou,
Do nada ela ainda me vem a cabeça,
Do nada me pego pensando nos detalhes característicos dela,
Meu medo é estar de certa forma projetando sentimentos em relação a isso,
E depois ficar com aquela sensação amarga de não ter aquela pessoa.
Era uma segunda-feira
Como ontem também tinha sido
E aos pés da castanheira
Um antigo desconhecido
Murmurava frases indecifráveis
Que julgaram ser engano
Mas em suas notas memoráveis
O legado de um velho cigano
Num quarto de mofo e pó
Prenunciava o começo e fim
Das derrotas de um homem só
Aos desvarios de um milhar de festins
E mesmo as cartas centenárias
Não teriam previsto as brigas
Das tardes de costura ordinárias
Ao fim consumado em formigas
Se nem daquela que foi a mais bela
Puderam compreender os romances
Na piedade, na nobreza e na guerra
Ao vento que não relega outra chance
A escolha pela licenciatura era algo que eu almejava desde a infância. Sempre quis ser padre ou professor, pois alimentava dentro de mim um sonho de viver a minha vida dedicada a uma causa que iria além de mim. Eu queria ajudar os outros, e ser professor é aceitar o desafio de fazer a diferença na vida de jovens e adultos, mesmo sabendo das inúmeras dificuldades que encontrarei dentro do âmbito escolar. Acho que sempre me inspirei nos meus professores que tive desde o ensino fundamental, sempre quis ser como eles, eu sempre gostei de imita-los. Estou pronto para os possíveis momentos de frustração, e também estou quase pronto para fazer o melhor e obter bons resultados. Quero fazer a diferença e marcar positivamente a vida, se não de todos, alguns, ou ao menos um aluno.
BOAS LEMBRANCAS
Saudade do meu tempo de criança
Da cumplicidade da vida
De quando tudo era cimples
Do café coado no coador
Saudade da minha rua
Do meu bairro
Do meu primeiro beijo...
Pra que que a gente cresce!?
A mulher adúltera não morreu mas não foi lhe dito que o que fazia não era pecado, então os pecados na Lei ainda são pecados na Graça mesmo que não lhes apliquem a morte física!
Vou vos contar uma historia,
Era uma manhã de verao, nos finais de agosto, um jovem de 24 anos se levanto ao 12h fez sua higiene e depois foi se vestir, sua roupa,l calcas superskinni azuis sua camisa de manga curta rosa e azul e seus tenis adidas superstar pretos, estava vestido de uma maneira que ate paresia que ia a um bailhe. Mas na verdade nao, ele se vestio assim por estava com uma entrevista de trablho marcada.
Faltava 40m para a sua entrevista, ele fez o que fez acabou de comer pegou a sua bicicleta e foi andado ate o local da entrevista que ate nao era longe, a entrevista estava mascada para as 14.30h eram 14.16h ja la ele estava, o tal jovem se dirigiu ao balcão e disse que tem uma entrevista marcada para as 14,30 com sr Joana, eles lhe responderam para aguardar um pouco que estava uma outra Pessoa em entrevista com a tal joana, assim ele aguardo sentado com seu telemóvel na mao a ver sua notificaçoes e mensagens que tinha. Mas agarou no seu móvel no so para fazer tempinho ate as 14.30 que devia ser sua entrevista. Ate que chega a hora da sua entrevista ele ve a hora mas ninguem o chamou ele pensou, sera que esqueceram de mim, depois rer passado mais 12m e que ai vem a tal joana e assim lhe chama para a entrevista. Na verdade ele acabou por não conseguir seguir em frente nà entrevista porque o horário que eles têm nao e compatível com o outro trabalho que ele tem, ele fazia um part time das 18h as 22h, e assim nao ficou, e nisso tudo ja eram quase 16.30, ele em casa estava a jogar seu joguinho ate que ele volta a ver as horas ja eram 17.20h ele já tinha que ir pro seu part-time, pegou em seus pertences a sua bicicleta e assim se dirijo para o trabalho, la fez ele a sua hora de trabalho ate que chega a hora de sair , ja de noite com 17° graus e com ventos a 30km/h , ele sem casaco do com a sua camisa de manga curta pegou na sua bicicleta e assim se dirigiu para casa, pelo o caminho estava um frio de rachar, o jovem com frio pensou porque que não trouxe casaco aiaiai ate que teve uma ideia vou pegar em folhas e me tapar... Nao, to a brincar a ideia dele não foi essa
A real ideia dele foi começar a pedalar mais rapido para chegar a casa e assim ele o fez, o frio que ele tinha desapareceu, desapareceu porque ele acabou por ficar com calor pir ter pedalando mais rapido o que era frio naquele momento se transformou em calor ate que ele chega a porta de casa e ele sentiu assim que parou um calor em vez de frio. É ficou contente por ter chegado a casa... .
Quando jovem reconheço que eu era impaciente, impetuososa , soberba e arrogante.
Acho que no auge do vigor físico nos sentimos invencíveis, indestrutíveis e eternos. Pelo menos é o que diz a foto da nossa imagem no espelho. Mas lá dentro de nós, tomados por uma insegurança íntima, passamos a acreditar em nossos super poderes, e trilhamos por caminhos nem sempre seguros, em busca do "sucesso" que ronda nosso imaginário.
Interessante pensar que quando jovens, tendo uma vida inteira pela frente, não nos damos conta de valorizar cada momento. Talvez por sermos conscientes de ainda termos muitos momentos pela frente. Mas quando envelhecemos, tendemos a ficar agradecidos por cada momento vivido. E a maturidade costuma ser reveladora! Começamos a fazer um balanço de nossa vida fuçando o baú das lembranças, e revirando nossa memória em busca de respostas à simples pergunta: Valeu?
Acredito que a resposta sempre será SIM!!!
Durante nossa vida passamos por muitas experiências, boas e más.
Embora o ideal seja sair de cada experiência mais sábio e mais forte, isso nem sempre é fácil.
Para crescer como pessoa as vezes é preciso deixar pedaços do coração pelo caminho, como sementes.
Com a colheita, de tudo aquilo que podemos viver e sentir, vem a gratidão.
Assim, apesar da certeza da chegada ao fim da nossa existência, temos de agradecer por tudo que tivemos a oportunidade de viver pelo caminho. Isso, acredito, é viver eternamente!
Houve um tempo em que eu era forte
Coisa alguma abalava meu porte
Proibia lágrima e medo
E o riso encobria o enredo
Verdade descortinada
Força existe em aceitar a dor
É preciso coragem para ser vulnerável
Cavalgar a onda, pedalar na corda bamba
É preciso coragem para mostrar a paixão
Fortaleza é não fingir
Revelar o coração, saber gostar de si
Orgulhar-se de Ser
Engolir a empáfia e estender a mão...
Houve um tempo que em que eu era forte!
Confessei-me e fui absolvida
Saúdo com gratidão minha sorte
Agora estou promovida
Hoje sou só gente!
Decisão
É o momento!
Aquilo que era fica agora para trás.
Está fora, cortado!
Diferente, ora em diante, o modo de ser
Os jeitos de caminhos abrir
O ritmo do caminhar.
É o momento!
O alvo será alcançado.
Coragem emanando do coração
Planejamento engendrado pela razão
Corpo e mente se dando as mãos.
É o momento!
Nenhum passo se desviará
Ainda que pareça faltar o ar
O Senhor há de abençoar
Mais uma vez enviará o maná.
Querer será mesmo poder.
A trilha acontecerá com fé
Envolvida em oração a marcha
E a meta?
Já pode ser vista
Bem ali... no próximo ato.
Era somente uma estrada,
da vida nada sabia, e ia ia ia.
Uma curva aqui, um beco sem saída.
Viravoltas, duas vias, ida...
É a vida quando se solta,
o futuro é um caminho onde
às cegas pretendemos chegar.
em qual quer era da historia todo dia sai alguém procurando o trouxa da vez apenas certifique que o trouxa não é você
A gatinha e o Kinder ovo.
Era uma vez, uma gatinha, com pelinhos pretos na cabeça, pelinhos brancos nas costas e na barriga e pelinhos castanhos no rabinho.
Ela vivia muito sozinha, já que seus donos trabalhavam fora o dia inteiro.
Ao lado da sua casa viviam duas meninas; uma com 07 anos e outra 03.
A gatinha ficava muito curiosa, quando um velhinho chegava na casa das meninas, pois faziam uma algazarra medonha.
A casa da gatinha tinha um muro bem alto, então, de tanto ela estender o pescoço, para ver o que se passava na casa das meninas, foi ficando com o pescoço muito comprido.
Um certo dia, a meninas viram a gatinha espreitando. A menorzinha perguntou para a gatinha: Nossa! Você tem um pescoço tão grande que quase parece uma girafa!
A gatinha muito triste falou: Miauuu! Miauuu... eu fico o dia inteiro sozinha na minha casa, e fico triste por ver vocês muito alegres, e mais alegres ainda quando o velhinho chega para brincar com vocês.
Aí, a menina menorzinha, ficou surpresa ao ouvir a gatinha falando e perguntou-lhe: Você fala gatinha? Você não é uma gatinha! As gatinhas não falam e nem têm o pescoço grande!
Aí a gatinha falou: eu aprendi a falar, ouvindo vocês falando. Aliás vocês falam até demais, pois todos os dias eu escuto a voz de um homem e de uma mulher gritando assim: Parem! Já para o banho! Eu até fico com medo!
Mas a gatinha perguntou: por que vocês pulam de alegria quando o velhinho chega?
Respondeu a menina de 07 anos: aquele velhinho é o nosso vovô, e quando ele vem nos visitar, ele traz muito leite Letti, iogurtes e dois Kinder ovo.
A gatinha perguntou: Miiiiaaauuuu.... o que é kinder ovo?
A menina de 03 anos respondeu: é um ovo de chocolate que é muito gostoso e dentro dele tem uma suplesa muito legal.
Foi aí que a menina de 07 anos teve uma ideia brilhante. Disse ela para a gatinha: Gatinha! Já já o meu vô vai ligar, perguntando se nós queremos alguma coisa ( ele sempre liga só pra brincar, pois ele já sabe o que é pra trazer) e eu vou dizer que estou com muita fome, que estou com uma vontade louca de comer kinder ovo, e então, vou pedir-lhe que traga três kinder ovos. Depois quando ele for embora, nós damos um pra você. Está bem?
Respondeu a gatinha: MiAuuuu! MiAuuuu! Que maravilha! Obrigado!
Passado poucas horas, chegou um carro branco, tocando uma música bem alto” alou, alou, petite demoiselle!”
As meninas vieram logo ao portão esperando o vovô, todas contentes, e a gatinha veio espreitar a cena, pelo muro.
O Vovô saiu do carro e perguntou para as netinhas: Nossa! Vocês estão assim com tanta fome, que precisei trazer três Kinder ovos?
A menina mais velha, imediatamente, piscou o olho para a irmãzinha e tampou a boca dela e disse: é verdade vô! Nós estamos com muita fome!
Foi aí que a menorzinha te a seguinte ideia: Vô, pode ir embora, pois a vovó ligou, dizendo pra ir para casa dela, ela que que vá ao mercado.
Imediatamente o vovô foi embora, e as meninas ficaram rindo sozinhas.
De repente a gatinha miou: Miauuuu! Miauuuu!
A menina mais velha, como era mais alta que a irmãzinha foi até o muro e deu-lhe um Kinder ovo.
A gatinha ficou tão feliz! Com as duas patinhas desembrulhou o kinder ovo, toda contente! Ao mesmo tempo, as meninas ficaram pasmas, ao verem a gatinha com tanta habilidade a abrir o kinder ovo.
E não é que quando ela abriu a caixinha surpresa, tinha uma menininha igualzinha à menina mais velha!!
Foi uma alegria total, para todas.
Começaram a cantar de tanta alegria!
A gatinha então agradeceu: Miauuuu! Miauuuu! Obrigado! Obridado! Até mais! É muito gostoso este chocolate!
Acabou!!!!!
Hoje preciso do silêncio
Verbalizar é o chamado. Porém hoje eu gostaria mesmo era de poder experimentar o silêncio, mas silêncio também no pensar. Os pensamentos podiam desacelerar... entender que a mente também precisa de descanso. Às vezes, é necessário parar, pois a saudade também tem o poder de nos deixar exaustos. Parar... Nem fazer perguntas nem tentar respondê-las; nem gritar nem sussurrar; nem isso nem aquilo. Eu queria mesmo era conseguir sentir o nada até que ele me incomodasse.
Mas silenciar a mente não faz calar o coração. Querer insano esse que experimento! Não há mesmo como tapar o grito que sai do coração! Como não escutá-lo? Como ignorá-lo sem apresentar distúrbios de alguma ordem?
Tendo a compreensão da impossibilidade do silêncio buscado, verbalizo. Não posso silenciar minha mente nem meu coração. Levo-os então a sonhar. Sonho feito de sons... Coloco o repertório que me agrada, a trilha sonora de tempos felizes, vozes que têm me feito falta, risos que alegram, olhares que denunciam o amor, abraço que redime e dilui a solidão. Sou generosa comigo em meu próprio sonho.
Como Mário Bennedetti, compreendo que o maior erro que alguém pode cometer é tentar extirpar da cabeça o que inunda o coração. Entendo agora que não é do silêncio que necessito, preciso é da esperança. Acreditar no sonho, continuar a caminhada com sorriso no rosto e fé no coração. Dou-me conta de que é verbalizando que a alma se acalma e retoma o ardor e a alegria. O silêncio se fez sim, externamente, e foi necessário para o colóquio interno, para que o sonho aflorasse e para que mente e coração, em união, voltassem a sonhar, voltassem a crer.
