Era
O que era para ser, já não era mais, se fez o que anunciava ser feito. Esperar quando não se sabe o que há de vir, é esperar algo que nunca vai acontecer. Mas esperar o Existente é esperar só por um instante.
"...Tudo se mostrava tão extenso, agregado,
Que nesse instante, dentro do teu silêncio,
Era como se uma profundidade entre nós se cingia.
Então, coloquei-me a teu lado, respirando-te.
Permanecemos emudecidos, por dentro acolhidos,
Guardando infinitos abraços em nossas almas..."
Carlos Daniel Dojja
In Fragmento Poema Recolhimento
Era noite de domingo, e normalmente, como todas as noites do fim de uma semana, eu costumava ligar. Mas em certo momento parei. Parei de fazer o que quase sempre fazia, e de ser quem era. Sabia que para ser novo, tinha que me renovar, e pra isso, mudar as aberrações que haviam entre nós. Era aberrante ser teu, e ainda sim ser só. Era anômalo só o respirar da minha própria insignificância. E eu sabia a todo momento que havia trilhado o caminho que sempre me recusei, e desviei. O sentimento era uma fobia do escuro, e de estar sempre sozinho nele. Das muitas formas de tornar-se um escravo, escolhi a mais brutal, aquela que maltrata a mente como uma corrente de elos invisíveis. Mas a ira de um bom homem pode ter um uso melhor, e resolvi escrever a próprio punho minha carta de alforria. Agora você é alguém no mundo. Nada de especial, ou diferente. Era só mais um rosto entre os milhares que vi e ainda veria, até o derradeiro fim, quando justamente me torna-se pó dessa terra como todos os outros que viriam.
Na era da globalização onde tudo e todos têm que ser igual, quem tem sua própria identidade “livre” é rico e dono de si. Esse sabe o verdadeiro sentido da vida.
Uma foto, uma curtida, outra curtida, outra curtida, outra curtida e quando menos esperava o que era apenas uma pura diversão virou paixão.
Só para constar: Machado de Assis não era “dipromado” e, independente disso, ele é e continuará sendo Machado de Assis. E você, com seus “dipromas” e currículo estufado, apesar disso, é e continuará sendo apenas o que sempre foi: um conjunto vazio burocraticamente documentado.
Era uma vez uma garota, uma pequena garota, que vivia nas sombras dos gigantes do mundo. Coitada, inocente, não continha nada mais em sua mente. Cuidado pequena! Para não tropeçar no rejeito dos imundos. Imaginava que suas cabeças eram as nuvens, e seus troncos, grandes árvores, coitada dela, tão inocente era.
Se perguntava porque nunca olharam para baixo, para saber em quem tanto pisavam, mas pensava, a pobre garota, que era porque estavam muito ocupados tentando protege-la do grande vilão. Este era grande como sua imaginação, queimava como coração partido e cegava como o amor, coitada da inocente, nunca conhecera o Sol. Nunca tivera verdadeiros amigos, pelo menos não daqueles que respondem, mas se sentia feliz, pois acreditava, desde o fundo de seu coração, que, algum dia, tivera tantos amigos que estes não couberam no mundo, e acabaram se apertando até restar somente suas lembranças.
Um dia obteve a coragem, e escalou. Escalou até o ombro dos gigantes para saber o que tanto admirava. Surpreendeu-se quando não viu objetos voando livres no céu, mas sim fumaças que eram despejadas nele, tornando-o cada vez mais cinza. Surpreendeu-se quando não viu castelos com princesas, mas sim com escravos. Surpreendeu-se quando não viu sorrisos, mas sim rostos sem expressão, faces aprisionadas pela própria liberdade. Surpreendeu-se quando não viu super-heróis, mas sim vilões, humanos, todos iguais, que mesmo assim acreditam ser melhor que outros. Decepcionada, a pobre garota desceu, convidando todos os gigantes do mundo a descer também, e começar de novo em uma nova terra, mal sabia ela que eles iam destruir esta também.
Naquele lugar só haviam almas enruguecidas, olhos de dor e bocas muda. No entanto tudo era mudo ali. A alma nova ali, fazia-lhes acreditar, a luz nos olhos dava-lhes esperança o que dá boca saía era novo também. Mas de novo não lhes falara nada.
Era pra ser mais um poema de amor
Mas senti tanta adrenalina
Que escrever eu não consigo
Esse amor doido me domina
Faz de mim o que quiser
Meu coração ta disparado
Daqui a pouco ele chora
Eu te queria do meu lado
E te beijar a toda hora
Lá fora das estações passaram: sol, neve, primavera verde, tempestades de outubro... Isso era uma visão do meu futuro? Quando é que o herói fugitivo viria, para acertar o relógio da minha vida novamente?
Todos estes livros, reparo, estão me mudando por dentro. Eu não podia imaginar que isso de ler era como viver.
Voltaire era o pseudônimo (apelido) de François-Marie Arouet. Foi um importante ensaísta, escritor e filósofo iluminista francês. Nasceu na cidade de Paris, em 21 de novembro de 1694 e morreu, na mesma cidade, em 30 de maio de 1778 (aos 83 anos).
Vai ver que a gente não era pra ser
E o mundo vive tentando me fazer te esquecer
E o mundo dá voltas
Tanta volta que eu sempre encontro com você
Nem sei de onde vem tanta coincidência
Talvez seja o fato da minha vida não ter coerência
Elias era humano como nós, sujeito as mesmas paixões, sujeito as mesmas falhas...
Ele OROU fervorosamente, intensamente, para que não chovesse, e não choveu sobre a terra durante três anos e meio.
OROU outra vez, e os céus enviaram chuva, e a terra produziu os seus frutos.
Tiago 5:17-18
O segredo é ORAR!
Você ora, Deus provê...
Você ora, Deus abre as portas...
Você ora, Deus fecha a boca do leão...
Você ora, Deus te sara...
Você ora, e Deus sempre envia a resposta...
Tuas orações estão sendo ouvidas...
Em breve uma pequena nuvem vai aparecer e em seguida um temporal de unção é Gloria vai inundar a tua vida, a tua casa, a vitória vai bater na tua porta, te prepara e abra as portas pra receber pois as bênçãos seguirão você!
Eu digo como o salmista: nunca vi um justo desamparado! Nunca vi!
Têm provisão chegando....
Graça e Paz🖐🏼
By: Ana Nogueira
Falando em Adão e Eva..
"O problema nunca foi a maçã, ela sempre esteve lá e o paraíso era perfeito!"
Semana de Arte Moderna de 1922: Mário de Andrade era um idiota presunçoso, Oswald um picareta esperto. Do movimento, só sobrou quem não estava lá: Manuel Bandeira, Drummond, Jorge de Lima.
O tempo não espera
De repente são 18 horas .
e já sexta feira,e o o mês chegou ao final,
Já era 31 de dezembro ano e o ano findou.
Mau fizemos 18 anos de idade e chegou os 60 .
Adeus todos os dias um amigo nos deixa, e parti para um outro plano, será que um dia nos encontraremos novamente?
Quem é o bola da vez, eu ou a companheira de tantos anos?
O que deixamos de fazer para economizar, valeu a pena?
Os filhos já não são mais nossos. e passamos a ser parentes dos genros, noras, netos e bisnetos.
Colecionamos “depois”:
ligo,faço,falo,mudo, penso, tudo depois.
Ate que enfim tudo, depois se resolve.
Afinal depois a gente ate esquece que deixamos para depois.
Eu vivo o meu hoje, hoje.
Amanhã pode ser tarde e as pessoas só vão lembrar que você prometeu.
Não discuto, politica, religião,futebol, razão ou opinião. Cada um tem a sua.
A MINHA É SER FELIZ DENTRO DA MEDIDA DO POSSÍVEL, TENTE SE PUDER SER HOJE E REFLITA SE É MELHOR DEIXAR PRA DEPOIS.
Só sei que a única certeza que tenho, é da minha constante mudança, já sou diferente do que era há 10 segundos atrás.
