Era
E como era doce nossa infância... Por mais amarga que fosse a vida, alguém sempre adoçava nossos corações, saudades da vó Luiza, que deixou além de um exemplo a ser seguido, deixou amor, semeou nossos caminhos a esperança...
QUE AMOR É ESSE ???
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Era um dia como esse de hoje,
aliás hoje mesmo...
e ao olhar para a paisagem, da janela do onibus,
percebi um homem,andarilho que caminhava com um imenso saco repleto de latinhas vazias,sobrê as costas curvadas.
Me dei conta do quanto um amigo sincero e leal,é importante na vida de um ser humano, seja homem ou mulher...
Esse cãozinho, um lindo e magro vira-latazinho, caminhava orgulhoso ao lado do seu dono.
Para esse cãozinho, o seu dono não precisava ser rico, bonito, com cara de galã,tipo o que as mulheres gostam ( galãs de cinema) ,para esse cãozinho o seu dono , queA sua presença caminhando ao lado de seu maltrapilho dono, caminhava a pé por kilometros ,mal vestido, com fome quem sabe, não importava, era o seu herói do dia a dia.
seu herói, que divia as migalhas para matar a fome.
Então cheguei a uma conclusão:
Se tívessemos 10 % da motivação de um cãozinho como esse , seríamos mais tolerantes e felizes , aceitando e amando as pessoas como elas são.
Ser feliz com alguém, não significa necessariamente, que esse alguém seja um símbolo de beleza física, tenha muito dinheiro, residindo em mansões, seja famoso, etc...etc...
Esse cãozinho é o símbolo do amor, da lealdade e fidelidade:e esta nos ensinando que, o amor esta acima do poder e dos bens materiais.
E me deixou um lição: o amor é isso !
Decidi adotar um cãozinho, não importa se seja de raça, tenha pedigree ou seja um lindo viralatazinho!
O sonho mas belo q eu tive foi quando eu te conheci mas passou alguns minutos eu percebi que não era sonho era realidade....
Quando eu era garoto com meus 13 anos de idade, com um estilingue (bodoque) acertei um passarinho, e quando fui pega-lo, vi naquele olhar algo inexplicável, tentei salva-lo mas foi impossível. Então joguei fora aquele maldito artefato assassino, e até hoje 50 anos que se passaram tenho na memória aquele olhar inexplicável.
E cada vez que lembro disso não contenho minhas lágrimas.
Seti I foi Faraó da XIX dinastia do Egito no Império Novo. Era filho de Ramsés I e Tiya, e também pai de Ramsés II. Seu reinado é mais comumente atribuído como tendo ocorrido entre 1290 a 1279 a.C.
Seti era filho do primeiro rei Raméssida: Ramsés I. Ramsés I era vizir e confidente do anterior faraó Horemheb. Este último é muitas vezes considerado como o primeiro faraó da XIX dinastia, contudo as ligações familiares de Horemheb colocam-no como último faraó da XVIII dinastia egípcia. De facto, a sua ascensão ao trono foi legitimada pelo casamento com Mutnedjmet, filha de anterior faraó-sacerdote Ay e irmã de Nefertiti, Grande Esposa Real de Aquenáton. Ramsés I conseguiu o trono do Egito porque Horemheb não deixou descendência e o indicou a ele, seu fiel amigo, como seu sucessor. Seti provem, assim, de uma linhagem nobre, de grandes comandantes militares. O seu avô, Seti, era um comandante oriundo do Delta. Seu pai, antes de se tornar faraó, fora um grande comandante. A mãe de Seti, Sitré (Filha de Ré) era também uma nobre de nome Tia.
-Amor sem igual-
Te falei que erá sério, ta difícil esconder
toda noite me perturba, sentimento não tem cura
sinto a falta de você
te falei que era serio, nosso amor é sem igual
quando digo que não quero, bate o medo eu desespero
vou correndo te encontrar
Nossos lábios se procuram
seus carinhos me faz bem
nos seus braços, busco abraços
nos seus beijos, me desfaço
nao consigo controlar
Toda vez é a mesma coisa, nosso amor é sem igual
quando finjo que não quero, bate o medo eu desespero
vou correndo te encontrar
Te falei que erá sério, ta difícil esconder
toda noite me perturba, sentimento não tem cura
sinto a falta de você
Nossos lábios se procuram
seus carinhos me faz bem
nos seus braços, busco abraços
nos seus beijos, me desfaço
vou correndo te encontrar.
Quando eu era criança eu fui em uma igreja. Lá havia um homem pregando o evangelho. Ele dizia: "As pessoas querem saber como é a aparência de Deus. Pessoal, Deus é a semelhança do homem. Olhem para mim que vocês estarão olhando para Deus". Eu, criança inocente, pensei: "Nossa, Deus é muito feio".
Acreditava que era o centro do universo, Flutuava nas nuvens , sem olhar para os lados, diziam que tinha o nariz mais alto que um edifício. Ostentava tanto brilho que a sua alma era puro azedume!
Era um olhar desnudo
Sem falso pudores
Despia-me por completo
A alma,transcendendo-me o ser
Um encontro,uma essência
Inevitavelmente o amor
Em seus vários tons
Inexplicáveis emoções
Eu e você.
Hannah Lessa
As vezes eu me sento e vou pensar no meu passado como ele era pra hoje.Hoje só casada,e quando brigo com meu marido me sinto culpada por deixa ele sofre...
Depois eu começo a chora dizendo que não era essa vida que tinha escolhido.....
Quando era pequeno tinha planeja tanta coisa para hoje, agora vejo que não fiz e nem sou metade do planejado.
Ela falava de todos casais melosos, mas no fundo tudo que queria era ter alguém pra ser melosa também.
Era improvável existir vida após essa guerra, mas eu sobrevivi. O abismo escuro, nunca antes iluminado, viu a luz. Só podia ser Jesus. Quem poderia entrar onde ele entrou? A força desse amor fez o coração destruído bater outra vez.
Tudo muda, tudo passa,
O que hoje era certo amanhã poderá ser incerto!
Hoje você está triste, mas amanhã você vai estar alegre!
Aquela dor que parece não ter fim, amanhã poderá ser curada,
Seus planos, seus sonhos, seus projetos você faz, mas somente se for da vontade de Deus se tornarão realidade!
Faça planos, sonhe, mas antes coloque nas mãos de Deus, porque Ele é o autor da vida, o engenheiro e arquiteto de todos os nossos projetos, Ele, somente Ele, sabe o que é melhor pra nós, é Ele que tem o poder sobre nossas vidas! É Ele quem dá e quem tira a vida na hora que Ele achar que deve! Não esqueça, todas as coisas passarão, mas somente a palavra de Deus permanecerá!
Tudo o que ela precisava era de um pouco de coragem. Determinação e amor não faltavam, só a coragem. Como só havia covardia, deixou-se levar pela morte.
" E já que não foi como era pra ser, voltarei ao ponto de incio, não irei mais tentar escrever uma história a dois, vou escrever meu rascunho de livro da vida só, e se um dia encontrar alguém, vou apenas passar a limpo, e colocar seu nome como participação especial junto a mim....."
UM CAFÉ, UM SORVETE E UMA CONVERSA (PART I)
Era hora do sol sair de cena vagarosamente – bastava que oferecêssemos nossa atenção a ele e lento fazer-se-ia -, pois assim podíamos apreciar a chegada do ocaso. E assim o foi. Neste dia preferi por passear sozinho. Nada como uma tarde em boa companhia, a minha própria. Longe desta ser uma postura egocêntrica, mas apenas uma atitude de alguém que aprendeu a apreciar a sozinhez de quando em vez. Enfim, já andando por horas decidir sentar-me para sossegar as pernas. E com isso permitir com que os ventos dos 4 cantos apossassem-se de meu corpo. Fiquei ali e relaxei por alguns instantes. Já saciado do banho das brisas fui até uma loja para comprar algo para beber, pois a “sede” fez-se presente. Olhei, olhei novamente, contudo tantas eram as opções com as quais me deparei no cardápio que me fizeram não conseguir nada escolher. A atendente – que por sinal fora educadíssima – disse-me a seguinte frase: “O que acha de um simples, saboroso, clássico e não tão quente café?”. Claro, disse eu. Como não pensei nisso antes. Adorei a pedida. Escolhi, então, um lugar distante e silencioso – como de costume - para acomodar-me e degustar pacientemente o meu café. Nisso, vejo chegar ao mesmo estabelecimento em que estava uma “amiga” – essas aspas que sempre me amparam. Sabe aquela moça pela qual você já foi apaixonado nos tempos de escola, entretanto para a qual nunca se declarou? Aquela pela qual você suspirava em silêncio? Aquela pela qual noites em claro ficou? Aquela pela qual você conseguiu apenas uma amizade? Pois é, essa mesma, vítima de nosso amor platônico. Bons tempos essas paixões infantis – como se toda paixão não tivesse essa marca piegas, enfim. Ela entrou e pareceu-me procurar por alguma coisa. Procurou, virou e revirou a cabeça e os olhos por todos os lados, entretanto nada encontrava. Vi que ela estava para sair de lá com ares decepcionantes, porém não a deixei ir. Solicitei à garçonete que a fosse chamar para que me notasse. Foi ai que ela me viu e trocamos acenos e sorrisos. Fiz gestos para que ela viesse para perto de mim e assim pudéssemos conversar. Ela veio – para minha alegria. Ficou de pé diante de mim que, automaticamente, fez-me levantar também. Perguntei-lhe se ainda lembrava de mim, pois já faziam alguns anos que não nos víamos. Ela disse: “como poderia esquecer de você”. Abraçamo-nos. Nessa hora fui tomado por uma euforia interna. Perguntei a ela o que fazia naquele lugar e ela me disse que estava esperando uma amiga, porém que até aquele momento não havia chegado. Propus-lhe que se sentasse comigo para espera-la e quem sabe tomar ou comer alguma coisa até lá. Ela, inicialmente, relutou, disse estar com pressa e que não queria me atrapalhar. Disse a ela que seria um prazer tê-la como companhia e fazer-me de companhia a ela até a possível chegada de sua amiga; que em nada atrapalharia, pelo contrário. Ela, então, finalmente, disse sim – mais uma vez para minha alegria. Perguntei-lhe se desejaria pedir alguma coisa e apontei a ela o cardápio sobre a mesa. Com o tom de voz delicado, disse ela: “Acho que vou tomar um sorvete de açaí com tapioca”. Excelente! Que venha o soverte paraense, disse eu tentando ser engraçado – com louvor. Gargalhadas e risos surgiram em nós nesta hora. Com um ambiente mais descontraído instalado, perguntei-lhe como estava a vida. O que andava fazendo. Planos. Projetos, enfim. Queria saber dela e como encontrava-se naquele momento – uma forma de matar uma saudade dantes inexistente. Conversa vai e conversa vem e nós já tínhamos sabido muita coisa um do outro. Ela já havia terminado de tomar o soverte e eu já havia terminado de tomar o meu café. E adivinhem só? Perfeito, ela não apareceu – para minha felicidade. Ela me disse que já estava ficando tarde e que teria de ir, pois seus pais haviam combinado de irem busca-la para um aniversário. Antes de irmos – disse eu - o que acha de apreciar a saída do sol? Veja, está acontecendo. Ela aceitou e percebi o quão alegre ela e eu estávamos naquele momento. A boca dela não conseguia conter seus lindíssimos dentes. Escoramo-nos na orla e lá permanecemos até o cair da noite. De repente o celular dela toca e ela o atende. Adivinhe só quem era? A amiga? Errado. Eram os pais dela a chamando para ir embora. (CONT...?)
Parei e pensei por muito tempo e fui discobrir que era solidão,porque eu sei que se alguem estivesse comigo não pensaria tanto,penso e penso e no fim de tudo penso na solidão
