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Era

Cerca de 25313 frases e pensamentos: Era

Doutor Akron era esperto: mesmo errado ele sempre estava certo...

AMENDOIM COM CASCA
Oi, tudo bem?
Um amendoim por favor, sem casca
Ah, era exercício e eu não sabia
Comer amendoim era um bem que só, meu velho avô me dizia...
Não vai comer muito isso, menino, que tem efeito bumerangue
Quando tu vais ver, olha só, do nariz lhe arranca sangue
Eita vô, meu velho pai cabra bão bom e não era doce, amargurado da vida de gado que tinha levado, matando boi até no dente!
Eita meu velho vô, era valente, homem crente, de um ar puro, um abraço curador, jeito inocente, que só se sente quando está presente de uma pessoa assim que mesmo mascando boldo da vida amarga masca sorridente.
Eita, vô valente!
Se eu pudesse transformar o passado, transformaria em um presente, só pra estar de novo na sua presença pura, pois estou precisando de cura de um abraço ardente, ...
Ah meu velho avô, como sinto sua FALTA e por você cravaria até um pênalti
Eita homi bravu, homi valenti, falava em caçar onça, ele dizia, pego no dente, eita homi bravu, eita homi valenti
Até que um belo dia se foi, se tornou uma estrela no céu, meu anjo na Terra
Ah meu avô, por você eu lembro, entrava até em guerra e nem tinha idade pra isso
Te defendia com um pedaço de pau, eu também era bravo, era o tal e você ria disso
Meu avô era maneiro, um velhinho mineiro, juntou em boi, amansou cavalo, fez 3 filhos pedreiros, ah meu velho avô, seu silêncio conselheiro
Me acobertava em tudo, meu velho avô era maneiro, falava pouco a grosso modo, a modo mineiro, meu vô era legal, meu vô era maneiro
Ah meu velho pai avô, quanta saudades, ainda me lembro de cada idade, todo aniversário estava PRESENTE, eita meu vô, nunca me abandonou, sempre se preocupou e eu não dei valor, queria de volta, não importa a soma que for, eu só queria meu avô...
.... Passe o tempo que for, ainda vou lembrar do meu VELHO avô

Se a intenção era atingir meu trabalho, errou a porta; se a intenção era me atingir usando inocentes como corredor, errou o prédio inteiro.

O seu único adversário é a pessoa que você era ontem

Título: "Fim de uma era"
Autoria: ayache Vidal

O amor se findou
Segue então teu caminho Que estou indo embora
a jornada na estrada da vida
Termina agora
Melodias tão lindas Perdidas no tempo.
Que foram esquecidas deixadas pra traz e a historia levou
não se ouviu nunca mais um romance sincero de amor de compositor...

Melodias que nascem e que falam de amor Toca nos corações faz sorrir faz chorar, faz sentir emoções que vivemos ás canções que ouvimos em cada momento...

⁠Mas o que era a felicidade se não uma extravagância, um estado impossível de se manter, em parte por ser tão difícil de ser articulada?

"Tem quedas que parecem o fim… até que você se levanta e percebe que era só o começo do que você nasceu pra ser."

“Obrigado por me ver quando eu era apenas silêncio pros outros.”

"Minha vida era apenas um deserto até você chegar e trazer a tempestade."

Se um dia eu fui seu anjo...
Então jamais poderei voar novamente...
você era as minhas asas..

Sua boca era tão linda que seus ⁠lábios convidavam para sentir o sabor do céu.

⁠O toque de suas mãos em minha pele traduzia todo o carinho envolvido entre dois apaixonados. Era as mãos de um anjo a tocar minha alma. Uma leveza ao percorrer meu corpo capaz de atingir os mais profundos nervos e levar a mente a sensação de torpor que remediava o meu interior. Suas mãos são como as de uma fada. Encanta e me arrebata.

Pau de Sebo


A minha vó lia cartas via o meu e o seu destino
Mas ela gostava mesmo era da Festa do Divino (bis)


Eu sou daqueles menino nem ligeiro nem ladino
Mas quando chegava maio lá na Festa do Divino
Subia no Pau de Sebo mais veloz que Severino
Subia no Pau de Sebo mais veloz que Severino
Mais veloz que Severino no Pau de Sebo subino


Minha vó ficava brava desce desse pau menino
Mas eu de olho no prêmio continuava subino
A minha vó ficava brava desse desse pau menino
Mas eu de olho no prêmio continuava subino


Eu sou aquele menino subino no Pau de Sebo
Lá na Festa do Divino
Eu sou aquele menino no Pau de Sebo subino
Lá na Festa do Divono

Lá de cima eu jogava os doces pá mulecada
Mas o prêmio em dinheiro no meu bolso colocava (bis)


Refrão...eu sou aquele menino...

Olhe só você tá veno o Pau de Sebo o prêmio
E o menino nele subino
Olhe só você tá veno o menino no Pau de Sebo
E os seus olhos estão sorrindo

Pacatatu Cotianão

Pacatatu era destemida girando com precisão
Com sua motoca colorida do globo da morte pra vida

Pacatatu Cotianão correndo atrás da bolinha
Pacatatu Cotianão se encontraram na escadaria

Cotianão era um palhaço brincando de ser grandão
No farol contando moedinhas em pernas de pau ele vinha

Pacatatu Cotianão correndo atrás da bolinha
Pacatatu Cotianão se encontraram na escadaria

A bolinha de ping pong desviou da raquete e sorria
Dançando Berimbau Capoeira a estrela da escadaria

Pacatatu Cotianão correndo atrás da bolinha
Pacatatu Cotianão se encontraram na escadaria
Dançando Berimbau Capoeira subia a escada na vida
Dançando Berimbau Capoeira subiu a bolinha da vida

Pacatatu é o modelo socialmente aceito
Cotianão é o excluído
Escadaria é a morte
Bolinha é a vida

Um Antigo Piano Novo


Era uma vez um piano. Um erudito piano
Que adorava espalhar seus sons e alegrar o povo cantando
Suas antigas teclas. De marfim amareladas
Já conhecia os tons. Das mãos que as dedilhava


E da cartola do tempo. As melodias tirava
De belíssimas ladainhas. Que o povo todo cantava
Mas lentamente como a brisa viaja o oceano
O tempo corroía as cordas e emudecia o piano


No domo azul do mundo. Nuvens não ficam paradas
E a voz do piano velho. Logo seria trocada
Por outro piano novinho. De teclas brancas resinadas
Que tocava canções de amor. E o povo compartilhava


Porém não foi esquecido o piano antigo de teclas amareladas
Ele vinha na frente todo orgulhoso. Bem vestido e imponente
Abrindo o caminho para o novo. Que timidamente iniciava
Essa linda jornada sagrada. Que é a vida da gente

No princípio era só um pontinho piscante nas altas frequências das ondas sonoras


Depois virou o Templo do Onipotente


Daquele que bate no peito e mora na mente

Sobre Abusadores e Abusados


Eu...fui uma criança que não conheceu o pai e era feliz assim, até que aos quatro anos de idade levei um tapa na cara de um gigante muito forte enquanto com um canecão de alumínio despejava água para que o gigante escovasse sua dentadura, e foi assim que conheci o meu padrasto.


Com o tapa, que mais percecia um soco mesmo, cai, bati com o queixo no chão e de alguma forma cortei o céu da boca e doeu, e sangrou bastante. Assim foi a minha vida até os 16 anos quando finalmente eu criei coragem e fugi para São Paulo com uma namorada e lá construímos nossa própria família.


Foram 12 anos de abusos físicos e psicológicos, e naquele tempo era aceitável pelas Leis, e minha mãe também vítima de abusos psicológicos, pois nunca presenciei agressão física contra ela, aceitava tudo de boa.


Ninguém veio me salvar. Ah! Como eu sonhava com isso. Não consegui amar de verdade minha mãe até o dia que ela faleceu, não conseguia entender a razão de ela não ter feito nada todas as vezes que ele me bateu.


Hoje vejo o povo Venezuelano, que por anos vem apanhando, e nós? Da América do Sul nada fizemos. Salve os Norte Americanos!!!

Fogo Morto


Eu comecei a estudar para em um concurso passar
Objetivo era aprender. Literatura e matemática
Eu estava indo até muito bem
Velocidade Média eu aprendi também
Até que um dia do meu lado se sentou alguém


A timidez me dominou
Eu só pensava em me mudar de lugar
Até que ela me cutucou
Pedindo um lápis se eu pudesse emprestar


Foi nessa hora que eu fiz besteira
Disse não tenho lápis. Uso lapiseira
Infelizmente não posso emprestar


Então entrou o professor
E foi chamando pelo bombeirinho
E perguntou se ele estudou
Ou se o Fogo Morto se apagou


Rapidamente eu me levantei e disse sim senhor
Claro que eu estudei. Fogo Morto não é história de amor


Fogo Morto! Fogo Morto! É a paixão que se acabou
Fogo Morto! Fogo Morto! É o amor que se apagou

A vida me separou do que era meu

Fui escravo mas era o chefe