Era
Nossa alegria, ainda, não reconhecida, era de proteção assistida, pra abrasar equilibrios, dando beleza celular às vidas.
A dádiva era familiar e, agora, podes aprender o valor de aplainar e, com carinho, seguir sem desdenhar.
O orgulho é imaginário, e, o porque de estar acima dos outros, era uma farsa, pra impedir o sabor, isso é uma necessidade, do pra que é de fato o saber dos desgostos.
É da gratidão que nasce toda e qualquer movimentação, se o mover existiu por outra razão, era porque estavas a beira de antigos precipícios, pois não.
Altura e largura era pra ilusão de outras coisas, e, nossa profundidade já é ora, pra instalação de novas e possíveis frases.
Proibição era falta de divulgação, desconsiderada pela interpretação da falsa visão, composta em intercalada.
Quem me conhece de verdade foi se embora pra outra parte, era de análises em disfarces, pra olhar pro seus olhos, e, eu, estou com muita saudade, não preciso ver-te, mas, quero encontrar-te.
O não poder falar era de tempo pra esperar o momento do porque de se togar e não desordenadamente tocar em falsos kabites de estar.
Deus é formação pura do verbo divino e, seu, plano era de perfumes de direções, pro todo ser exatamente em realizações, prás partes integrar as realidade do estar lunar.
Orgulho é esconderijo dos que não têm base nenhuma, e, camufla a porta da humildade, agora pra era e, abertura dos instintos, nossos ritos de caminhos, acolhemos procedimentos mais elevados em longanimidade, pelo presente do hoje, pra ti manisfestado, basta manter teu ser sempre informado.
Antigamente nossa preocupação era pra o acompanhamento da sabedoria, e, descobrimos que todos têm, basta liberar a velocidade dos que ainda, não sabem por e de onde vem.
