Era
Podes ter mil mulheres, isso não nos importa, era pra corrigir falsas contas, que mexiam e, nada faziam, mas, em mil casos jaziam em choros, que em mim ainda conduziam, colocando falsas tristezas em tempos e, templos que se perdiam.
A exigência da perfeição era das fêmeas e, seus cachorros, não possuiam a medida exata, tudo bem, ainda é bem, por isso o amor sempre convêm.
Nas mais belas intenções colocastes nosso amor, mesmo dormindo, nosso acordo era sorrindo, nos vimos e, poucos se lembrou, e o tempo passou, recordamos nossas despedidas, sem fim, pois, somos intocáveis, exceto por um tipo de imã, talvez uma espécie de antídoto, que brinda seres humanos, são postos de loucura, corrigindo estabilidades das verdades, que nos bate à porta do coração, será que é uma busca perdão, ou, limpeza de cordão, foi assim pelo tempo, escrevendo em outras mãos, pra ti ler nas linhas, o já daquilo que não é tardio amar.
A raiva não era estar, dou outro lado, mas, não, ter-te visto, pela falha das ganâncias e, dos vistos, seu amor meu conciso, tenho saudades dos nossos risos.
Podes abrir pra você, era só medo do perfeito em ti, não nascer e, agora, podes compreender, o que se pode realmente fazer.
Meu grupo era um único e, me jogaram em únicas, é na graça das alegrias, pintando recordarias, a necessidade das sabedorias, pondo sedas pra acertar, correntezas, podendo também ter nobreza.
Há iniciações diárias, outras milenares e poucas de fatos vividos, necessidades de era da saudade do seu tempo de risos, impostos nos atos contritos.
Quando era de idade avançada minha via de criança, agora, sou adulta é me considero jovem em eterna dança.
A verdade sem transparência não cobre nessa era novas mentiras, pela liberdade e essência da imaginação
Houve uma época em que se encontrar no darma, era sempre uma necessidade amamantíssima, paz solitária encontra conforto solidário.
