Era
A tempestade que eu vi num sonho era da cor dos teus olhos. E fiquei com medo de cair no mar. Mas queria me afogar em verdades.
Me afastei da margem, e me vi sendo puxado pra dentro do redemoinho. Não pude voltar e me afoguei com a verdade.
Um dia cheguei a pensar que te amava. Depois passei a refletir e percebi que era tolice.
Cheguei a escrever milhares de vezes seu nome nos cantos das folhas de meus cadernos, de abrir e reabrir mil vezes suas fotos para não esquecer um só detalhe de suas feições, sua boca, olhar seus olhos e imaginar se naquele momento você poderia estar pensando em mim, ou até mesmo em nós.
Não sinto que estou me iludindo, não dessa vez, não sei como, mas controlo meus sentimentos em relação a você. Sinto falta as vezes, mais logo procuro algo que me ocupe e me faça esquecer, posso ficar sem sua presença, não que eu não a queira, mas aprendi a não me apegar tanto há ela. Estou que nem um vampiro, consigo me desligar da parte humana que há as minhas decepções, o sofrimento, do amor... Você é minha parte humana, que aprendi a desligar ela a hora que eu bem entender.
Para Jingyi, as mulheres são como a água e os homens, como montanhas. A comparação era válida? Fiz a pergunta aos meus ouvintes e recebi mais de duzentas respostas em uma semana. Dessas, mais de dez vieram de colegas meus. O Grande Li escreveu: “Os chineses precisam das mulheres para formarem uma imagem de si mesmos — como as montanhas ao se refletirem nos riachos. Mas os riachos correm das montanhas. Onde está a imagem verdadeira, então?”
Prefiro acreditar que nunca fui feliz de verdade do que acreditar que era quando na verdade, estava iludido. Quero ser, não estar.
Eram 8 da noite de uma sexta feira. Mal sabia que essa sexta feira era o início de toda a minha vida até hoje. E passa tudo pelos seus olhos e você se pergunta: já faz um ano que eu estou amando o mesmo sorriso. Tempo demais não é? É tempo pra caramba se quer saber. E entre idas e vindas descobri a pouco tempo de que na minha vida era só ele. Nesse 1 ano me envolvi com outros nomes: Rodrigo, Erick, David, etc. Convencia mim mesma de que estava fazendo a coisa certa ignorando o nome tatuado no meu coração. Enxergava tem todos o rosto dele, enxergava em todos os meus sonhos o sorriso dele. E agora é tarde demais? NÃO. E nunca será porque como diz a música "Quando a gente fica junto tem briga, quando a gente se separa saudade.. Quando marca um encontro discute, não conheço um amor tão covarde."
O tempo passou...
A volta
foi maravilhosa
o coração vibrava
a emoção era contagiante,
a vista era resplandecentemente,
mas já podíamos avistar a chegada,
ou melhor um ponto indefinido...
A aventura foi impactante,
digna de muitas outras voltas
Só que ao olhar para trás
nos deparamos com a imensa fila,
onde surge a indecisão !
E mais uma vez a indagação
Qual será nosso futuro? ou melhor nosso destino?
"Ela fez o impossível. Muitas vezes. Por tempo demais. Mas era insuportável continuar. Então ela esboçou um sorriso de lágrimas nos olhos e pensou nele, enquanto a solidão pesava e a saudade lhe acarinhava o rosto que humedecia."
Queria ter o poder para mudar o mundo,,mais o que realmente queria era só ter um lugar em teu coração
Um me ensinaram que fazer loucuras era errado, mas com o tempo fui aprendendo que fazer loucuras faz parte da vida, pois só quem viver intensamente tem experiência e histórias para contar...
“Por que eu não sei o que fazer nunca, por que meus medos me param?
Gostava de quando eu era criança, e meu único medo era do escoro, meu maior desejo, era se a mãe da minha amiga iria deixar que ela brincasse na minha casa, gostava, de quando a bicicleta não atendia meus comandos, e eu acabava no chão, mas ao levantar via minha mãe, se esforçando para provar que “Merthiolate” não ardia. Por que crescer dói tanto, porque decisões são tão difíceis... Por que existem pessoas que você quer lutar por elas, mas ao mesmo tempo você se esquiva por não ter coragem de tentar novamente. Porque, porque, porque, porque os porquês me perseguem? Felizes dos que não sabem todas as respostas do mundo, mas sabem pelo menos que elas existem”.
O destino trouxe um anjo no momento das minhas angustias, Quando ao termino do meu dia a cama era refugio para toda reflexão detalhada, sua voz acalma e resplandece sentimentos sólidos e puros.
Eu pensei que não fosse confiar e muito menos me entregar depois de todo ocorrido anterior
com aquele capitulo da vida mais desejei esquecer.
O que pensa você meu anjo?
- Que fugindo terá êxito racional?
- Que me evitando eu te esquecerei?
Eu acho muito gostoso quando te faço rir e ao mesmo tempo tenta se segurar para não acordar ninguém.
A minha escolha nunca desistir, mais não posso só pensar no meu coração, faço necessário sua felicidade.
Sinto medo em saber que possa sair totalmente da vida e nunca mais pode fazer la sorrir,
ouvir sua voz, escutar seu gaguejo de nervoso e ainda recepcionar teu refugio
prepara sua mente, alma e corpo para repouso mais minucioso.
FLOR
Descobri que era feita de polietileno
Que não precisava adubar nem regar todo dia
Que tirar a poeira era bom
Mas se não espanasse, nem diferença fazia
Não era Margarida, Begônia, Tulipa e tão pouco Amor Perfeito
Descobri que apesar de amarela, branca, vermelha
Não tinha cheiro, nem tinha nome
Sim, tinha cor sem sabor e não pousaria nenhuma abelha
Oh que triste descoberta... Ela não daria fruto
Não teria próxima geração
Más, cuide com zelo e carinho
Porque o jarro é frágil, é de barro, é o coração
Flores de plástico nunca morrem
É difícil tirar do jarro, acostumar, esquecer
Dar lugar para a cor, cheiro e nome de verdade
Que apesar da intensidade, é capaz de morrer
Desde moleque, eu já era um moleque. Vivia sonhando não em contar as estrelas, mas em usá-las pra desenhar uma escada só pra olhar o muro do vizinho. Via um cano e fazia ele de arma, unia com uma balão de ar e fazia um estilingue. Via uma árvore, e aquilo ali era um esconderijo pro pique esconde, ou então pra ficar tacando marimba na pipa dos outros. Vivi as melhores coisas que foram oferecidas a mim. Nada de bonecas ou de casinha... Isso aí é, metaforicamente, um treinamento pra ser dona de casa. E não era isso que eu queria. Sempre quis explorar o mundo que me foi concebido. E fiz isso vivendo, jogando e aprontando as melhores brincadeiras e artes possíveis. Fui muito feliz. Pena que hoje em dia as crianças não saibam mais o que é essa felicidade...
Saudades da minha época de ingenuidade. Todo mundo era legal, desde que soubessem pular e bater corda, e só importava diversão. Não gostei dessa coisa de crescer. Quero minha infância de volta.
Eu queria ser mais daquilo que você imaginava que era mágico, acabou q a mágica foi tão explendida que eu acabei sumindo de vez da sua vida.
