Época
Foi-se a época de minha vida que eu era refém de minhas atitudes e aparências.
Vivia para agradar os outros e manter uma elegância aparente de alguma importância.
Tudo isto me desgastou demais, por anos de ficção, onde nada tinha coerência na busca da tal felicidade.
Hoje a maturidade me ensinou que a paz também pode ser conquistada sem alcançar certas metas anteriores, que o perdão é uma benção e certas desculpas perderam a razão de serem dadas, pois nossa razão é o mais importante, a certeza que nosso caráter ainda não perdeu a validade, aprendemos também a trocar nossa aparência por essência e as imperfeições de nosso corpo pela perfeição da alma.
(teorilang)
O bem e o mal são tão amigos,
que a cada época de sua vida,
alternam sua direção,
cabe a você frear um ou o outro,
eis a solução.
Na época mais bonita do ano, a comida salvava tudo. É a comida que lubrifica as engrenagens entre a tia surda e o adolescente mudo. É a comida que preenche os espaços entre os irmãos com nostalgia perfumada de canela, e é a comida que dá propósito à mãe cheia de culpa.
Por mais concreto e real que o mundo seja, sempre haverá aquela época em que andamos entre gigantes imortais.
José tinha na mão a balança da economia mundial em sua época, pois ele teve uma revelação espantosa do que viria naqueles anos seguintes e entendeu que as setes vacas gordas seria um período de grande abundância, seguidas por uma terrível crise das setes vacas magras.
Ainda lembro com saudades da época em que o dia da mentira era só no 1º de abril.
— 1º de Abril.
Hoje é dia daquele que se diz honesto, que se diz de fé, que se diz patriota, que se diz da família tradicional, que se diz corajoso, que se diz ser gente de bem, ...mas não é.
Cada época coloca algemas invisíveis naqueles que a viveram, e eu só posso dançar com as minhas correntes.
Interessante, fazer parte de uma época e se sentir de outra. Assim, vivo na atualidade, onde minha alma parece ter se adaptado, entretanto, não sinto ser minha realidade.
(Edileine Priscila Hypoliti)
(Página: Edí escritora)
Na época da ditadura o professor era armado de uma palmatória. Não sei se o aluno aprendia por temer ao professor, por respeito, ou por sonhos.
Eu era uma pessoa nova na época, sabia coisas que não sabia antes, coisas que você só pode saber se tiver passado pelo que eu passei.
Acho que a pandemia trouxe de volta o velho romantismo tão esquecido. A época áurea das cartas está de volta. Em tempos de conversas em tempo real, mensagens instantâneas e vendas online eu tenho recebido cartas: semana passada foram duas - uma da internet e outra da padaria; essa semana foram mais duas - energia elétrica e água.
Vivemos uma época em que as pessoas têm o seu campo de visão reduzidos: só enxergam ao redor do seu próprio umbigo e só estão preocupadas com seus problemas. É como se o todo não afetasse a parte, como se os problemas do mundo não lhe dissessem respeito. As pessoas não têm tempo pra mais ninguém além delas próprias, não sabem e não estão interessadas em ouvir seu próximo, nem mesmo os que dividem a mesma casa com elas. Como se isso não bastasse, vivemos a época do mimimi generalizado, todos se ofendem com tudo e por tudo gerando um campo de silêncio intransponível. Acho que na própria ditadura militar se falava mais do que hoje. Fala-se tanto em liberdade de expressão, tolerância e respeito, mas cada vez exercitamos menos essas virtudes que deveriam ser o pilar das relações humanas. Infelizmente, com as suas devidas exceções, vivemos em um mundo de pessoas vazias, intolerantes e medíocres. É isso que vemos por todos os cantos do mundo, não? Quanto mais a tecnologia avança parece que mais o ser humano se distancia dos elementos que o tornam humano, criando um abismo entre eles. Estatísticas revelam que 80% das pessoas guardam as suas emoções porque acham que os outros não vão entender sua dor e, de fato, não vão. Enquanto isso o contato diminui, as relações humanas esfriam, e a depressão e os problemas que vem junto com ela aumentam de forma assustadora.
Todas as estações são belas, porém, me identifico com o outono, talvez, porque tenha uma época que minhas folhas e flores caem, um momento de reflexão e revigoração. Um preparo para uma transformação do meu interior para o exterior!
(Edileine Priscila Hypoliti)
(Página: Edí escritora)
Vivemos a época em que as heresias estão no ápice, e os falsos mestres e falsos profetas chegaram ao clímax das heresias e extremismos. Temos heresias nacionais e heresias importadas.
Temos várias xerox do paganismo e das seitas. A Bíblia para muitos já não é a norma máxima de fé e prática. Estamos vivendo a época do “eu acho, “eu penso”, “eu vejo desta forma”, eu “entendo assim” e “nada a ver”. A Bíblia deve ser a norma máxima de fé e prática, o Espírito Santo deve ser o nosso único guia, e a nossa intimidade com Cristo e com a sua Palavra, deve ser uma realidade diária e constante.
Temos que permanecer com os pés no chão, mas, com a mente e o coração no céu, temos que pensar na nossa vida material, mas, temos que atentar para com a nossa vida espiritual e com a salvação dos perdidos. Não podemos perder o foco do Evangelho simples e puro, não podemos esquecer das Palavras do Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Não podemos esquecer das advertências sobre os falsos profetas e sobre os falsos ensinamentos.
Um homem mais velho me disse: na minha época não ficava sofrendo por mulher, a gente tinha mais de 3.
Eu lhe disse que sei ser safado também, mais a diferença é que fiz compromisso de agir como homem.
Nascemos nesta época e devemos seguir bravamente o caminho para o fim previsto. Não há outro caminho. Nosso dever é manter a posição perdida, sem esperança, sem resgate, como aquele soldado romano cujos ossos foram encontrados em frente a uma porta em Pompéia, que, durante a erupção do Vesúvio, morreu em seu posto porque se esqueceram de socorrer ele. Isso é grandeza. Isso é o que significa ser um puro-sangue. O fim honroso é a única coisa que não pode ser tirada de um homem.
Desde 2017, bem na época da dal e logo depois da alis, escutava uns pontos de umbanda. no banheiro , vinha uma risada profunda lá de dentro. como uma hipnose que eu não conseguia sair. é uma risada gostposa, mas interior e anterior eu não sei controlar. não sei de onde ela vem. as vezes acontece. numa situação que eu até arriscaria que é meio transe.
hoje 20.8.20 eu tive novamente, escutando uma simples canção de 'nolhado de suor', dá vontade de agradecer, de liberar de vivenciar, fico em dúvida, peço força. que energia é essa.
um riso orixá profundo. o que eu acesso ali? e os olhos lacrimejando em estado alfa. fecho olho, tá tudo escuro. quem está ai dentro? ai em cima, ai do lado? quem guardou você ai?
