Epígrafes sobre Marinheiro

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Às vezes Deus acalma as tempestades, às vezes Ele acalma o marinheiro. Outras Ele nos ensina a nadar.

O vento e as ondas estão sempre do lado dos melhores marinheiros.

Faça como um velho marinheiro, que durante o nevoeiro leva o barco devagar.

Mares calmos não fazem um bom marinheiro.

Marinheiro habilidoso não se faz em mar sereno.

Balanço-me feito túnica
de cortinas a cordas de violino a estalar,
marco o compasso entre véus a sopros de flauta
e nesses púdicos lugares eternizo-me dançarino.

quanto menos sangrar da metal matéria mais
intervalos componho nas constelações com a etérea
maneira felicitar.

Estamos aprisionados no reino da vida, como um marinheiro em seu pequeno barco, em um oceano infinito.

Mar calmo nunca fez bom marinheiro.

Não é em terra que se fazem os marinheiros, mas no oceano, encarando a tempestade.

Machado de Assis
Ressurreição (1872).

E se eu fosse um marinheiro,
eu iria navegar pelos sete mares
para te dizer: "Baby, eu não quero que vá embora".

É na hora da tempestade que se descobre quem são os marinheiros e quem são os ratos.

Bom marinheiro só se faz
Com tempestade no mar
Que o ensina velejar
São e salvo retornar.
E a pipa só pode voar
Se um vento forte a empinar
E com sua força arrastar
Seu corpo leve no ar
Tudo é difícil, mas é só
até fácil se tornar
Boas notícias vão chegar
Se você acreditar.

"... Meu corpo é de certo modo um diário. É como os marinheiros faziam, onde toda tatuagem significou algo, um tempo específico em sua vida quando você faz uma marca em você, se você faz isto em você com uma faca ou com um artista de tatuagem profissional...!"

⁠⁠Não fique triste com as dificuldades que a vida lhe apresenta... Lembre-se: bons marinheiros nunca foram feitos em mar calmo!

O mar calmo nunca formou um marinheiro habilidoso.

Ah, se eu fosse marinheiro. Não pensaria em dinheiro. Um amor em cada porto.

O ontem não pode nos trazer mais nada, a não ser a lição que aprendemos.

Cada vez que o rouxinol-Paul, a coruja-verlaine
me apelidam de anjo-Arthur, demónio-rimbaud
escondo-me na toca do bosque verde e ouço a
natureza a comover-me!

Nos olhos se lêem tudo que as palavras não descrevem , profundezas de todo mistério .