Epígrafes de Direito Tributário
A Fronteira da Ordem
O Direito, em sua essência, é a tentativa humana de engarrafar a moralidade. Ele cria diques, constrói muros e traça linhas no chão para que a convivência não transborde para o caos.
No entanto, a lei sem o questionamento filosófico é apenas força bruta institucionalizada.
A filosofia atua como a água que testa as rachaduras desses diques. Enquanto o jurista pergunta "isso é legal?", o filósofo exige saber "isso é certo?".
A verdadeira justiça não nasce no momento em que a regra é aplicada rigidamente, mas no espaço onde ela aceita ser desafiada pela sabedoria.
Negar o direito de falar de Cristo e rasgar os princípios divinos dentro das universidades é o retrato fiel de uma liderança cega pela maldade e inimiga da verdade.
percebi que não posso mais guardar essas palavras. Sinto que perdi o direito de opinar sobre nós, sobre como você tem agido ou como tem se afastado, mas a verdade é que o pensamento de você indo embora me apavora.
Olho para trás e vejo o quanto fui descuidado. Você é, e sempre foi, aquela bandeja de coisas agradáveis que eu, por pura distração ou tolice, acabei derrubando. Você é a vitrine de anéis brilhantes que eu deixei escapar por entre os dedos, e dói perceber que a culpa desse estrago é só minha.
Você tem esse dom extraordinário de acalmar meus medos. Se eu tivesse o mínimo de certeza de que conseguiria encontrar meu caminho sozinho, eu não te pediria para ficar. Eu te deixaria ir. Mas a verdade nua e crua é que eu não duraria outro dia sem você.
Por favor, não vá.
Sei que errei ontem, e talvez tenha errado por muitos "ontens", mas deixe-me ter uma voz nisso. Deixe-me tentar consertar o que derrubei. Fica comigo?
Você tem o direito de me esquecer, mas eu escolhi o direito de te esperar. Meu coração não aprendeu a te esquecer e eu continuo sendo o seu admirador número um.
Eu ainda ando pela casa desviando do lado direito da cama como se você ainda estivesse ali dormindo, porque aceitar o colchão vazio dói menos do que admitir que o homem que eu era sumiu no portão junto com você.
Cada um guarda o seu próprio sonho e o direito de torná-lo real — é dessa linda diversidade que se faz a magia da vida."
Sabe o que eu acho muito engraçado? É que nossa mãe/pai acha que está no direito de dizer coisas extremamente feias para os seus filhos, e em que base cientificamente, no que isso vai ajudar a criança a "crescer"? Ela só vai ficar mal, muitas vezes os adultos erram. "Ai, mas é culpa do celular que ela/ele é assim!" Não, não é, é culpa sua (às vezes).
Acha que brigar, xingar e bater até arrancar sangue da sua/seu filha/filho vai resolver alguma coisa? Não, não vai, isso só vai fazer ela(e) sentir medo de você, não respeito. Acho que quem tem que crescer aqui não são os adolescente, e sim os adultos (a maioria).
O Eco da Voz Sincera
Falar torto e a direito sobre futilidades é fácil, mas falar o que realmente importa exige uma maturidade que poucos se dispõem a cultivar. O mundo já está cheio de ruídos vazios, de cobranças e de julgamentos que não levam a lugar nenhum. O que a alma humana verdadeiramente busca é o eco de uma voz sincera, que saiba dizer eu te amo com a gravidade e a leveza que essas palavras merecem. Que saibamos usar o dom da palavra não para erguer muros de indiferença, mas para tecer redes de afeto que sustentem uns aos outros quando o chão insistir em sumir
O Direito de estar Errado e O Dever de não permanecer no Erro
O erro não é o caminho sensato — melhor que não existisse — mas, infelizmente faz parte do ser humano e ninguém está isento, claro; é um direito estar errado em certos momentos por ser um mal necessário e um jeito muito difícil de conseguir aprendizado, que não precisa daqueles julgamentos dos outros com aquele ar de superioridade como se não fossem de carne e osso — o que não passa de uma falsidade.
O problema é permanecer no erro, errando de propósito, sem nenhum peso na consciência, ignorando tudo que já deveria ter aprendido, fomentando a própria tristeza, causando conflitos internos e externos; a fraqueza da imaturidade, da falta de bom senso, de pé na realidade — exemplo do desperdício do tempo de vida onde tudo é brevidade, que vai permitindo cada vez menos tentativas.
Com ela não poderia ser diferente: não quer ser julgada quando errar, também não carece de aprovação, pois o percurso até o sucesso não é percorrido sem falhas; os erros dos ensaios contribuem para os acertos de uma grande apresentação, o sabor de uma meta antiga sendo alcançada; não uma justificativa para insistir no mesmo erro, nem para ensaiar eternamente sem aplicar nada.
Vivemos um tempo em que a privacidade deixou de ser um direito silencioso para tornar-se um território constantemente tensionado.
A entrada definitiva na era digital,
e-mails, redes sociais, smartphones,
inaugurou uma nova forma de exposição: voluntária, muitas vezes; inevitável, quase sempre.
Hoje, a vigilância já não se limita a câmeras fixas nas esquinas.
Ela veste óculos, repousa em relógios de pulso, habita acessórios discretos e tecidos inteligentes.
A tecnologia, que prometia praticidade e conexão, também carrega a possibilidade permanente de registro, captura e difusão da nossa imagem, às vezes sem consentimento, quase sempre sem controle real.
Ninguém está integralmente protegido.
Mesmo os mais prudentes deixam rastros. Dados circulam, imagens são armazenadas, algoritmos nos interpretam.
Somos observados não apenas por olhos humanos, mas por sistemas que analisam comportamentos, preferências e rotinas.
A exposição tornou-se condição quase estrutural da vida contemporânea.
Até que ponto é possível conviver com essa presença constante de “olhos invisíveis”?
Devemos responder com medo?
Ou com cautela consciente?
A linha entre prudência e paranoia é delicada. Blindar-se completamente significaria abdicar da vida social e das facilidades do mundo moderno.
Ignorar os riscos, por outro lado, é uma ingenuidade perigosa.
Alguns vislumbram no retorno a um estilo de vida mais simples, menos conectado, mais rural, menos dependente de dispositivos inteligentes, uma tentativa de reconquistar espaços de silêncio e resguardar a intimidade.
No entanto, mesmo o afastamento físico não garante invisibilidade total em uma sociedade interligada por redes e sistemas globais.
Talvez o desafio do nosso tempo não seja escapar completamente da vigilância, o que parece cada vez menos viável, mas aprender a conviver com ela de forma crítica, exigindo regulamentação ética, proteção jurídica efetiva e responsabilidade das empresas e do Estado.
A tecnologia não é, em si, inimiga; o problema reside na ausência de limites claros e no uso indiscriminado de seus recursos.
Viver neste século é, de certo modo, sobreviver às pressões e aos riscos que acompanham o progresso.
O avanço tecnológico amplia horizontes, mas também estreita zonas de intimidade.
Cabe à sociedade decidir se deseja apenas adaptar-se ou se pretende estabelecer fronteiras que preservem a dignidade humana.
A privacidade talvez nunca mais seja absoluta. Mas ainda pode, e deve, ser defendida como um valor essencial do indivíduo.
✍©️@MiriamDaCosta
A liberdade de expressão é um direito humano fundamental que garante a todos a capacidade de manifestar pensamentos, ideias e críticas sem censura prévia, protegida por instrumentos como a Constituição brasileira (art. 5º) e a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Os caminhos do coração são estreitos,se não percorre-los direito tropeços podem surgir, e feridas podem se abrir.
