Epígrafes de Direito Tributário

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“Não roube das pessoas o direito de saber que o inferno existe.”

“Respeito é reconhecer o direito do outro de ser diferente; obrigação é querer transformar essa diferença em regra para todos. Em uma sociedade livre, podemos conviver com aquilo de que discordamos — porque respeito, sim; imposição, não.”

A unção não nos dá direito de ser arrogantes.


A unção não levanta ninguém para ser maior que os outros.
Ela levanta pessoas para servirem melhor a Deus e às pessoas.


miriamleal

Quando Deus entra na história, o impossível perde o direito de permanecer impossível. miriamleal

O Evangelho não nos dá o direito de controlar a porta da misericórdia; ele nos chama a anunciar que a porta continua aberta por causa de Jesus.
miriamleal

Se a graça me alcançou apesar de quem eu era, não tenho o direito de decidir quem é indigno de ser alcançado por Cristo.

O HOMEM SE ACHAR NO DIREITO DE PUNIR OUTRO HOMEM JUSTAMENTE PELA SUA INCAPACIDADE DE NÃO RECONHECER A SUA PRÓPRIA ESTUPIDEZ.

Quando você já fez tudo pela pessoa e ela ainda se acha no direito de te desrespeitar como se pissasse em seu pescoço. Faça um favor a si mesmo. Deixe esse titanic no fundo do mar

Ame com todo o coração ❤️
Se entregue por completo
Faça isso direito
Faça isso no tempo certo.

Vivemos um tempo em que a privacidade deixou de ser um direito silencioso para tornar-se um território constantemente tensionado.


A entrada definitiva na era digital,
e-mails, redes sociais, smartphones,
inaugurou uma nova forma de exposição: voluntária, muitas vezes; inevitável, quase sempre.


Hoje, a vigilância já não se limita a câmeras fixas nas esquinas.
Ela veste óculos, repousa em relógios de pulso, habita acessórios discretos e tecidos inteligentes.


A tecnologia, que prometia praticidade e conexão, também carrega a possibilidade permanente de registro, captura e difusão da nossa imagem, às vezes sem consentimento, quase sempre sem controle real.


Ninguém está integralmente protegido.
Mesmo os mais prudentes deixam rastros. Dados circulam, imagens são armazenadas, algoritmos nos interpretam.


Somos observados não apenas por olhos humanos, mas por sistemas que analisam comportamentos, preferências e rotinas.
A exposição tornou-se condição quase estrutural da vida contemporânea.


Até que ponto é possível conviver com essa presença constante de “olhos invisíveis”?
Devemos responder com medo?
Ou com cautela consciente?


A linha entre prudência e paranoia é delicada. Blindar-se completamente significaria abdicar da vida social e das facilidades do mundo moderno.
Ignorar os riscos, por outro lado, é uma ingenuidade perigosa.


Alguns vislumbram no retorno a um estilo de vida mais simples, menos conectado, mais rural, menos dependente de dispositivos inteligentes, uma tentativa de reconquistar espaços de silêncio e resguardar a intimidade.


No entanto, mesmo o afastamento físico não garante invisibilidade total em uma sociedade interligada por redes e sistemas globais.
Talvez o desafio do nosso tempo não seja escapar completamente da vigilância, o que parece cada vez menos viável, mas aprender a conviver com ela de forma crítica, exigindo regulamentação ética, proteção jurídica efetiva e responsabilidade das empresas e do Estado.


A tecnologia não é, em si, inimiga; o problema reside na ausência de limites claros e no uso indiscriminado de seus recursos.


Viver neste século é, de certo modo, sobreviver às pressões e aos riscos que acompanham o progresso.
O avanço tecnológico amplia horizontes, mas também estreita zonas de intimidade.


Cabe à sociedade decidir se deseja apenas adaptar-se ou se pretende estabelecer fronteiras que preservem a dignidade humana.


A privacidade talvez nunca mais seja absoluta. Mas ainda pode, e deve, ser defendida como um valor essencial do indivíduo.
✍©️@MiriamDaCosta

Preservar o estado democrático de direito em todo o mundo é algo que vai além das eleições democráticas. É respeitar a escolha da maioria sem desrespeitar o direito das minorias.

O Direito Ambiental, quando coerente, não protege apenas o ecossistema — protege também a dignidade dos corpos que nele respiram sem voz.

O Direito não falha em silêncio: ele falha com linguagem suficiente para parecer funcionamento.

O futuro do Direito não está na criação de novas leis, mas na coragem de enxergar o que as antigas não alcançam.

O Direito Ambiental não trata apenas do planeta, mas da forma como a humanidade decidiu habitar o tempo.

O conflito moderno não é entre certo e errado, mas entre o que o Direito consegue ver e o que ele ainda não reconheceu.

Escrever sobre Direito é, muitas vezes, escrever sobre o intervalo entre o que deveria proteger e o que efetivamente abandona.

O Direito chega depois que o mundo já mudou.

O fato antecede o Direito.

O mundo não espera o Direito se atualizar.