Epígrafes de Direito Tributário
Aos meus inimigos dou o direito de me julgarem e aos meus amigos, dou o direito de me conhecerem.
- Vinicius M. Tito
Se não houvesse a ideia de Direito Natural, o próprio Direito Positivado poderia ser "insuficiente" para garantir a Justiça.
O Direito deve revelar aquilo que oculto está na mente ou no coração. Afinal, se descoberto sempre esteve, nada mais há de justo a se descobrir.
Se cercear o direito alheio é a forma de lutar a contra intolerância, temo que haja muito "tiro no pé" para pouco pé!
O que vi no Direito que mais me fascinou?
Sua implicante necessidade.
Dos tempos remotos aos nossos.
Liberdade de expressão não lhe dá o direito de se meter em opinião alheia se não lhe foi solicitado, principalmente, no Twitter; muito menos atacar, ofender, xingar, desrespeitar, rebaixar, humilhar, 'cancelar', DIFAMAR para se sentir acima. Opinião é pessoal. Respeita!
igualdade de direitos para todos, mas é fundamental que o direito seja direito, o que é errado pode até confundir nas palavras, mas nunca nos atos.
Será covardia um dia desistir de uma coisa que a gente nunca sequer teve o direito de decidir se aceitaria?
Felizes são muito poucos de nós que a vida dadivosa nos dá o sagrado direito e oportunidade de repassarmos atos e fatos de nossa vida passada, à limpo.Não que vivamos entre maus projetos, rabiscos, contas mau feitas, rasuras e rascunhos mas nem sempre temos o devido tempo ou foco para reconsiderarmos todas às rotas precipitadas, as palavras desordenadas, os julgamentos sem por quês ou reflexões e as pessoas inocentes que vamos deixando magoadas e tristes inocentes pelos caminhos.Parece me como o se ouvíssemos o canto frio das noites de lua quarto minguante pelas praias com a brisa seca empurrada ao vento.Muito menos que um canto, entre um gemido e um acalanto assemelha se a um choro abafado monotônico das criancinhas que nunca existiram, como se fossem filhos órfãos nossos, filhos nossos que nunca nasceram mas foram expelidos pra fora sem o devido amor.Como é bom receber de quem se ama, de novo uma antiga lição pois sabemos que a vida, cedo ou tarde nos dará de novo sem o devido amor, carinho, consideração e apreço.Pode vir de qualquer jeito e teremos que aprender de uma forma ou de outra, sem tentativas perenes para aperfeiçoamento e busca de perfeição.
A boa arte enquanto manifesto deve conter reflexões sociais, filosofias livres, o direito dos esquecidos e a defesa de causas que a sociedade por medo emudece. A boa arte de bons artistas nunca devem se subjugar a interesses políticos de partidos políticos quaisquer pois quando assim acontece deixa de ser arte e passa uma ser uma mera propaganda partidária encomendada espúria no objetivo torpe de popularizar em linguagem artística uma meta para receber em troca posteriormente colocações e pessoais privilégios.
No Brasil de hoje não existe patriotismo verdadeiro sem a inclusão do direito das comunidades populares menores, da liberdade das diferenças e do indígena brasileiro.
Em uma sociedade evoluída, cidadã e esclarecida o direito da vitima é infinitamente maior que qualquer privilegio humano ao agressor.
Não tenho o menor direito de me sentir próximo ao perfeito mas sou bem mais poucos erros e muito mais acertos.
O multiculturalismo, o direito universal e a liberdade continuam sendo ficcional utopias diante os mais ricos e poderosos, que reinventam imorais justificativas em nome da inclusiva legalidade.
Até os medíocres, rancorosos, desesperados e loucos tem o pleno direito de expressão mas a humanidade civilizada e livre, tem o direito de audição. Ouve quem quer.
Não existe direito ambiental que se sobreponha ao direito universal do homem da mesma forma que não existe direito patrimonial que se sobreponha ao direito inalienável da liberdade de expressão, dentro de um governo democrático, composto pelas diferenças.
O reencontro com velhos amores é fatídico e decepcionante. Pois ninguém tem o direito de apagar com a velhice, antigas, boas, lindas e excitantes recordações.
