Epígrafes de Direito Tributário
Que vontade de sair,
Quero passear,
Meu direito de ir e vir,
Quase bloqueado, e essa vida de gado confinado está proibindo o APRECIAR,
o LASER e o DIVERTIR...
Quando as porteiras forem abertas,
tenho receio que alguém com o vírus mas mangas, que não teve tempo de desenvolver, vai infectar e passar o serviço pra outro e a morte continua...
✍️
"Toda e qualquer infância,
tem direito a um best seller, afinal é história
acompanhada de poesia!"
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(Francisca Lucas)
Faço meu trabalho direito para não haver erros. O problema é que certas pessoas se tornam insuportavelmente insuportáveis!
TECENDO O SABER!
Quando me dei conta, percebi que vocês me devolveram o direito de amar, por isso, sinto a vida vibrar de felicidade! CLARIANO DA SILVA (2018)
Antes de você...
Eu não sou perfeito,
Mas você não tem
O direito de me julgar.
Então... Antes de você
Pensar, ou falar de mim
Se olhe no espelho e
Ponha-se no meu lugar
(Autor: Edvan Pereira) "O Poeta"
Um truque de mestre no direito é a diferença ativa e o conhecimento da diferença entre dolo e malícia. Prima facie, malícia no âmbito jurídico não é ser do mal. Dito isto, malicia é a esperteza, a finalidade, a justificativa do ato. O ato praticado por si já é dolo. Diferenças nas peças e que diferem, porque é através de, talvez experiência ou aprofundamento, no fim da lide. Como principialista que sou, afiro todo o valor no principio perante a lei. Sem fundamento nem a lei expressa existiria.
O fundamento são os princípios. E eu sempre vou abrir aspas para engrandecer os princípios.
Então, dolo eventual: fiz, desmedindo as consequências. Dolo: eu fiz. Um caso diferente e de bem comum: eu, prefeito da cidade, fiz uma ponte para que caminhões passem sobre o rio, gerando rapidez tanto para se trazer insumos como para escoar a produção, acarretando numa maior produção e maior geração de empregos, assim mais habitação, mais impostos, mais dinheiro para investir em escolas. No caso a malícia aparece: dinheiro para investir em escolas. E ponto.
Certa agilidade, até ao pensar, quando colocada no papel da petição, vai mostrar ao juízo um diferencial enorme em relação ao dolo. Em lei penal existem agravantes diante do motivo do ato. Aí que, no direito civil, devemos nos desprender pois ao mostrar, o que não é fácil a malícia. Temos chances reais de vitória. Porque feito está. Comprovando a motivação, além de abrir o leque de casos contenciosos extravasarem o âmbito objeto da ação, é praticamente imposto uma penalidade extra ao patrono, que terá que se defender de dois quesitos. Assim para tal com as nulidades, que servem para além da chamar a ação ao feito, tornam oportunidades de rebatê-las em âmbito adverso e mais aprofundado da própria relação. Ou seja. Ao captar o motivo real, logicamente, sob provas, o delineamento ao juízo é totalmente diferente.
Provar a malícia é árduo, mas extremamente compensador. Mas para isso devemos nos desvencilhar que o dolo apenas é suficiente e termos completa distinção entre dolo e malícia. E porque tanto trabalho? Resposta lógica: há advogadoseadvogados.
Responsabilidade afetiva não é te querer… É saber se eu tenho o direito de ficar. Antes de querer alguém, aprende a não bagunçar o que já tá em paz. Solitude não é solidão… É paz sem interferência. Descobri que o melhor som do mundo… É o silêncio de onde ninguém bagunça minha paz. Amor-próprio também é aprender a ir embora… Em silêncio. Cuidado: tem gente que chama egoísmo… Mas é só o peso de nunca ter respeitado o outro. Não grito, não imploro, não explico. Quem não percebe meu silêncio… Não merecia meu barulho.
E o nossos dias são feitos de sonhos.
Mesmo com os pés no chão, me dou o direito de sonhar...
Sonhar com dias ensolarados e você ao meu lado.
Se a chuva nos pegar ali na esquina, te puxo pra perto de mim, e danço coladinha em você.
O que importa não é o tempo ou a estação.
Ou as horas, ou sol ou chuva.
Importa você e eu e os nossos sorrisos.
Importa desabrochar flores em nossos caminhos.
Importa o amor morando em mim e desaguando em ti...
A ganância é o olho esquerdo ah ambição é o direito !
Os dois olhos em ambas direções, um põe a faísca e o outro cega ....
Eu não me importo se as pessoas gostam ou não da minha pessoa, acredito que todas têm o direito, tanto da repulsa quanto do amor ou até mesmo o fingimento.
Justiça não é dizer-se justo. É fazer, e não apenas dizer. Justiça é exigir o direito e cobrar o dever.
Em nome da Supremacia do Interesse Público vem a lei e restringe o direito do privado em receber em prol do Interesse público. Daí saí os "acordinhos" $ versus $ e o efetivo cumprimento $ pagamento da "res" licitada. Esquece, tira a Exceção do contrato não cumprido. Pois, aqui quem manda é o Estado. O que cabe o Privado fazer ? Segurar o rojão por 90 dias, e uns tantos a mais até que a justiça te salve ou um possível acordo te liberte. Claro, o acordo vem antes, muito antes.
