Epígrafe sobre Transporte Aéreo

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20/05/09 (08:59) -> Acordei pensando na ida pro RS. Deu medo de andar de avião. Sera que tenho que descer do avião quando ele para em SP? ficaaduvida.
Não vejo a hora de ir passar frio do lado dela. Vai ser romântico quando ela tentar me aquecer depois do banho... Enfim, saudade. É só isso que eu sinto!

Inserida por quesedani

Um navio atravessa o oceano intero
Um avião atravessa o céu inteiro
Mes EU atravessa o mundo interiro
só para estar ao seu LADO
TE AMO*

Inserida por Briquetto

.

MEDO DE QUE?
Pr. Abílio Carlos dos Santos

Medo?

Medo de que?
De avião, de cobra
Barata, ladrão?

Não temas filho meu
Assim diz o Senhor

Medo de que?
Do escuro, de doença
Da solidão, do elevador?

Não temas filho meu
Assim diz o Senhor

Medo de que?
De ficar pobre, das rugas
De morrer cedo, Ou de viver?

Não temas filho meu
Assim diz o Senhor

Medo de que?
De gente...
De alma, de espírito ou de assombração?

Não temas filho meu
Assim diz o Senhor

.
abilicusvidanova@ig.com.br
04 agosto 2009

Inserida por abiliocarlos

Voando Junto...

Um gavião...
Planando, suave.
Eu, um avião, nave...

Inserida por FrancismarPLeal

Olha!

Avião voando.
Abaixo, mar de nuvens
E de sonhos...

Inserida por FrancismarPLeal

Sem Falso Domínio...

O avião plana,
À mercê dos ventos.
Na mão de Deus.

Inserida por FrancismarPLeal

Janela do Avião...

Lá embaixo,
O mundo pequeno.
E as ilusões?...

Inserida por FrancismarPLeal

⁠Modo avião

Amor nesse modo eu decolou
Atento a paixão desativou e
Embarco em qualquer conexão
Amor não me ligue a cobrar
Atenda o celular
Não bloqueie seu coração
O meu número é o contato
Com a chave da paixão embarque
Nessa emoção o destino pode
Ser inserto mais fim é amor e afeto.

Inserida por JoelSouzanunes

⁠"Eu sou um avião de chassi africano, cabine cristã, asas da determinação brasileira e turbinas da educação voando pelo mundo. "

Sergio Junior

Inserida por SergioJunior79

⁠Ta no ar


O avião esta pousando,
a ansiedade esta levantando voo freneticamente.

Inserida por ricardo_souza_5

⁠O mundo que vivemos me lembra uma viagem de avião, "só que, com turbulências."

Inserida por JosiJL

Por um sonho dito insano, e por circunstancias do Destino,
embarquei em um avião da Lufthansa, e fui parar em Kinshasa-Congo,
após uma conexão em Dakar, para ir passear na África...
E foi bom demais...
Ósculos e amplexos,
Marcial

PASSEANDO PELA ÁFRICA
Marcial Salaverry

Lembro que em principios de 1969, decidi ir para o Congo, para tentar a chamada "melhoria de vida", além de realizar velhos sonhos. Consegui meu objetivo, pois saí da crise financeira que estava, além de realizar o velho sonho de explorar as selvas africanas, como Tarzan e Nyoka, e como lucro, vivi aventuras muito interessantes, viajando pelo interior do Congo, seja em um heroico jipe LandRover, seja em aviões mal equipados, pilotados por sabe Deus quem, sempre contando com o Dedo de Deus direcionando o caminho, pois sem a ajuda Dele, não estaria aqui contando nada...

Iniciando, vamos salientar que sem nenhuma sombra de dúvida a idéia de viver na África chega a ser assustadora, pois sempre fica a impressão dos filmes de Tarzan, do Fantasma, feras sedentas de sangue, antropófagos, e outras coisas mais, e com esses pensamentos soturnos, ao desembarcar no aeroporto de Dakar, fiquei com a nítida impressão de que meus piores temores se confirmavam. Cheguei à meia noite. Uma escuridão de meter medo e pelo caminho do aeroporto até a cidade passei por vielas escuras, cheia de tipos mal-encarados. Ao descer da perua, no hotel, assustei-me mais ainda, com o tamanho do senegalês que estava dormindo na portaria, cerca de 2 metros de altura e carrancudo, e isto me preocupou. Ao entrar no quarto para passar à noite, pois prosseguiria viagem no dia seguinte para Kinshasa-Congo, tomei um cuidado que se revelou ridículo pela manhã: - barricadei a porta do quarto com os móveis disponíveis, acreditando assim estar protegido talvez, de um possível ataque e só então após este exercício muscular e emocional me senti tranquilo o suficiente, para me deitar e passar a noite.

Tinha um dia livre em Dakar. A conexão para Kinshasa seria só no final da noite. Passeando pela cidade, vi que meus temores haviam sido ridículos, pois estava em uma cidade como qualquer outra do mundo, com os mesmos problemas que encontramos em qualquer grande cidade brasileira, cheia de gente circulando pelas ruas, carros em profusão, proporcionando um trânsito super caótico. A finalidade principal, dessa minha parada em Dakar, era conseguir o visto para desembarcar em Kinshasa, pois o Brasil não tinha relações diplomáticas com o Congo, e não havia nenhuma Embaixada, nem cá, nem lá... Sendo essa finalidade, dirigi-me à Embaixada do Congo. O funcionário, responsável pelos vistos, admirou-se profundamente de que um brasileiro desejasse ir ao Congo. Para acalmar sua desconfiança, determinou que um assessor me acompanhasse à Embaixada do Brasil, para que meu passaporte fosse autenticado como brasileiro de fato. Esta precaução se justificava porque, naquela época, havia muito trânsito de mercenários procurando os países africanos recém libertados, e que ainda apresentavam problemas, e o Congo era um destes, e era para lá que eu seguia. Muito romântico, sem sombra de dúvida. Dirimidas as dúvidas, só tive que tentar explicar ao Cônsul do Brasil, que espécie de doido era eu. Obtido o tal visto, preparei-me para a fase final da viagem: Destino Kinshasa. No desembarque, pude constatar que havia muita similaridade com as coisas do Brasil, pois, para liberação rápida de minha bagagem, bastou uma gorgetinha para o funcionário alfandegário e eis a bagagem prontamente liberada, sem sequer ser examinada. Muito familiar, sem duvida.

Dessa vez, pude ter uma boa visão do que me aguardava, pois cheguei durante o dia, e assim, apreciei convenientemente a paisagem da capital congolesa. A entrada da cidade era assustadora, passava bem no meio da “Cité”, como era chamado o bairro predominantemente congolês. Em tudo e por tudo semelhante a uma imensa favela, o que me levou a perguntar ao meu amigo Paiva, se toda a cidade era assim, sendo que ele em resposta limitou-se a sorrir.
Quando começamos a entrar na cidade propriamente dita, entendi a razão de seu sorriso. Kinshasa era uma cidade como outra qualquer, podendo-se compará-la a, digamos, Cubatão, largas avenidas, arranha-céus e trânsito, muito trânsito, com péssimos motoristas, que não tinham a mínima consideração pelas leis de trânsito, o que me fez sentir quase em casa. Depois, as coisas normais. A adaptação ao modus-vivendi foi rápida. Os problemas com o idioma oficial falado no Congo, o francês, foram rapidamente superados, com o chamado Curso de Aprendizado de Idiomas, que qualquer pessoa que tenha a intenção de viver fora de seu país de origem deve fazer, ou seja, aprender as primeiras noções antes de viajar, e o resto, aprender no dia a dia à custa de muitas mancadas.

Logo na primeira semana, já comecei a circular pela cidade, dirigindo um veículo pertencente a meu empregador, Leon Hasson e Freres, dando início às minhas funções de vendedor numa cidade que não conhecia, mal falando a língua, enfim, fui eu quem procurou aquilo e tinha que me virar para não dar com os burros n’água. Os problemas raciais eram em parte resolvidos quando eu me identificava como brasileiro e prontamente associado com Pelé.. Sim nosso grande Pelé me quebrou grandes galhos. Sua figura era tão adorada, não só no Congo, como em toda a África, que sempre funcionou como abre-barreiras. Para que se possa ter uma idéia, posso contar um dos episódios em que usei a identificação “pelesistica”. Foi quando, inadvertidamente, passei entre dois soldados que patrulhavam as ruas. Fiquei sabendo que “cortar” uma patrulha era quase crime hediondo, e então, os soldados queriam me deter, porém quando, em meu francês macarrônico, consegui me identificar como brasileiro, e lhes mostrei meu passaporte para provar minha identidade, foi que eles arreganharam os dentes num esgar de sorriso, dizendo “Ah!!! Brasileiro!... Conterrâneo de Pelé!... No Brasil não existe racismo, acreditamos que não foi por mal... mas nunca mais faça isso”. Logicamente, além de me apadrinhar com o Pelé, também precisei pagar uma cervejinha para os zelosos soldados para que assim o “terrível” crime fosse esquecido.

Após alguns meses, consegui o visto de entrada para minha família, e prontamente remeti a papelada para o Brasil, para que minha esposa e meus 2 filhos pudessem entrar no Congo, acompanhando-me no que todo o restante da família chamava de “a grande loucura”... e quem duvidava disso? Bem, para que meus familiares tivessem uma bela recepção, aconteceu o inesperado. Justamente naquele dia 12/06/69, os estudantes congoleses resolveram fazer uma revolução. Maravilha! A chegada do avião estava marcada para as 16 hs. e, até a hora do almoço, ninguém podia sair às ruas, o aeroporto estava fechado. - E agora, José? Estava com os nervos em frangalhos, sem saber o que poderia acontecer, se o avião iria aterrizar ou não, enfim, uma crucial expectativa. Exatamente às 14 hs. fiquei sabendo que a direção da firma conseguira obter a informação de que o avião aterrizaria, e conseguira também uma escolta para que eu pudesse receber minha família. Consegui respirar novamente. Durante o trajeto até o aeroporto, foi fácil constatar o porque da escolta, pois ainda se escutavam tiros aqui e acolá, barricadas por toda a parte, e soldados, centenas deles, milhares até, procurando encontrar os “malditos rebeldes”. Ao desembarque, tudo normal. As gorjetas de hábito, e pronto. Pude, enfim, abraçar e beijar esposa e filhos.

Agora, durante nossa viagem de volta, nunca mais vou esquecer a expressão dos olhos dos heróis recém chegados, apreciando a movimentação toda. Só não houve mais tiros, pois a revolta já fora sufocada. A chegada ao lar marcaria um novo episódio em nossa vida. Muitas surpresas nos esperavam, e aventuras quase ficcionais.

Enfim, foi assim o começo da vida de um brasileiro no Congo durante 3 anos, e agora lembrando e relembrando, agradeço ao Amigão, ter este LINDO DIA, tantos foram os perigos vividos, que Ele me ajudou a superar, e ainda estou podendo contar a história, que mais parece estória...Tem mais coisas por vir no porvir...

Inserida por Marcial1Salaverry

⁠✨"Sim, faz tempo que sai do piloto
automático",
meu coração
é um avião
que viaja entre paisagens ✨ com asas da liberdade rompendo horizontes ✨
***

Inserida por ostra

Coloquei o celular no modo avião
me recuso te ver, dói lembrar do nosso último verão...
Por que sua lembrança não sai logo de mim ?
Queria apagar- te da memória
seria muito mais fácil se as lembranças fossem letras num quadro feitas com giz
poderia apagar facilmente você de mim.

Inserida por marianna_santos

⁠Deu tudo errado
Pensamentos que nos atormentam 48h em 1 dia.
Mas lembre-se sempre que um avião não precisa de vento a favor para decolar.

Re Pinheiro

Inserida por RegianePinheiro

O som de um avião passou rasgando a noite enluarada,
meus pensamentos foram juntos tentando mais uma vez encontrar você...⁠

Inserida por ricardo_souza_5

⁠Nós somos um avião pareando pelo ar, sem rumo, sem volta.

Inserida por Adolfin007

⁠Os aeroportos estão sempre com muitos passageiros, mas o avião com destino ao céu está sempre vazio.

Inserida por auloscarvalho

⁠um avião passou pelo céu
barulhento
arranhando meus ouvidos sensíveis
as mãos encontraram os lóbulos
os olhos fitaram as nuvens
o ruído causa perturbação
a imagem gera inspiração
é que parece surreal
seres tão pequeninos como nós
criarmos asas prateadas
e descobrirmos
também ser possível
voar...

Inserida por noi_soul

O mundo é como um avião
Bastante cheio de desavenças,
Se ele desabar na imensidão
Temos os nossos paraquedas,
❤🌹
______Amor & Perseverança___
(Analogia)
Sim.

Inserida por marcelio912

✨ Às vezes, tudo que precisamos é de uma frase certa, no momento certo.

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