Epigrafe Psicologia
Traçar objetivos que verdadeiramente queira ter
E não objetivos para aparentemente ser
Não tem porque se esconder
Talvez alguém queira ser como você
Você é espelho e nem sabe
Através de ti, outros criam coragem
Então não seja covarde, acredite em você
A naturalização do sofrimento e da miséria humana é a confirmação de que apenas saímos das cavernas, pois continuamos primitivos em essência.
Caminhar conforme a sombra alheia não te transforma em líder e muito menos protagonista da tua própria vida, mas apenas em coadjuvante dela.
Todos nascem com um talento, o que não muda o fato de todos terem que aprender e aperfeiçoar coisas das quais não gostem.
Deus faz.
A base e o contorno da nossa vida é a fé e a comunhão.
A comunhão ativa a fé.
Vivemos pela fé, em Jesus que nos amou até a morte. Morte na cruz.
A fala produzida no setting terapêutico permite a ressignificação das experiências, especialmente das que estão adormecidas nas entrelinhas do não-dito.
Impor limites com proeza e sabedoria, não te faz ser uma pessoa indelicada, mas te traz objetividade, sem perder sua própria subjetividade e o seu senso psicossocial. Impor limites promove equilíbrio em diversas ações cotidianas da vida, sem perder a afetividade construtiva.
Somos seres tão complexos, justamente pelo poder da subjetividade de cada um. Cada pessoa carrega um leque de emoções, sejam experiências negativas ou positivas. O diferencial é que cada indivíduo reage de um jeito, devido ao equilibrio ou não das pulsões inconscientes.
Nem todas as coisas que parecem boas competem para o seu bem. Por vezes, é na dor que são encontrados os caminhos para viver melhor. É tudo questão de ressignificação...
O silêncio, quando é desejado, não deixa rastro de mal-estar. Quando é um mandato, represa a palavra como uma armadura que aprisiona. Em algum momento, há que permitir a essas palavras que saiam de tão dolorida couraça.
