Quando toca uma música aleatoriamente em algum lugar, são várias as opções e os cenários: ou a pessoa já conhece e gosta; ou já conhece e odeia; ou não conhece e começa a gostar; ou não conhece e começa a odiar.
A sinfonia do vento entra em contato com a orquestra e refaz-se em música desintegrando em pequenas partículas. A brisa leva ao início do fim e tudo se torna uníssono.
A língua é a dança. Ela não é só os dançarinos, não é só a música, só as vestimentas coloridas, não é só a plateia, muito menos os sapatos que trombam firmemente no chão. A língua é a dança. Uma sincronia de entendimentos e melodia.