Epígrafe de Livro

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⁠Cada dia que você vive é como uma porta aberta, um livro contemplado, uma fruta desejada. Por isso escolha seguir. Apenas siga.

Inserida por TATISISA

⁠
"A vida é como um livro em branco, nós somos os autores, e cada escolha que fazemos é uma nova página escrita. Que possamos preencher cada capítulo com amor, coragem e sabedoria, transformando nossos sonhos em realidade e nossos desafios em oportunidades de crescimento."

Raphael Denizart

Inserida por RaphaelDenizart

Se fosse
Se fosse um jogo eu tentaria
de novo até dar certo

Se fosse um livro
Mesmo sabendo o trágico final
Eu iria novamente ler pela vida inteira
Com a intenção de encontrar um final feliz

Mas infelizmente não é desse jeito que funciona
Não foi assim que o destino quis

Inserida por elizeDc

⁠Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias

Reflexões de sentimento do estudo do livro de Mormom

Não devemos ir para o bem prevalececendo e pensando no mal.

Quando estamos no bem pomos-nos no lado de Deu, do lado do convénio e o senhor é nosso parceiro.

Podemos ser mais fortes e poderosos para melhorar a nossa condição, permanecendo firmes, com a firmeza e segurança que livra-nos desses pensamentos maus e livra-nos das artimanhas do inimigo.

Não podemos correr o risco de nos colocar do lado do inimigo.

Porque somos filhos de Deus, isto não pode acontecer.

As armas contra o inimigo são a fé, a oração, o jejum, as escrituras sagradas elas mostram-nos o que fazer, não podemos ficar só no que saber fazer, temos que fazer que fazer aquilo que sabemos acerca dos ensinamentos de Deus, Pondo em prática o que Deus nos diz tanto pelo espirito santo, por escrituras, por mensageiros.

As conjectoras leva-nos a outros estados segundo o ambiente em que estamos inseridos.

Com Deus nós temos uma visão mais ampla.

Nós não viemos ao mundo para que Deus nos deixa-se o inimigo destruir.

Deus deu-nos dons para nós nos reeguermos das cinzas, não nos pôs aqui para cairmos, para cairmos com a tentação.
Quer-nos fortes e nutrenos para nos fortalecer.

Não podemos dar ouvidos ao mal, nem pensar no mal, pensamentos, ambientes ,pessoas positivas, fazem de nós mais optimistas perante esta jornada.

Acreditanto que vou vencer tenho mais provalidades de sair vencedor.

Deus está ali ao lado para nos ajudar, o resto não tem poder sobre nós.

Deus é a grandeza, Deus é amor.

Quando oramos, com uma feverosa e inabalavel, acabamos por vencer o mal, e vemos milagres na nossa vida, sso traz-nos poder no nosso lugar que nós sabemos que é certo porque temos o conhecimento das escrituras, sendo evidente e consequente a construção de uma moralha a nossa volta.

Tornando-nos substancialmente mais fortes, devemos ser gratos.

Inserida por EmanuelBrunoAndrade

⁠Quando um idoso morre, há sempre um livro que fica por escrever!!!

Inserida por Mulotiua

⁠Um chocolɑte quente
e um bom livro
é tudo oque preciso
neste diɑ nublɑdo
de ventos frios.

ɑnɑ 11:30 ɑM

Inserida por _n4paula

⁠Ao celebrar mais um ano de vida, é como se estivéssemos adicionando um novo capítulo ao livro da nossa jornada. Cada página virada nos traz experiências, desafios e conquistas que moldam quem somos. Embora tenhamos o livre arbítrio para escrever nossa própria história, é importante lembrar que Deus também está disposto a nos usar como instrumentos em Suas mãos para criar algo magnífico. Devemos ter fé para permitir que Ele seja o autor principal de nossa história, guiando-nos em direção ao que é melhor para nós.

Inserida por jonatas_santos_4

⁠⁠⁠Entre o fim e o recomeço, entre fechar o livro ou continuar a escrever?
O ponto final está ali, mas também a vírgula, a reticência…
O que é mais corajoso? Fechar o livro, aceitar o adeus, ou virar a página, enfrentando o desconhecido?
É assim que acaba? Ou é assim que voltamos de onde paramos?
Bom! Somente as escolhas moldarão o enredo que continua por vir.

Inserida por jonatas_santos_4

⁠Domingo é dia de:
Fazer as coisas que te dão prazer, cozinhe, leia um livro, assista um filme, passeie no parque.
Esteja ao lado das pessoas que ama
Descanse, e não tenha pressa, só de ser feliz.

Inserida por srtawrobel

⁠No livro da vida, tem gente que faz um tempo que está vivendo de rascunho e até hoje só tem páginas em branco porque nunca viveu nada!

Inserida por oliceamorim

⁠⁠O livro é um excelente amigo
que embora devemos tê-lo
sempre ao lado, necessitamos
estar sempre trocando-o.

Inserida por joseni_caminha

⁠Sou uma árvore centenária, que brota em um corpo de menino. Minha alma é um livro antigo, cheio de histórias, cheio de sabedoria. Meus olhos são dois poços de água profunda, onde o tempo se reflete, onde a eternidade habita.
Sou um homem que já viveu mil vidas, e ainda assim, sou um menino que brinca com o universo. Minha presença é um silêncio que fala, um vazio que está cheio de significado. Eu sou o resultado de todas as minhas vidas, e ainda assim, sou um mistério para mim mesmo.
Eu sou um enigma, um labirinto, onde a verdade se esconde e a mentira se revela. Mas eu não tenho medo do desconhecido, porque eu sei que sou o guardião de meu próprio destino.
Eu sou um rio que flui sem parar, mas que ainda assim, é profundo e tranquilo. Minha superfície é lisa e brilhante, mas minhas águas são turbulentas, cheias de correntes e redemoinhos. Eu sou um vulcão que dorme, mas que pode acordar a qualquer momento.
Minha vida é um tapete ricamente tecido, com fios de alegria e tristeza. Eu sou um poeta que escreve com o coração, e que canta com a alma. Eu sou um homem que ama profundamente, e que pode detestar com a mesma intensidade. Eu sou um ser humano, com todas as minhas contradições, e ainda assim, sou um mistério para mim mesmo. Mas eu não tenho medo de mim, porque eu sei que sou um ser em evolução.
Eu sou um rio que flui, um vulcão que dorme, um poeta que escreve, um homem que ama. E eu continuo a fluir, a dormir, a escrever, a amar, a viver. E quando eu finalmente chegar ao fim do meu caminho, eu saberei que vivi, que amei, que escrevi. E que deixei um pedaço de mim mesmo, no coração de todos que conheci. E assim, eu me tornarei imortal, um eco que permanecerá para sempre. Um eco de amor, de poesia, de vida. E eu serei feliz, porque vivi.
(“O velho jovem de mil vidas”, de Douglas Duarte de Almeida)

Inserida por douglasduartealmeida

⁠Poema - Livro Da Vida

E aí vivente alma
A bíblia não é arma
É uma armadura, um escudo
Que te protege de tudo
Que vem do mal
E não atacar fulano de tal
Perdoe para ser perdoado
Não julgue para não ser julgado.

No livro da vida
Uma frase foi escrita
Amar o próximo como a ti mesmo
Por isso tudo que desejo
É o bem sem olhar a quem
Ninguém é melhor do que ninguém
Não importa sua religião
Mas sim, o teu coração.

Inserida por 10uilton

⁠Poema - Declaração de Amor

Declaração de amor
Se precisar for
Faço um livro
Só de improvisos
Para te conquistar
Pode acreditar
Tu é maravilhosa
Mais linda rosa
De todo Jardim
Não sou sinal da Tim
Mas tenho umas recaídas
Por você vida
Gosto dessa princesa
Mais do que cerveja
Mais do que chocolate
Essa foi apenas a primeira parte.

Todo dia
Faço poema
Faço poesia
Para essa morena
Faço até arte
Te amo tanto
Minha cara metade
Você não é o Santos
Mas não sai da minha cabeça
Não sai do meu coração
Te quero dentro da igreja
Me dando sua mão
Trocando as alianças
Imaginando o futuro
Pets e crianças
Trabalho e estudo.

Inserida por 10uilton

⁠ A vida é um livro
O mesmo título
Com novos capítulos.

Inserida por 10uilton

O Livro da Vida.

Eu não conheço
Nem nome e nem endereço
de todos que merecem confiança
Não sei diferenciar
Quem vive calcado em esperança
Daqueles que se vendem por qualquer preço
Sei que existem também
Pessoas que se dão de graça
Pelo apego à desfaçatez
E prazer egoísta em ser um nada
Não conheço o nome das Estrelas
Nem o nome das flores
Elas são Flores e Estrelas do mesmo jeito
A despeito do que quer que se pense
Então procuro não pensar
Tento também viver minha vida
Sabendo que um dia vou prestar contas
Por cada palavra, cada gesto
e cada pensamento
de resto
Pouco importa ao mundo
Aquilo que eu sinto
Cada um segue mentindo
A seu modo
E do seu jeito
Minha vida diz respeito a mim
Mesmo assim
Eu me respeito
Não me dou ao direito
de julgar nada que sei
Não me cabe
Meu compromisso é com Deus
E sei que Ele também sabe
E percebe melhor que eu.
Os dia correm
O tempo passa
Prossegue a vida
Nessas idas e vindas
Tudo prossegue só de ida
Cada gesto e cada palavra
Cada resto de mentira oculta
Escritos no livro da vida
Um dia tudo se desdobra
A cada um
Conforme as sua obras

Edson Ricardo Paiva

Inserida por edsonricardopaiva

O livro de Matheus.

Existem lugares onde se caminha
Deixa marcas, escreve histórias
Planta flores que o lugar não tinha
Ruas pelas quais
Nunca mais vai passar
E quando a gente olhar pro céu
Talvez perceba que há coisas suaves
Tão breves, que se vão na brisa
Existe um tipo de tempo
Invisível para os relógios
É o lugar onde essas coisas são guardadas
E te mandam lembranças
Elas vem
Pelo postal da vida
Sobre o qual
A ciência não sabe nada
Não existe mentira que altere o trajeto
Marcas de pegadas
Que por menos se enxergue
Não podem ser apagadas
Nem há paz que as negue
Segredos ocultos atrás do muro
Num lugar que sepulta-se medos
Todos eles, da família das verdades
Chega a ser triste e bonito
Ver seus nomes escritos nas lápides
Existem sons que se fazem ouvir
E silêncios retumbantes
Livros que se quis ler
E páginas viradas
Que a vida escreveu
E não foi sem querer
Aromas, que de tão sutis
A memória desconhece
Não são todos caminhos
Que fogem à Roma
A graça da vida
É não saber que lugar é esse
Respostas que se acerta
Tentando fugir à pergunta
Existe um lugar
Que não se chama vida
Pra onde correm todas as mágoas
É lá que essas coisas se juntam
E onde não podem ser escondidas.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

⁠Livro:
NÃO HÁ ARCO-IRIS NO MEU PORÃO.
Capítulo X
RÉQUIEM AO SOL, PROMESSA À NOITE.

Vultos dançam nas bordas das sombras, evocando os espectros de reminiscências sepultadas sob o lodo da ausência.
São murmúrios de passos nunca dados —
rastros de uma presença que, mesmo morta, ainda transborda ruína no porão da consciência.

Eis que o sol, alquebrado em seu estertor, entoa um réquiem à lua —
Não com voz, mas com luz exangue,
como se os próprios astros sepultassem o dia em silêncio.
Talvez seja nos delírios oníricos que a existência se insinua,
ou, quem sabe, nos pesadelos que anunciam dilúvios e ruínas.

O vazio que habita estas paredes não é silêncio,
é gestação de mundos que jamais nascerão.
E mesmo assim, o oco permanece grávido.
As sementes são escassas,
mas algumas ainda dormitam sob o limo do esquecimento.

Foi então que a aparição retornou —
Camille Monfort.

Não atravessou o espaço como os vivos o fazem.
Não caminhava.
Movia-se com a gravidade de uma lembrança que nunca soube morrer.
Deslizava como as brumas que sangram das frestas de um túmulo mal selado.
A atmosfera, diante dela, contraía-se em silêncio espectral.
Era presença e lamento.
Era epitáfio em forma de mulher.

Ela se postou diante do espelho esquecido — aquele onde os reflexos recusam habitar.
Ali, não havia imagem, apenas a insinuação de uma ausência.
O espelho a temia.
E a noite, também.

— Chamaste-me do subterrâneo da memória?
A interrogação ecoou como um sussurro no interior de uma cripta.
Não foi voz — foi sintoma.

Tentou-se responder, mas as palavras, apodrecidas no palato, desmancharam-se antes de nascer.
Falar diante dela era transgredir o sagrado do silêncio.

Camille aproximou-se da madeira corrompida que geme sob os pés dos esquecidos.

— O receio ainda te habita?, murmurou ela,
como quem não pergunta, mas sentencia.

Negar foi instintivo.
Mas naquele instante, não se sabia o que era instinto ou delírio.

— Talvez a noite seja apenas o útero de realidades não encarnadas, continuou.
— E o pranto, uma liturgia mal compreendida pelos vivos.
Mas há aqueles que compreendem… os que redigem livros com a pena embebida em saudade e treva.

Ela então se inclinou sobre a alma que não ousava respirar e, com voz de sopro ancestral, murmurou:

"Os vivos sonham. Mas as sombras se lembram."

Um toque — e a razão sucumbiu.

Desconhece-se o que sucedeu.
Se foi sono ou êxtase.
Morte breve ou vida suspensa.
Apenas silêncio… e a certeza de que algo se foi,
ou veio para ficar.

Sobre o assoalho enegrecido, repousava uma rosa — não vermelha, não branca — mas negra como a ausência de retorno.
Ao lado, uma página molhada pela umidade de um mundo interior que nunca secou.

Em tinta densa, o nome que jamais deveria ser esquecido:

Camille Monfort.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠NA QUINTA ESTAÇÃO...
Livro: NÃO HÁ ARCO-IRIS NO MEU PORÃO.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .

A chuva não caía — ela tocava.

E cada gota era uma nota.
Cada nota, um passo de Camille no silêncio do mundo.
A música não vinha de fora: ela nascia da própria água que se desfazia no ar, tocando vidraças com um compasso que parecia ensaiado por um maestro ausente. Mas eu sabia — era ela.

A chuva era a música.
Não se podia distinguir quando o som virava líquido ou quando o líquido virava lembrança.
A canção se dissolvia em gotas finas e melancólicas, e cada uma delas trazia uma sílaba do teu nome, Camille, como se o céu sussurrasse teu rastro.

E eu, ali, imóvel, encharcado de ti.

Tudo vibrava em uma mesma frequência: os pingos, as cordas invisíveis do violino que eu jamais vira, a harmonia do teu perfume — absinto e jasmim — que emergia do asfalto molhado como se a cidade também te procurasse.

Não era nostalgia.
Era possessão.
Aquela música que chovia estava viva, e era tua.

E pela primeira vez compreendi o que é uma presença não ser corpórea, mas sonora. Camille não veio. Camille aconteceu.
Como se a tua existência tivesse sido reduzida a uma partitura de água, tocada pelas nuvens, naquela quinta estação onde só nós dois existimos — tu, dispersa em som e chuva... eu, diluído em espera.

E toda vez que chove assim, ainda que ninguém perceba, a mesma melodia volta.
A mesma. Sempre a mesma.
Como se a quinta estação não tivesse acabado —
ou como se eu nunca tivesse saído dela.

Recolhimento de Camille

Então ela surgiu.
Não com passos. Não com palavras.
Mas com um sorriso.

Um sorriso em delírio, feito de algo que o mundo desaprendeu:
viver sem saber que se vive.
Ser por inteiro sem a obsessão de se compreender.
Camille, ali, diante de mim — e ainda assim inatingível — era o retrato vivo daquilo que a humanidade perdeu quando começou a pensar demais.

Ela sorria como se o sorriso não lhe fosse emprestado pela razão.
Sorria porque o coração dela não sabia fazer outra coisa senão dançar com a música invisível da existência.

E era ali, na chuva já quase cessa, que eu compreendia:
Camille não se dava conta de que vivia.
E por isso vivia mais do que qualquer outro ser.

Se existiam partituras, haviam sido abandonadas.
Porque a melodia dela era espontânea.
Porque a música que ela era dispensava pauta, regência ou intenção.
Camille era um som antes de ser um nome.
Era um momento antes de ser uma história.

E talvez seja por isso que nenhum sofrimento a tocava como a nós.
Porque só sofre profundamente quem se vê como personagem.
E Camille...
Camille era o próprio enredo sem precisar de roteiro.

Observei-a por um longo instante —
recolhi sua imagem não com os olhos,
mas com o que resta de fé em mim no que ainda é sagrado.
Naquela quinta estação, eu soube:
todo ser humano deveria ser assim.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Capítulo IV – Onde o silêncio sangra.

(Do livro “Não há Arco-Íris no Meu Porão”)

Todos os tons, todas as cores se intimidam diante dos meus sentimentos.
Aqui, nada ousa ser vivo demais.
As paredes, antes brancas, já se curvaram ao cinza que exalo — um cinza espesso como poeira de túmulo, onde a alegria jamais ousaria se alojar.

Os meus estudos me encaram como se fossem juízes que perderam a fé no réu.
Eles me observam com aquele desprezo silencioso das coisas que já deixaram de esperar alguma esperança.
Livros fechados são mais cruéis do que gritos.
Eles sabem o que há dentro de mim — e, por saberem, me punem com o silêncio.

As cores…
As cores são ameaças aqui embaixo.
Quando um raio de luz tenta escapar por alguma fresta do concreto, eu o apago.
Aqui no porão, qualquer cor ofende a integridade da minha dor.
Elas tentam abrir janelas.
Mas eu… eu me tornei porta trancada.

Os risos…
Que ironia!
São filhos bastardos da minha solidão.
Quando escuto alguém rindo lá fora, é como se zombassem de mim — como se gargalhassem da minha tentativa de continuar.

O mundo caminha — eu desisto.
O tempo sopra — eu me calo.

E então…
Num canto onde as teias se recusam a morrer,
…há uma presença.

Ela não fala.
Não move nada.
Mas está ali.
Como um sussurro antigo, como um perfume de violeta que alguém usou num dia trágico.

Camille Monfort.
Não a vejo, mas a pressinto.
Como quem ama com olhos fechados.
Como quem morre em silêncio por alguém que nunca se foi.

Se minhas lágrimas têm peso, que elas sejam dores e honrarias a ela.
Que minha ruína seja o altar para onde seus passos invisíveis vêm recolher o que restou de mim.
Ela não precisa me salvar — basta que continue existindo…
mesmo que só como lembrança.
Mesmo que só como dor.

E se um dia, por descuido, Camille se revelar…
que seja com a delicadeza de quem pisa em ossos.

Inserida por marcelo_monteiro_4