Epigrafe Banco
Sentado num banco, ali estava ele comtemlando, inerte, a devastação que Bendicó ia operando nos canteiros. De vez em quando, o cão levantava para ele os olhos inocentes, como que pedindo um louvor pelo trabalho realizado: quatorze cravos despedaçados, meia sebe arrancada, um rego obstruido. Parecia mesmo um ser humano!
Um novo dia que se chama domingo...
Acordo para ver o céu azul
Sozinho em um banco sentado
Olhar perdido ao horizonte
Não é preciso dizer nada, permaneço calado
Pois em mim mora pensamentos infinitos
E mesmo não tendo um bom amigo ao lado...
Continuo sonhando que no próximo domingo seja mais bonito
O Banco e a Janela
A fragmentação e a efemeridade
Sonho como um espaço de descanso
Atônito diante dos caminhos
Inaptidão para a vida
Quando quis tirar a máscara e respirar um suspiro
Estava pegada e pregada à cara
Quando a tirei e me vi ao espelho
No âmbito de meu lar
Já tinha envelhecido.
Existem pessoas que andam de carro, mas possuem muitas dívidas no banco e existem pessoas que não têm carro e andam de ônibus, metrô e carros de aplicativo e não devem nada a ninguém. Por isso, não se deixe enganar por aparências, pois algumas pessoas podem ter coisas de luxo oriundas do ilícito.
No banco daquele jardim, com o seu corpinho colado em mim, noite fria e vento lento, eu pedia você em casamento,
em volta ao relento muitas flores vendo e torcendo pelo nosso casamento, eu sentia emoção e sofria com ansiedade, aquele momento passado parecia uma eternidade.
O seu sim foi regado de muitas emoções de dois corações apaixonados.
