Entre nós
SUGADORES DE LUZ
"Os sugadores de luz caminham entre nós, disfarçados de sorrisos e palavras doces, mas carregam em suas almas um veneno mortal. São mestres da manipulação, usando mentiras e malícia para persuadir mentes frágeis e desviar corações puros. Eles vivem na sombra, se alimentando da luz alheia, destruindo sonhos e semeando dúvidas. Não permita que invadam seu espírito. Fortaleça-se com a verdade, proteja sua essência e brilhe tão intensamente que nenhum deles consiga apagar sua luz! E lembre-se: o Criador nos dá força e proteção para vencermos qualquer escuridão."
Quero que o seu toque me convide para perto,
Que o desejo se desenhe suavemente entre nós.
Que seus lábios, gentis e carinhosos,
se aproximem devagar,
e que o gesto se torne um convite silencioso.
Que o tempo pare por um instante,
e que cada movimento traga um sabor de entrega,
um segredo apenas nosso.
Aquela língua repartida entre nós - que não se fala com a boca, mas que por onde vai, se enxerga a sua voz (CODA, O Menino Astronauta, p. 60)
O inverno é a estação da morte. É quando os caçadores entre nós procuram os fracos, até mesmo os tolos. Só as mais fortes criaturas da natureza sobrevivem a ele. O inverno é a época do lobo, a época do leão. É quando todos os fracassos da natureza se tornam a refeição. Depois, a primavera traz vida nova e Deus tenta de novo.
“E por falar em saudade, dos mortos recordamos, enquanto os vivos entre nós, sequer um bom dia damos!!!”
@Sil.Saffhill✨
“Dos mortos devemos saudade sentir e com amor recordar… quanto aos que ainda vivem entre nós, saibamos no mínimo respeitar, porque todos um dia se vão, e nossa consciência leve estará!!!”
@Sil.Saffhill ✨
Dizem que somos um só corpo,
Um só povo, uma só luz,
Mas por que entre nós há trevas,
Se seguimos a mesma cruz?
Um sonho, só nós.
Existe um vão entre nós.
Em vão, se quiser.
E o chão deixa de existir.
Enfim, a sós. No sonho, só nós.
Na realidade, ando triste e pensativo.
Mas, se você sorrir, seu sorriso me alegra,
como se fosse um reagente ativo.
Espero e acredito no sonho.
Quem sabe? Talvez vire realidade.
Então, sigo sonhando.
Talvez você não saiba mas lembro de cada detalhe entre nós e te garanto foram os melhores já vívido por mim.
Pouco lamento esse afastamento entre nós, mas entendo os motivos de tal abismo
Nessa relação fizemos muitas promessas, porém, poucas foram cumpridas
E assim, não percebemos quanto de espaço deixamos para as mágoas que se formaram
Nos perdemos pelo caminho e nossas mãos, antes entrelaçadas, se soltaram sem que nos déssemos conta
- Onde ficou nossa atenção?
- Em que momento o fim dos sentimentos nos acometeu?
Lembro que você começou a planejar viagens, enquanto eu só aprofundava minhas raízes...
- Como não percebemos?
Acho que a gente se acomodou e não enxergamos os sentimentos se apagando, como se fosse algo escrito na areia de uma praia...
A maré subiu, as ondas levaram, e estávamos tão distraídos que nem notamos a diferença.
Começamos a agir de forma mecânica e não havia mais paciência para lidar com as discussões.... a gente nem tentou lidar, buscar bom senso
Afogamos nosso sentimento, acabamos aquela amizade antiga e perdemos a cumplicidade que todos admiravam
Inclusive, até a admiração que sempre nutrimos pareceu se transformar em raiva.
Eu não desejo seu mal, mas quero distância de você e sei que hoje essa é a única recíproca verdadeira que ainda nos resta.
O que rola entre nós dois: paixão. Não há nada mais bonito, não.
Às vezes eu penso...
Anjos poderiam andar por
entre nós, só assim eu
confundiria a tua face
com as belezas celestiais
Que jamais puderam
tocar rostos terrestres;
Apenas não a doações de carinho amor ou afetos. O calor que avera entre nós será intenso. A paixão por mim recebia será transborda ao teu encontro. Cada toque por mim recebido será devolvidos com beijo calientes. E é assim uma chama que arde em sendo devolvida na mesma calorias que se é recebido. Porquê não á doações de amor ou carinho. E sim recompensa por termos a intensidade desse querer. Quem der amor e carinho sem limites. Será consumida por desejos de que por ti recebeu este amor e carinho.
Jose A Nascimento
Esperança é um menino de pés descalços brincando entre nós. Não se contenta em esperar, mas age com a simplicidade dos pequenos gestos. Vive o presente como quem descobre um inseto no quintal, agradecendo ao passado sem se deixar aprisionar por ele. O passado é um rio. A vida segue. O futuro deve ser olhado com a calma de quem observa nuvens. Algumas coisas mudam com nossas mãos; outras, como o tempo, nos cabe aceitar. Isso é esperança.
Carta para N.S.L.
A verdade é que nunca houve amor entre nós. Não de sua parte, pelo menos. Você não me amou quando cruzamos fronteiras e paisagens juntos, nem quando arriscamos construir um lar compartilhado. Você não me amou quando o caos engolia o mundo, nem quando dividimos o mesmo teto. Eu nunca fui sua âncora, nunca sua família. Para você, eu não passava de uma distração conveniente, uma relação transitória para curar feridas de outro tempo. Você amou outros, mas a mim... a mim você apenas utilizou. Sugou-me, sobretudo, emocionalmente, como quem busca tapar o vazio deixado pela ausência de um pai, como quem tenta desesperadamente preencher buracos de uma autoestima quebrada. Talvez, no máximo, você tenha amado o reflexo do que eu te oferecia: minha dedicação, minha ternura, meu zelo. Mas amar a mim, ao meu eu mais genuíno, isso você nunca fez.
Eu, ao contrário, amei você em sua inteireza. Amei até as rachaduras da sua personalidade, os seus muitos defeitos, as suas sombras. Agora, olhando para trás com o olhar frio da razão, percebo que deveria ter encerrado essa história muito antes. Deveria ter abandonado tudo naquela fatídica tarde na estação de trem em Veneza, quando você despejou sua amargura em mim. Ou nos momentos em que você, sem motivo, se recolhia à sua frieza cortante. Ou, quem sabe, nos anos em que eu não podia expressar nem um pensamento sem que você revelasse seu lado mais cruel, mais insuportável. No fundo, eu sabia. Naquele dia em que a verdade queimou como um grito preso na garganta, eu me perguntei — e a resposta agora é cristalina — sim, você é um monstro. Um monstro não apenas em alma, mas um ser cuja maldade se reflete agora em sua face, corroendo-a lentamente.
Você viveu atormentada pelas dúvidas sobre seu propósito, mas devo admitir: encontrou sua vocação. Você é uma mentirosa extraordinária. Uma ilusionista perfeita. O que você fez comigo, transformando amor em ruína, é prova disso.
Não desejo sua queda, mas tampouco desejo sua ascensão. Para você, não guardo nem o menor vestígio de querer — nem bem, nem mal, nem absolutamente nada. Esta carta é apenas um exorcismo, um ato de purgar as memórias pútridas que você deixou impregnadas em mim, uma tentativa de varrer sua sombra de minha mente.
Dedico estas palavras em memória de alguém que um dia foi meu porto seguro, um amigo que confiava sem reservas, brutalmente traído por quem mais deveria protegê-lo. Descanse, querido amigo, embora seu legado seja agora enterrado junto com a mágoa de sua partida.
*13/04/2019
+13/06/2024
É uma ironia que chega a doer como faca: você partiu no mesmo dia em que chegou ao mundo, ambos marcados por um número que pareceu persegui-lo como uma maldição. Que o número 13, tão presente em sua história, não cruze mais meu caminho como cruzou o seu.
Que o destino leve para longe sua lembrança, e que o vazio que você deixou, ainda que enegrecido, seja minha liberdade.
Quero amar-te, mas há um muro entre nós,
Erguido de dúvidas que tu mesma construíste,
Teu coração é um campo de dúvidas, onde a voz
Se perde nas incertezas, e o medo persiste.
Te quero de um jeito tão simples, tão claro,
Mas há sempre algo que te impede de ir,
E cada gesto meu se desfaz em desespero raro,
Como uma chama que quer arder, mas não pode existir.
Te olho e vejo um reflexo em pedaços,
Onde os "sim" se confundem com os "talvez",
Teu sorriso é um enigma, com mil abraços,
Mas o que me chega é um eco de incertezas, a se perder.
Quero te dar tudo, sem restrições, sem barreiras,
Mas em teus olhos vejo a indecisão a pesar,
Te amo, mas não sei se me deixas entrar nas fronteiras,
Ou se meu amor é só uma ponte a desmoronar.
E é estranho esse querer que insiste em me queimar,
Um amor que tenta, mas não sabe como se fazer,
Porque te amo, mas o medo de te perder me faz parar,
E o teu "não sei" é um abismo que não posso entender.
Mas mesmo assim, continuo aqui, te esperando,
Com um amor que não exige e não cobra,
Pois sei que amar-te é só isso: ir aos poucos, andando,
E talvez um dia, teu "sim" se faça, sem demora.
Quando eu tombar, ao menos uma única lágrima sua me dirá que tudo entre nós valeu o convívio e partirei em paz, pois de ti o mínimo foi, é e sempre me será o suficiente, porque te amo.
