Entender Frio Aconchego
"Por amar"
Vida que inspira a luz...aconchego no olhar.
Olhar que se entrega na imensidão do querer.
Querer por amar...por si só ser amor.
Querer por amor...se fazer amar...ser amor.
Ser amor...e se esgotar no querer.
Querer...e se esgotar no amar.
Aconchego dos teus rios
O doce aconchego eu achei em teus rios,
Oh causador dos meus suspiros de saudade...
Torrentes são suas águas que me afogam num mar de amor
E afundam-me no lago de suas vontades!
E na benévola cortesia que você me faz, quando aliada
À franqueza de suas palavras e unidas na delicadeza
Dos seus rosados lábios, me diz palavras lindas,
Que me derretem por inteiro e fazem-me perder o alento!
Já não sou culpado por minhas palavras de amor,
Talvez loucamente exageradas,
São medidas por gestos não medidos,
Geradas por pensamentos mais que lindos, enquanto penso em você!
E não me diga coisa alguma, tente ao menos compreender,
O amor não tem respostas é apenas querer e viver!
Se exagero for dizer-te que te amo com amor ágape ou platônico,
Exagero ainda muito mais ao te dizer...
Na minha vida só existe uma pessoa, na minha vida só existe você!
Simples como teu sorriso, arrebatador como teu olhar!
Transporto-me para outro mundo, apenas em te ouvir falar!
Já não preciso dizer muito, pois é muito que digo!
Espero poder dizer ao mundo, o que hoje já foi dito...
Apaixonar-se, requer um convívio de momentos simples que nos trazem aconchego, ou não. Às vezes nos acomete de surgir em situações que nos causa alvoroço, desperta insatisfação por não nos deixar com os pés no chão como normalmente ficariamos, e por fim, quando fugimos de tal coisa, e ela nos ata as mãos e nos abraça com tudo de pode, então já estamos consumidos.
Um choro sem voz, a súplica por algo tão importante que se pode chamar de um aconchego, um canto sem decoro e sem notas adormecido no tempo. E que tempos o aguardam, sem calor e sem brilho, o velho cinza anil que já se manifestou agora perde o seu anil por um cinza branco propagado nas manhãs sob um sol distante.
Ficantes carinho e aconchego,
Namorados futuro e medo,
Ficantes escola e fora,
Namorados comem amora.
O coração dela é um eterno aconchego, mas, só entra quem tem capacidade, só fica quem consegue se acomodar, e sai quem não merece ficar. Então, meu amigo, não vai achando que é fácil entrar no coração dela, porque não é. Muita gente já tentou e não conseguiu, e alguns nem tiveram a capacidade de tentar. Teve gente que até conseguiu entrar, porém não conseguiu manter-se. As pessoas que conseguiram entrar, e que estão até hoje, são aquelas que ela quer levar consigo, num canto especial do seu coração. Se você conseguiu isso, está de parabéns.
Estranhou-me tudo!...
Estranhou-me o seu não aconchego;
Estranhou-me sua forma de dizer as coisas;
Estranhou-me sua maneira de esconder-se;
Estranhou-me tudo;
Estranhou-me a amizade efêmera;
Estranhou-me a não reciprocidade;
Estranhou-me o não retorno do carinho e do afeto;
Estranhou-me a não compreensão;
Estranhou-me entristecer e magoar;
Estranhou-me os questionamentos;
Estranhou-me não acreditar que vale a pena caminhar no bem;
Estranhou-me não esperar retorno;
Estranhou-me a bela amizade ceifada em sua origem;
Estranhou-me ouvir e compartilhar;
Estranhou-me conhecimentos com pessoas interessantes;
Estranhou-me crescer e enriquecer nas relações humanas;
Estranhou-me ter força de vontade;
Estranhou-me o desejo de ser bom;
Estranhou-me vencer os obstáculos da vida;
Estranhou-me a luz para trilhar os caminhos do bem;
Estranhou-me a Fé para cultivar o amor;
Estranhou-me semear a gratidão;
Estranhou-me tudo isso;
Estranhou-me as lições apreendidas nas coisas boas e não tão boas;
Estranhou-me aprender na felicidade e na tristeza;
Estranhou-me a gratidão por tudo;
Estranhou-me que nada vem por acaso;
Estranhou-me que tudo tem sua razão de ser e de existir;
Estranhou-me que toda atitude tem sua origem na coragem ou na falta dela;
Estranhou-me que toda atitude gera consequências; às vezes, irreversíveis;
Estranhou-me que somos responsáveis por quem cativamos;
Estranhou-me que nossos valores são bússolas que nos levam ao objetivo traçado;
Estranhou-me que a anti bússola é não enxergar o óbvio;
Estranhou-me, enfim, que tudo vale apena.
Élcio José Martins
Sua beleza é de tamanho enlevo
Seu aroma exala e me atrai
No meu coração você encontra aconchego
E daqui de dentro não sai.
TENHO
Tenho sede de paz,justiça e fé.
Tenho sede de amor, ternura
E aconchego.
Tenho sede de tudo que é sereno e lindo.
E acima de tudo tenho sede de DEUS
Pois ele é a água que alimenta a vida.
E por essa água eu sou capaz de tudo.
O meu silêncio
se faz brisa naquilo que
acolhe meus sentidos.
É quando sinto o aconchego de
mais um dia vencido.
Em plena paz e de
consciência tranquila...
Me sinto dona do meu
próprio abrigo.
Ando precisando tanto sossegar, achar um porto seguro e fazer dele me abrigo meu aconchego, acalmar nele meus medos encontrar minha alegria enfim de viver e de amar.
Preciso do seu aconchego, preciso acordar e te ver do meu lado, preciso saber que enquanto eu estiver lá na França alguém do Brasil numa cidadezinha vai estar me amando.
Sem Inspiração
Sem inspiração nenhuma,
Me aconchego no nada.
E em coisa alguma,
Busco o tudo que me falta.
Sem sentido no viver,
Sem rumo na caminhada,
Sem lugar para uma chegada,
Esperando o amanhecer.
Isento de culpa e de amor.
Falece a cada dia,
O pouco de alegria,
Que me distancia da dor.
Procuro a dor em cada canto.
Pois nela encontro inspiração,
Nela entendo razão,
De estar triste, e não calar meu pranto.
Se calado falo o que preciso,
Escreverei para complementar,
Morrerei para amenizar,
A dor de um dia ter nascido.
Ela amava poesias
E viajava nas letras que viam aos seus pensamentos
Buscando aconchego na ponta do lápis
Para re-escrever o muito da su'alma apaixonada
Nas entrelinhas do coração que poetizava além
Das estrelas do céu.
Naquele livro onde ela deixava um pouquinho de si mesma
Para contar aos demais o muito das suas vivências...
Na vida de outras vidas
Que lhes cercavam de alegria ao lerem
Um pedacinho de suas histórias dentro do seu mundo atual.
CAIXA DE FÓSFORO
Pobre deu que sou de calores
Fervor, cama, leito e aconchego
Fui me atear nesse mundo de dois vértices
Sem saber
Que pro meu fogo
Gente desse bioma
Se esquiva
Pobre de quem não é febril
Perde a fé e o brio
De se inflamar nesses meus braços
Sem saber
Que nessa caixa de fósforo
Nem espirro
Eu posso dar
