Entenda como Quiser So Nao me Julgue

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Ser feliz é tão simples, mas tão simples, que todo mundo esqueceu como é.

Então te amo de novo, infinitamente, quase sem ar. E depois isso passa. Depois te esqueço. Como já esqueci tantas vezes.

⁠Mas, como muitos pensavam sempre que viam a figura graciosa pairando no ar, era preciso um grande herói e um terrível vilão para fazer tudo acontecer. E o nome dela era Malévola.

Meu sonho é que a leitura seja como um virus: contagioso.

Que as boas notícias cheguem mais e mais como resposta a oração, e que a paz transborde de maneira tal que contagie quem me cerca.

Para uma vida perfeita
É preciso se ter
Uma amiga especial
Especial como você!
Essa é pra vocês: jé, elis e thais!

A forma como você se apresenta do lado de fora reflete como você se sente por dentro.

Percebe a loucura ? É como se ninguém pudesse me amar e ponto, de tanto colarem o adesivo de 'trouxa' na minha testa, qualquer carinho me parece suspeito. Percebe a tortura ? Fico oscilando entre confiar e desconfiar, querendo viver uma história leve e sempre me afundando nas minhas neuroses e cicatrizes. E homem nenhum aguenta isso, homem nenhum percorre meu labirinto até o fim.

Miguel: Eu te tratei como se fosse meu irmão.
Dexter: Eu matei meu irmão!

Você pegou minha mão
Você me mostrou como
Você me prometeu que ficaria por perto
Aham
Tá certo...
Eu absorvi suas palavras
E eu acreditei
Em tudo que você me disse
É, aham
Tá certo...

Se alguém dissesse daqui a três anos
Que você iria embora
Eu apagaria todos eles com um soco
Porque eles estariam errados
Eu sei melhor que eles
Porque você disse "para sempre"
"E sempre"
Quem diria...

Lembra-se quando nós éramos tão bobos
E tão convencidos e tão, tão legais
Oh não
Não não
Eu queria poder te tocar de novo
Eu queria poder ainda te chamar de amigo
Eu daria qualquer coisa

Quando alguém disse "Seja agradecido
Por aqueles que já não estão por perto"
Eu acho que eu não sabia como mesmo
Eu estava totalmente errada
Eles sabiam melhor que eu
Ainda sim você disse "para sempre"
"E sempre"
Quem diria

Yeah yeah
Eu te manterei trancado em minha mente
Até nós nos encontrarmos novamente
Até nós...
Até nós nos encontrarmos novamente
E eu não te esquecerei, meu amigo
O que aconteceu?

Se alguém dissesse há três anos atrás
Que você iria embora
Eu me levantaria e socaria todos eles
Porque eles estariam enganados
Aquele último beijo
Que eu apreciarei
Até nós nos encontrarmos novamente
E o tempo torna tudo mais difícil
Eu queria poder me lembrar
Mas eu mantenho sua memória
Você me visita em meus sonhos
Meu querido,
Quem diria

Meu querido, meu querido
Quem diria
Meu querido, sinto sua falta
Meu querido
Quem diria

Quem diria...

pink
Pink, Who Knew

como quero seu carinho, como penso em ti, anoiteco e amanheco pensando em vc, pensando em como seria bom te-lo ao meu lado,nao todos os dias, so de vez em quando pois assim, a saudade nos faria ainda melhores amantes.

A vida é como um muro: ou você é forte, ou você desaba.

Ainda me espanto com a arte das pessoas trocarem de "amor" como quem troca de roupa, mas enfim. Cada um com o seu dom.

Lá na infância
Qualquer pessoa que já tenha se separado e tenha filhos sabe como a gente se preocupa com a reação deles e procura amenizar qualquer estrago provocado por essa desestruturação. É preciso munir-se de muito respeito, delicadeza e amor para que essa ruptura seja bem assimilada e não produza traumas e inseguranças.

Muito do que somos hoje, do que sofremos e do que superamos, tem a ver com aquele lugar chamado "infância", que nem sempre é um paraíso. Por mais que tenhamos brincado e recebido afeto, é lá na infância que começamos a nos formar e a nos deformar através de medos, dúvidas, sensações de abandono e, principalmente, através da busca de identidade.

Por tudo isso, estou até agora encantada com a leitura de Marcas de Nascença, fenomenal livro da canadense Nancy Huston e que deixo como dica antes de sair de férias. O livro é narrado por quatro crianças de uma mesma família, em épocas diferentes, todas quando tinham seis anos: primeiro, um garotinho totalmente presunçoso, morador da Califórnia, em 2004. Depois, o relato do pai dele, quando este também tinha seis anos, em 1982. A seguir, a avó, em 1962, e por fim a bisavó, em 1944. Ou seja, é um romance genealogicamente invertido, começando logo após o 11 de Setembro e terminando durante a Segunda Guerra Mundial, mas é também um romance psicanalítico, e é aí que se torna genial: relata com bom humor e sem sentimentalismo todo o caldeirão de emoções da infância, mostrando como nossas feridas infantis seguem abertas a longo prazo, como as fendas familiares determinam nossos futuros ódios e preconceitos e como somos "construídos" a partir das nossas dores e das nossas ilusões. Mas tudo isso numa narrativa sem ranço, absolutamente cativante, diria até alegre, mesmo diante dessas pequenas tragédias íntimas.
A autora é bastante conhecida fora do Brasil e ela própria, aos seis anos, foi abandonada pela mãe, o que explica muito do seu fascínio sobre as marcas que a infância nos impõe vida afora. É incrível como ela consegue traduzir os pensamentos infantis (que muitas vezes são adultos demais para a idade dos personagens, mas tudo bem), demonstrando que toda criança é uma observadora perspicaz do universo e que não despreza nada do que capta: toda informação e todo sentimento será transformado em traço de personalidade.

Comecei falando de separação, que é o fantasma familiar mais comum, mas há diversas outras questões que são consideradas "linhas de falha" pela autora e que são transmitidas de geração para geração. Permissividade demais gerando criaturinhas manipuladoras, mudanças constantes de endereço e de cidade provocando um desenraizamento perturbador, o testemunho constante de brigas entre pessoas que se dizem amar, promessas não-cumpridas, pais que trabalham excessivamente, a religião despertando culpas, a política induzindo a discordâncias e exílios, até mesmo uma boneca muito desejada que nunca chegou às nossas mãos: tudo o que nos aconteceu na infância ou o que não nos aconteceu acaba deixando marcas para sempre. Fazer o quê? Em vez de tentar escapar de certas lembranças, o melhor é mergulhar nelas e voltar à tona com menos desespero e mais sabedoria. Todos temos nossas dores de estimação. O que nos diferencia uns dos outros é a capacidade de conviver amigavelmente com elas.

Fala-me anjo de luz! é glorioso
À minha vista na janela à noite
Como divino alado mensageiro
Ao ebrioso olhar dos frouxos olhos
Do homem, que se ajoelha para vê-lo,
Quando resvala em preciosas nuvens,
Ou navega no seio do ar da noite.

As vezes nomeamos de confuso o que temos medo de aceitar como verdades...

Em vez de deixar sua existência passar como um tronco boiando num rio e de permitir que a correnteza leve você para onde ela quiser, ouse, questione-se, busque seus objetivos e surpreenda-se!

(Trecho do livro O que realmente importa?)

Você esquece a sua vida após um tempo. Coisas que lhe são queridas são como um colar de pérolas. Corte-o e elas se espalham pelo chão, indo para cantos escuros, não sendo mais encontradas. Então você segue em frente. E um dia acaba esquecendo como as pérolas eram.

98,7% da população é babaca e 1,3% são como Albert Einstein.

O amor...

O amor é como uma ponte que atravessa a alma e invade o meu silêncio.
É gratificante poder amar de verdade, estar de bem com a vida e sem cumplicidade poder dizer eu amo você.