Entenda como Quiser So Nao me Julgue
Assim como no calor a água passa do seu estado liquido para o gasoso, as lágrimas são a manifestação daquilo que muitas vezes nem sabemos nomear.
Amor em primeiro lugar, seja como amigo, seja como namorado, seja como cônjuge, seja na religião, seja em qualquer situação, somente com esse sentimento nobre poderemos sermos verdadeiramente felizes.
Respire!
Respire a leveza da brisa.
Respire fundo.
Chegue a sua alma.
Deixa-a leve, como plumas.
Voa em pensamentos
Respire!
Inspire felicidade.
Inspire sonhos...
inspire e respire!
Se faça leve, como pena que voa ao vento.
Abre a sua paz.
Tente ser grande e você será pequeno, reconheça-se como pequeno e você será grande, as grandes obras sempre surgiram da simplicidade.
“Como dói te amar, vê os dias se passando e eu aqui sem notar, apenas sentindo um vazio, faz tempo que falo com você e dor me consumindo, você se foi e deixou as lembranças, sinto sua falta, quero você mais sei que não posso voltar atrás agora tendo que olhar pra frente mais dói demais, te esquecer é praticamente impossível tudo me lembra você uma música, um olhar ,um sorriso, uma apelido simplesmente TUDO. E vou aqui tentando te esquecer quando tudo que eu mas quero e te amar. ”
Meu coração,
cabe todos os poetas!
Eles são leves como plumas.
Doce como nuvem de algodão...
E perfumados como flores.
Meu coração cabe todos os poetas....
por que eles sabem nos beijar, como beija-flores.
Sabe o lugar certo de em nossa vida entrar.
Nos acarinhar.
Nos alertar.
Nos chamar a uma reflexão.
Mas logo vai embora...
deixando-nos com a força de uma decisão.
Com as palavras coloridos que deixaram em nós...
para pintarmos a nossa vida em aquarela.
Meu coração cabe todos os poetas... e eu!
Como um espelho, refleti vendo a noite iluminada
Conversei com o silêncio
Tão bela é a chuva que desce do céu, se perdendo entre ruas e calçadas
Tão leve é o vento, que nem faz barulho, como o silêncio desse pensamento
E as pessoas que ali passam, passam sem ver que cada momento na vida, pode ser muito mais do que uma simples caminhada
A música vem como chuva,como o sussurro do vento que traz a saudade de tempos bons,ela me refaz,tudo que respinga em mim é música,até a pausa que faço entre o abrir e fechar de olhos.
e assim como o amor era eterno hje o odio eh, como uma camiseta virada ao avesso, uma baby look ou uma extra G, proporcional ao tamanho, amor e odio, sentimentos contrarios, mas sentimentos de mesmas proporções, andam juntos, como o bem e o mal, a diferença eh qe uma gota de amor enche um oceano de alegria e uma gota de odio faz um diluvio sem fim
Acalme...
Quando é, brota, acontece...
é como semente em flor,
com o vento voa,
longe ou perto
as vezes até desaparece,
mas então cresce
finca raiz
toma conta do espaço
que era vazio
faz sombra
não assombra,
forra de vida,
floresce
cresce,
domando
amando
mudando
tudo ao redor.
Grande Coração
Meu coração,
cabe todos os poetas!
Eles são leves como plumas.
Doce como nuvem de algodão…
E perfumados como flores.
Meu coração cabe todos os poetas….
por que eles sabem nos beijar, como beija-flores.
Sabe o lugar certo de em nossa vida entrar.
Nos acarinhar.
Nos alertar.
Nos chamar a uma reflexão.
Mas logo vai embora…
deixando-nos com a força de uma decisão.
Com as palavras coloridos que deixaram em nós…
para pintarmos a nossa vida em aquarela.
Meu coração cabe todos os poetas… e eu!
Amor é um cão do inferno, como diz o velho Bukowski. Que te morde, persegue, mija em seu sofá, estraga seu tênis favorito, deixa fedendo sua casa. Mas ele é só um cãozinho imperativo, não é de todo mal. Ele pode ser doce, deitar junto de você no chão, numa tarde quente demais para seu corpo, e te fazer companhia. Uma companhia sincera, que só cães sabem. Pode lamber seu rosto quando você acabara de chegar frustrado do trabalho. Amor, dentre todo o mal, faz um bem danado. Um bem que só o amor pode fazer.
Foi bom, em alguns momentos, como a vida em si. Altos e baixos. Picos. Polos. Sempre oscilando, decaindo, revigorando. Desde a chega, a invasão, a posse, o desleixo, a revolução, o paralelo, o imaginário. Agora, a partida.
Ela está sempre à beira de dizer o nome dele. Mas recua no último segundo, como um animal selvagem, com medo. É quase como um medo mutuo. Eu sempre, em qualquer palavra, assunto, circunstância, estou à beira de dizer sobre ele. Sinto em minha língua o gosto aterrorizante do nome dele, brincando, perversamente, dentro da minha boca, sentindo-se dono. Em conversas, eu posso sentir que ele está presente, quase entrando no recinto e flutuando junto das palavras despejadas pela boca. É como se ele, escutando a conversa como um intruso, estivesse atrás da porta. Uma presença estranhamente perto, perpetua. E lateja aonde quer que eu esteja.
É como se cada frase, implorasse para que o nome dele fosse implantado, fundido ao sentindo, mesmo ficando sem sentido.
