Entao me diz Alguma coisa
Se algum dia me vires na rua, por mais infeliz que esteja, diz-me "Olá" . Eu terei todo o gosto em sorrir para um novo amigo .
Considerações sobre Ele e eu.
Ele diz me conhecer muito bem,
Eu contrario dizendo ser ele um estranho.
Ele acha que me domina,
Eu tento convencê-lo de que o controlo.
Ele recita ser minha maior alegria,
Eu quero saber o motivo de tantas lágrimas.
Eu protesto porque ele é a coisa mais irracional do mundo,
Ele calmo responde que é a minha melhor contradição.
Eu pergunto a ele como se chega aos céus,
Ele parece fazer deboche alegando ter a chave da casa de Deus.
Eu tento explicar como minha vida seria melhor sem ele,
Ele mostra que ficar sem ele seria resignar a própria existência.
Jesus morreu aos 72 anos e não criou nenhuma religião, e o que diz um post no Diário de S.paulo,cometem!?
Jesus morreu aos 72 anos e não criou nenhuma religião, e o que diz um post no Diário de S.paulo,cometem!?
No post anterior, abordamos a teoria que Jesus não morreu na cruz, embora tenha sido crucificado. Há duas correntes entre os que defendem essa versão da história. A primeira é a de que Ele viveu num mosteiro dos essênios em Monte Carmelo até os 72 anos de idade, quando ocorreu sua transição para outro plano. A outra vertente diz que ele se retirou para a Caxemira, na Índia, onde também viveu até o fim de sua vida. Na primeira versão, não há menções a que ele tivesse constituído família, como existe na segunda versão e foi até mencionado por internautas. A alegação de que o filho de Deus tenha casado e constituído família é outra idéia que, ainda hoje, choca alguns. Mas vale insistir, como defendem os que acreditam na morte muito tempo depois da cruz, que o fato de Ele não ter perecido na ocasião não diminui em nada a importância do trabalho feito por Ele em prol da humanidade e o brilho de uma personalidade excepcional, mesmo entre os grandes mestres e iniciados.
Vale lembrar, também, que não foi Jesus quem criou as religiões cristãs, como a católica. Embora Jesus tenha preparado seus discípulos para continuar propagando suas palavras, ele não defendeu a existência de uma religião, no sentido de se estabelecer uma instituição com dirigentes, deveres, dogmas etc. Tudo isso foi criado depois, o que poderia fazer com que se "ajustassem" os fatos. E muitas coisas envolvendo a vida do Mestre foram estabelecidas muito tempo depois.
Aliás, não só Jesus como os outros três grandes Mestres - Moisés, Buda e Maomé -, cujas palavras e vidas inspiraram o surgimento de religiões, também não defenderam a criação de uma nova religião. Os homens se encarregaram disso.
O tempo apaga as lembranças...
As palavras que você diz...
O destino te guia
E a vida ensina o que precisar...
Faça o que é certo,
pra não se arrepender...
Ou mesmo erre,
pra começar tudo outra vez...
Ame as pessoas,
como se não existisse maldade...
Entregue o coração,
como se nunca tivesse sofrido...
Sonhe, como se nunca tivesse se decepcionado...
Sorria, como se não conhecesse a tristeza...
Viva, como se não soubesse,
Que amanhã tudo vai ser esquecido...
PTI de Vista...
É só púrpura!?
Diz, assim, eufórica...
Viu? Tô virando purpurina!
Obs.: Tenho uma querida amiga que fala que não vai morrer, vai é virar purpurina!; PTI é a abreviação de Púrpura Trombocitopênica Imunológica/Idiopática, uma doença que se caracteriza por manchas na pele (púrpura), devido queda na contagem de plaquetas (células que ajudam na coagulação).
Apenas espinhos
Certo dia não existirá mais flores, apenas espinhos. Você diz : não vou me preocupar, logo os espinhos desaparecem e as flores brotarão mais uma vez no meu jardim. É tudo ilusão, os seres humanos se tornam uma catástrofe a partir do momento que acham que podem conseguir tudo o que perdeu de volta. O que se foi não volta mais, e se você semeou cem espinhos e nenhuma flor, nunca brotará um bom fruto. Não ache que machucando hoje as pessoas e sem dar qualquer demonstração mínima de carinho um dia conseguirá algo a mais que pena delas. Pena por você nunca ter amadurecido o bastante pra fazer brotar uma linda flor mesmo com todos os espinhos que ela carrega. Existem muitos espinhos, e também muitas flores. Não é nada fácil construir só flores, mas mais difícil ainda é só cultivar espinhos.
Amor...
Me diz, o que devo fazer com essa dor!
Se mesmo com todo esse amor, carrego o amargor...
Amargor de devidir o seu sabor.
Amor ao seu lado tudo é esplendor...
Esse amor possuidor, mas que é uma flor.
Em teus braços tudo fica colorido, o mundo é mais bonito.
Me da o seu amor, me faz sua única flor.
Me arranca essa dor e fica aqui sempre meu amor.
Você diz que o nosso amor é impossível ..
Que eu tenho que te esquecer..
Levar a vida como uma garota qualquer ..
Mais você não entende como é grande o meu amor por você.
Eu sei que você também me quer
Mais você me evita e se entrega a solidão ..
Mais eu estou aqui
Para curar sua tristeza , e te compensar de toda a dor já sofrida .
Então vem
Vem meu amor
Vem me ver
Vem me ter
Eu quero ser só sua e de mais ninguém ..
Você sabe que EU TE AMO
E que faria loucuras pra te ter comigo agora.
Mais essa maldita distância ..
Não nos deixa ser feliz ..
Mais eu não perto as esperanças ..
De te ter aqui
Nem que seja por um instante .
Diz o poeta que o “tempo é a maior riqueza de que o homem pode dispor ao longo de toda a sua vida”, portanto, há que se pensar que, todo ser que possui existência física e material, na sempre árdua tentativa de celebrar com eficiência e plenitude a possibilidade finita e condicionada de existir que lhe é conferida a partir do momento do seu nascimento ou concepção, deve, em algum momento, num exercício auto-reflexivo, delinear os aspectos que possa considerar como sendo aqueles os de maior importância enquanto indivíduo, ou seja, a lógica ou dinâmica funcional a partir da qual pretende reproduzir o seu modo de vida e, tendo definido esses aspectos, planejá-los de modo que as perdas temporais ocorram de maneiras irrisórias, diminutas.
O binômio do curto e longo prazos, inerente à qualquer espécie de análise reflexiva que se pretenda ensejar sobre o assunto tempo é, sem dúvida, aquilo que define e torna as escolhas e decisões de nossas vidas difíceis. Fossemos todos nós imortais ou mesmo o tempo passível de retroação, o peso de nossas escolhas equivocadas poderiam recair sobre nosso futuro de maneira menos destrutiva, já que teríamos sempre como voltar atrás em relação às nossas atitudes e optar por seguir novos caminhos. Contudo, a nossa finitude biológica e o caráter irrevogável do tempo exigem a definição correta do que pretendemos ser, fazer, enquanto vivos.
O desejo aparentemente irresponsável pela celebração irrestrita do presente parece irromper e destruir a figura imaginada do amanhã seguro, assim como algumas expectativas e premissas avarentas e absurdas acerca do futuro podem depreciar sensivelmente a qualidade das experiências e aspirações às quais, eventualmente, podemos ser expostos no presente; grosso modo, parece convencer a máxima de que tudo o que for bastante será triste, pois do exercício excessivo das virtudes criar-se-á o indesejado vício.
Difícil se torna sempre decidir, porque a paixão humana nem sempre é instrumento óptico confiável, mas irresoluto, já que o mundo e a vida giram a partir do eixo das incertezas temporais e existenciais, o que faz com que a realidade muitas vezes admita um caráter confuso e distorcido. Num mundo de concepções puramente capitalistas, mais do que nunca, existem aqueles que não titubeiam ao se entregar aos mais diversos prazeres do consumo fomentado pelo bombardeio das mídias, desprovidos de qualquer preocupação em relação ao que há-de vir, o que se contrapõe ao comportamento rígido e à “disciplina espartana” ou “puritana” daqueles que fecham à apreciação de alguns valores com autocontrole e zelo excessivos, o que pode, com o passar dos anos, simplesmente consistir em frustração e arrependimento pela falta de explendor do que não se sentiu.
É coerente dizer que aquele que suplanta o seu próprio hoje, não está incutindo de enormes garantias o seu amanhã; contrariamente, o submete a elevado risco. Porque a vida não obedece simplesmente à razão de nossas necessidades e metas, trata-se de uma complexa função matemática com milhares de variáveis atuantes em níveis distintos.
Deve-se entender que “rico não é o ser que coleciona e que se pesa um amontoado de moedas, nem o tolo devasso que estende suas mãos e braços em terras largas, as quais não consegue, sequer, abraçar. Rico é o ser que aprendeu piedoso e humilde a conviver com o tempo, entendendo a vertente do seu curso”.
A consciência sobre a passagem do tempo pesa e, por isso, numa ação contra a loucura, o homem deve, de tempos em tempos, aliviar suas tensões e o cansaço em relação ao mundo, sem que, para isso, abandone ou deseje abolir por completo a consciência da chegada do futuro numa espécie de obtusão interminável. É fato que aquele que se entrega de maneira exorbitante e impensada aos costumes da despoupança, cria condições de insustentabilidade do seu próprio modo de vida pela escassez dos recursos em outrora não auferidos e não garante o seu futuro e nem seu presente, ou seja, despotencializa sua subsistência até mesmo na esfera do curto prazo (portanto, seria sábio supor essa equivocada rotina autofágica como sendo de deleitação do hoje, posto que, quando se entrega aos devaneios, também o corpo perde, se desfaz?). Um dia a conta chega. Nobre o começo, amargo o fim.
Tempo é tempo e dinheiro é dinheiro, nada mais do que isso. Não há tempo que se consiga comprar ou poupar, fazendo estoques.
Pautado em escolhas inteligentes o Homem deve direcionar a sua vida no sentido de buscar o equilíbrio entre as suas necessidades de poupança e de utilização, satisfação, vislumbrando um alcance maior de tempo, da vida. Para isto, não deve se desesperar, fazer grandes alardes, morrer de preocupações, pois quando mais nos aproximamos das formalidades excessivas e imperdoáveis, mais nos distanciamos daquilo pelo que realmente pede a alma – o espelho que reflete quem realmente somos! - a qual se vê sorrindo, se do esquecimento do tempo, das horas, quando em companhia de quem amamos, no lazer, no exercício de nossas paixões etc. Celebremos a vida e o amor. Na hora certa, esqueçamos os compromissos. A imortalidade não nos fora conferida. É mister paciência na tentativa de encontrar o ponto de equilíbrio da vida, chegando a um gradiente adequado de quantidade e grau de nossas inalienáveis aspirações. Vivamos um dia, a cada dia. “Quem souber com acerto a medida de vagar ou de espera que se deve pôr nas coisas, não corre nunca o risco, ao buscar por elas, de defrontar-se com o que não há. Só a justa medida do tempo dá a justa natureza das coisas”.
Revelação
Fala ao meu ouvido.
Diz-me, o que o meu corpo quer sentir.
Vem do teu jeito mais atrevida.
E faz o meu corpo de prazer sorrir.
Beija-me com prazer.
Acaricia meu ego.
Ressuscita este ser,
Que de amor por ti vive cego.
Vamos nos entregar ao amor.
Esquessamos do mundo lá fora.
Vem, vamos nos amar, com todo esplendor
Mas, vem logo não demora.
Eu te desejo com loucura.
Eu quero me entregar, eu quero te amar.
A todo instante a toda hora.
O meu corpo pelo teu reclama.
Não posso resistir aos meus pensamentos.
Eu quero saciar esta sede,
Que me alucina a todo momento.
E meu corpo implorando te pede.
A maciez desta pele morena,
O gosto da tua boca
Deixa de biquinho, não faz cena.
Vem viver esta paixão louca.
Olha para mim.
Com este olhar de moleca sapeca.
E me diz que estar afim.
Que já não pode dizer não.
DEZ
Acho imposivel quando alguem diz que é impossíel esquecer alguém.
Confessando que eu não esqueci, afinal, niguém esqueçe um amor.
Mas um dia o amor acaba.
Eu realmente não sinto mais abstinencia desse amor.
Consigo respirar se ter você como motivo principal motivo da minha sobrevivência.
Consigo pensar em você sem dor e tenho certeza que conseguirei seguir em frente sem culpa alguma.
Quero uma boa sorte nesse meu caminho,
nessa minha nova escolha.
Eu espero que você fique bem.
pois a unica dor e culpa que eu poderia sentir era te ver sofrer.
Vamos seguir nossas vidas, não se esqueça de mim,
apenas tranforme esse amor em boas lembranças.
Diz a nossa constituição federal que somos todos iguais perante a lei:
Mas o povo só se iguala aos políticos quando sentam no vazo sanitários e fazem o mesmo que eles.
Você pode morar do outro lado do mundo , mas isso não importa !
Você diz que tem inveja de quem está ao meu lado , de quem pode me tocar e ver , que é ruim termos uma a outra apenas pela tecnologia.
Mas eu te afirmo , prefiro te ter assim do que deixar a nossa amizade ter como destino o esquecimento- o que acontece com a grande maioria dos que eu vejo todos os dias .Enquanto com você , eu continuo te amando a todo segundo não só virtualmente mas com o maior sentimento do mundo : o amor!
09/02/2010_________________________16:23
Dizem que se pode amar mais de uma vez, quem diz isso é porque não conhece o amor verdadeiro, pessoas confundem amor com paixão, amor é somente uma vez na vida, paixão são sentimentos momentâneos que nos fazem por certos momentos pensar que é amor, mais não , é um sentimento iludido que a qualquer momento pode acabar, amor não é pra vida toda, e raro, é verdadeiro, não é capaz de trair, sé se quer o bem da pessoa amada e nunca o mal, se for pra ser feliz com outra pessoa que não seja você o amor deixa, porque o maior bem de um amante é ver a pessoa amada feliz. Amor não pode ser encontrado em qualquer esquina, nem em qualquer coração, a vida te ensina coisas basta você saber colher, cuidar e assim essa sementinha vai brotar o maior e mais raro sentimento que é o amor!
Mentis para si mesmo
Quando diz que se importa
Com as pessoas
Sabes que só se preocupa
Com si mesmo
Mentis quando choras
Por alguém que se foi
E diz que sentirás tua falta
Se quando presente
Com ela nunca se preocupou
Mentis quando diz que
Pode dar muito carinho
Se gostas apenas de você
Mentis quando diz que
Me ama
Pois é muito egoísta
Para dar amor à alguém
Mentis sempre
Mentis para si mesmo.
A sociedade que se diz contemporânea tem ainda engatinhando sua contemporaneidade; no entanto, parece surgir no horizonte das mentes abertas um futuro promissor, no qual todos poderemos gritar para o mundo que, entre o conjunto "tradições - rituais - convenções ditadas" e os diversos prazeres a nosso alcance que a vida nos pode proporcionar, optamos pela segunda alternativa. Finalmente.
