Ensino
A ignorância do ensino de Jesus expõe muitos cristãos à tentação. Devemos orar por proteção, força e sabedoria para resistir a cada ataque do diabo.
Na vida, procure estudar diversos assuntos, procure o ensino de diversos conhecimentos, mas acima de tudo, procure aprender um pouco pelo menos.
A desinformação didática influência muito os métodos de ensino, afinal é esta parte em que afloramos nossa criatividade e reforçamos o nosso compromisso com a arte do ensino.
Temos que desenvolver nossas próprias metodologias de ensino e não ficar adeptos somente aos grandes pensadores, afinal em cada escola temos uma realidade diferente da outra.
Certa vez um professor me falou que o último ano do ensino médio é para você ser mais maduro e deixar de fantasias. Mas para mim, que sou uma aprendiz de escritora, a fantasia anda lado a lado comigo, nos livros que leio e nas palavras que escrevo.
Na época das cavernas o jovem que negligênciava o ensino dentro dela, perdia a vida fora dela. Hoje o desafio é não permitir a morte do conhecimento dentro da escola, onde a particularidade do saber as vezes, baseia-se na convicção da ignorância, na incultura da individualidade.
"A desenvoltura no ensino nasce quando o professor dança entre a tradição e a inovação, conectando o antigo ao coração do aprendiz."
O que ensino não é para glória pessoal, mas sim, para que meus discípulos possam sobreviver do perigo e enfrentar com honra as provações da vida.
O que ensino lhe protegerá e guiará por toda escalada. Mas saiba que o topo da montanha é um lugar vazio.
A autonomia é um dos princípios didáticos do Ensino a Distância, onde o discente é o maior responsável pela aprendizagem.
Paulo Freire [*] já falava que um dos pilares do ensino é autonomia, independente de ser no ensino presencial ou a distância.
Contudo, esta autonomia deve ser primordial pois através dela o discente deve compreender e discernir as informações, organizar seu pensamento e a estrtura do seu processo de aprendizagem.
Muitos falam que a característica principal discente deve ser “autodidatismo”. Porém são características diferentes, pois enquanto o autoditada tem a capacidade de buscar o conhecimento e ensinar a si mesmo, o autônomo vai além disso devendo atuar de forma responsável e disciplinada de acordo com a metodologia de ensino oferecida.
Por esta razão faz-se necessário que as “regras do jogo” estabelecidas pela equipe pedagógica e docentes estejam claras e objetivas, intervindo, mediando e zelando para que os objetivos de ensino sejam alcançados.
[*] FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996
A motivação pode ser um fator de destaque no processo de ensino aprendizagem inclusive na modalidade a distância. Mas, vamos supor que o aluno receba como “missão” fazer um curso a distância sobre confeitaria. Ele pode não gostar desta área de atuação, mas é missão e deve ser realizada. Independente de estar motivado ou não, o aluno precisa ser autônomo na construção do conhecimento. Contudo, estando motivado, obviamente, a missão será melhor cumprida.
O uso da linguagem dialógica no EaD amplia o potencial do ensino-aprendizagem não utilizado normalmente no processo tradicional que é mais focado na quantidade de conteúdo ministrado.
É preciso pensar na aplicação da tecnologia como um recurso facilitador do processo ensino-aprendizagem de forma que a liberdade do conhecimento e criatividade fluam com naturalidade e não alienados na triplicidade de demandas extraclasse (para professores e alunos), o que pode gerar desinteresse ou inconsciência da sua necessidade nesta nossa Era tecnológica.
É desafiador para o docente que o seu olhar no ensino de português para militares estrangeiros esteja no reconhecimento quanto ao ensino de português não como língua materna, mas como segunda língua para um público já formado profissionalmente e, principalmente com valores e cultura fortemente enraizados.
A comunicação profissional e pessoal cotidiana é a finalidade do ensino de português para estrangeiros. Portanto, torna-se necessária a ambientação linguística em todo o contexto social do indivíduo.
Aprender um segundo idioma para os militares estrangeiros revelou ser um desafio, onde o ensino de história acompanhado da linguística mediou o processo de aprendizagem dentro de um panorama sócio-histórico, através de contextualizações em aula além da classe.
O ensino da língua pressupõe o conhecimento da realidade linguística dos alunos em função da heterogeneidade linguística a partir do meio social em que vivem.
