Encontro Inesperado
Meu amor por você é eterno, alimentado pela ternura de seu olhar.
A cada gesto seu, encontro inspiração para ser melhor.
Ensina-me, mãe, a arte de amar incondicionalmente.
Feliz dia das mães.
Difícil é viver longe dos teus olhos, pois, quando te tenho distante de mim nem sequer encontro tempo para pensar em outra coisa, por seres a base dos meus reflexos humanos.
"Livrai-me de tudo aquilo que é vazio de amor, que não vá ao encontro dos belos princípios. Forneça-me uma vida com amparo, sonhos com lutas e grandes vitórias. E que antes do fim, eu possa me deixar sorrir."
-Aline Lopes
"Vou ao encontro do que é certo, do que me desconcerta, me faz ir atrás. Sou do tipo que não perco o juízo, mas também que não perde uma bela tentativa de conquistar."
-Aline Lopes
Encontro de corações
Mario Quintana dizia que temos duas pernas para andar,
duas mãos para segurar,
dois olhos para ver,
dois ouvidos para ouvir…
mas apenas um coração.
É que o outro foi dado a alguém,
para que um dia nos encontrasse.
E então… eu encontrei você.
Valdecir Val Neves
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Dois colares, metade cada um,
como nós, inteiros no encontro,
partidos apenas para caber
nessa dança de encaixes e sonhos.
Cada curva, uma promessa;
cada contorno, um segredo.
O metal guarda o calor das mãos,
mas é no peito que o coração vive.
Quando juntos, não são só pingentes,
são mapas de um mesmo destino,
traçados em linhas invisíveis
que só o amor sabe seguir.
E, se um dia a distância vier,
que os colares sejam a ponte,
lembrando que o coração completo
sempre pulsa em nós, mesmo distante.
"Em um encontro de forças letais, da lei contra o crime, a ênfase exagerada no requisito da modicidade da defesa restringe indevidamente o uso deste instrumento de realização do direito."
Palácio de Queluz: Um Encontro de Descolonização
No quadro "Palácio de Queluz", proponho uma inversão simbólica da história: e se os povos indígenas brasileiros atravessassem o Atlântico, invadissem Portugal e reivindicassem o que lhes foi tirado?
Recrie o Palácio de Queluz como palco de uma devolução imaginária. Não se trata apenas de revanche, mas de justiça histórica, em que as riquezas extraídas das terras indígenas voltam às suas origens. A recente repatriação do manto tupinambá da Dinamarca, após mais de 300 anos, inspira essa reflexão. Esse símbolo sagrado ecoa a luta dos povos indígenas por memória e pertencimento.
Vocês podem considerar esse pensamento utópico, mas, se o trouxermos para os dias atuais, veremos que a colonização persiste em novas formas. À medida que as big techs continuam a colonizar nossos territórios, explorando dados e lucros sem retribuir de forma justa às comunidades afetadas, temos uma nova versão da exploração que repete as dinâmicas coloniais do passado.
Minha busca aqui não é apenas despertar a imaginação, mas também provocar uma inquietação política. Essa inversão desafia as narrativas de poder, expõe as feridas da incursão portuguesa e provoca a pergunta: o que significa devolver o que foi tomado?
Assino esta obra como um gesto artístico e político, para repensarmos os lugares que ocupamos no passado e os que podemos recriar no futuro.
Prefiro ter a reputação do gadareno, sendo verdadeiramente liberto após um encontro com Jesus, do que a de Nicodemos, que conhecia muito sobre a Torá, mas não reconheceu o seu autor, estando cara a cara.
Flores eu deixei
Ah! destino meu...
Leva-me de encontro a minha amada
Para que eu veja a beleza de tua face
E me alegre de corpo, alma e coração.
Quão linda flor é a minha pequenina!!!
O seu perfume é a essência viva
Que envolve toda a minh’alma...
A vista dos meus olhos
As cores que reluzem os teus reflexos
Fundem-se na linha do horizonte,
Mesclando os teus cabelos
Ao dourado por do sol...
Eu me vejo correndo ao teu encontro
Neste findo tempo melancólico
Que se esvai ao último faixo de tua luz,
Desterrando em teus braços
A sombria e devasta solidão.
E nos caminhos que andei
Muitas flores eu deixe...
Pra que perfume a minha vida
A única flor que eu desejei.
Edney Valentim Araújo
Alva das manhãs
No brilho cintilante dos teus olhos
Eu encontro os meus sonhos de menino
Que aprendeu o que é ser feliz.
Tu és o encanto da minh’alma
Adornada de amores
E Acolhida em meu coração...
As flores que te cercam
Não lhe roubam meu encanto,
Só você floreia os meus pensamentos.
Que nos invejem as estrelas no infinito,
No brilho deste amor que se renova a cada dia
Onde há mais luz de que a alva das manhãs.
Edney Valentim Araújo
Meu coração
Tenho encontro outras formas de te amar
Nos meus findos dias sem você...
Na beleza incandescente das estrelas
Eu vejo do brilho intenso do teu olhar,
E na flagrância do perfume das flores
Sinto o aroma deleitoso do teu corpo.
Eu, que tanto desejei-te em meus caminhos
E tão distante a vejo seguir a tua estrada,
Só o amor por ti permaneceu em mim...
Sem você, os meus dias são como nevoa,
Que levados pelo vento, se dissipam pelo ar.
Estão passando por passar...
Queria eu encontra um grande amor,
Mas todo amor quanto há é pequeno
Se você não está lá...
Que passe o tempo e os meus dias se vá
Se não forem eles pra dividi-los com você,
Meu coração nunca deixou de te amar.
Edney Valentim Araújo
Quem afirma que encontrou um novo amor nunca amou de verdade...
O verdadeiro amor é um encontro para a eternidade que se renova em novidade a cada dia.
O amor não envelhece e nem se cansa, tem começo e não tem fim.
Edney Valentim Araújo
1994 / 2019
Encanto
Onde estão meus pensamentos
Que me deixam tão sozinhos?
Sempre vão ao teu encontro.
O brilho dos teus olhos
Iluminou meu coração
E me ensinou a te amar.
Agora, não me sai do coração
A menininha dos teus olhos
Que me prende ao teu olhar..
Quem me pode resgatar
Da magia deste encanto?
Meu coração já não consegue te deixar.
A vida passa agora tão alheia a nós dois...
Mas a distância que divide nossos corpos
Em pensamento não nos pode separar
Edney Valentim Araújo
1994*********
