Encontro entre Amigos
Um dia o maior encontro e festival musical jovem do planeta será no Brasil, com uma vasta repercussão internacional de todas as tribos, de todos os artistas e todos os ritmos e gêneros próprio da diversidade mundial diante do maior santuário de vida do nosso planeta para o terceiro milênio. O "Amazon Life " - " Amazônia Vida ", e teremos o mundo todo unido em defesa da vida na amazônica brasileira.
Se eu vou beber a água do rio, por que estou com sede e chegando lá, encontro um diamante. Não devo vender barato por que nada me custou, devo vender pelo valor mais alto e separar dez por cento para saciar a sede dos que tem sede.
Quando encontro-me em uma condição que sinto a necessidade de abater alguém, é porque o indivíduo é superior a mim, nem sequer o combato, junto-me ao mesmo, o sucesso é coletivo.
Teu silêncio, tão meu silêncio, um encontro sem nenhum desencontro, desaparecendo na brisa, ao som do teu sorriso que aprecio calado, teu silêncio.
Energia é a carga emocional que tu consegues absorver e emanar em um encontro com uma pessoa ou um grupo. Energia é a matéria por onde nos conectamos. Algumas pessoas fazem leituras instantâneas da coleção de cargas emocionais que alguém apresenta através do comportamento e outras vão viver toda uma vida sem entender nada, pois nasceram pra repetir ciclos, não para compreender padrões. Toda existência é única, rara e deve ser tratada de forma individual, importante lembrar disso para nunca deixar de sentir empatia por uma carga emocional boa. Todos somos energias boas e ruins.
No SENHOR, encontro o silêncio que sara
E a dulcíssima calma que me faz renascer!
Quando o meu mundo se torna um peso
E o coração começa a temer,
É no SENHOR que a minha alma repousa!
Pois Ele é o refúgio que destrói as mágoas
E faz a ansiedade perder a força!
Ser só não é sinônimo de tristeza.
Mas sim um tempo de encontro consigo mesmo.
A saudade de ter alguém para compartilhar alegrias existe, sim, mas o coração permanece em paz, firme em não deixar a solidão virar tristeza.
Estado da arte da liberdade
É no isolamento que encontro-me em liberdade
Sem obrigatoriedade
Sem necessidade de amor
De dinheiro
Isenta de curiosidade.
O meu estágio de eremita é o mais aprazível
Liberta-me das penúrias das associações
Desobriga-me do servilismo
Afasto-me das tragédias gregárias
Abasto-me da minha própria nobreza.
No afastamento, no retiro, na solidão,
Encontro-me no meu mais alto voo
E em nada me incomoda os olhos alheios
Que observam a minha ocultação no universo
Pois tenho, o privilégio de pertencer a mim mesma.
Os sábios sabem como ir ao seu encontro, e até onde podem chegar,os loucos querem apenas ir,e não importa a forma usada pra conquistar.E os tolos acredita que tudo não passa apenas de uma mera jogada de sorte,e que qualquer um pode ter.
Felicidade!
Onde está a poesia?
Eu a encontro
Na luz de um novo dia,
No cantar de um passarinho,
Na pétala de uma flor.
Na solidão
De uma casa vazia,
No mar... Na areia fria,
Num simples gesto de amor!...
( Maria do Socorro Domingos)
Enquanto os dias se passam diante de mim.
Enquanto a guerra se faz perante minha face, encontro-me nos últimos dias de convivência deste pobre lugar. Aquele parasita que havia em mim, Eu o fiz sair. Na escuridão da tempestade Existe o Mal, " E esse sou Eu"
Tua Chegada
Quando enternecida te encontro,
Vejo-a inteira na luz perpassada.
Acolho teu corpo de grão amadurecido,
Estendido sobre minha procura.
O tempo fez com que ressurgisses,
Recoberta com o brio reconstituído do sentir.
Desdobrei teus passos sobre minha espera.
E a memória acendeu-se em tua vinda.
Assim, misturei-me em tua sina.
Gravei na face, o raio anunciado em tua chegada.
Clamei, na profundeza do existir,
Para que teu tempo, no meu, fosse infindo.
Carlos Daniel Dojja
In Poemas para Versar
A Alquimia do Encontro: Raízes que Florescem no Silêncio das Estrelas
(por Diane Leite)
O tempo nos ensina que algumas histórias não são lineares. Elas não obedecem ao relógio, nem seguem a lógica previsível da vida. Algumas histórias são sementes lançadas ao acaso, brotando onde não deveriam, florescendo no impossível.
Jamile e eu fomos assim: duas raízes fincadas em solo árido, crescendo contra as previsões, sustentadas apenas pela força do que nos unia. No início, não havia teoria, não havia análise — só a intuição de que, de alguma forma, éramos feitas da mesma matéria invisível.
Mas o tempo passou. E hoje, olhando para trás, vejo o que não sabia nomear naquela época. O que nos uniu não foi apenas a amizade — foi a alquimia silenciosa que transforma dor em cura, que tece laços onde o mundo só vê desencontros.
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1. O Encontro Antes da Consciência
A maternidade nos reuniu. Mas não da forma convencional, onde se romantiza o milagre da vida. Nos reconhecemos no não dito, na exaustão, na solidão de sermos mães fora do roteiro esperado.
Jamile, com sua filha Bia — a menina que desafiou diagnósticos e estatísticas, que existia com a ousadia de quem ignora limites. Eu, com meu filho superdotado, que carregava uma mente à frente do tempo, mas sentia o peso de um mundo que não sabia acolher sua diferença.
Nós nunca dissemos "está tudo bem". Porque não estava. Mas havia algo maior entre nós: a liberdade de não precisar fingir.
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2. Entre o Silêncio e o Abraço: O Que Só o Tempo Revela
Na época, eu não entendia a profundidade do que vivíamos. Só sabia que, quando Jamile sorria, algo em mim respirava aliviado. Que, quando Bia ria, mesmo sem entender tudo ao seu redor, ela me ensinava que felicidade não precisa de autorização.
Hoje, sei que a nossa amizade era mais do que um encontro de afinidades. Era um espelho. Winnicott chamaria de objeto transicional — aquilo que nos permite existir entre o desespero e a esperança. Mas, para nós, era só um café compartilhado em meio ao caos, um olhar que dizia: "Eu vejo você".
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3. Quando a Vida Ensina o Que os Livros Não Contam
Prosperidade nunca foi sobre dinheiro para nós. Era sobre rituais pequenos: dividir o silêncio sem precisar preencher o vazio com palavras. Sobre saber que podíamos reclamar, chorar, dizer que estávamos cansadas, sem medo de sermos julgadas.
Bia, com seus 20 anos e o desejo de um namorado, nos ensinava algo que nenhum manual de psicologia poderia: a vida não pede permissão para existir. Ela amava, queria ser amada, ria com a mesma intensidade com que desafiava a medicina.
Na época, eu via isso como um milagre. Hoje, entendo que era muito mais: era a materialização do que Freud chamaria de pulsão de vida. Era a prova de que a existência não se resume a estatísticas, mas ao desejo inquebrável de viver.
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4. Opostos que Dançam: Eu, Nuvem. Ela, Chão.
Eu, a sonhadora. A nuvem sem direção, movida pelo vento da curiosidade infinita. Jamile, o chão. A mulher prática, que transformava sonhos em planos concretos.
No início, eu achava que éramos opostas. Mas o tempo me mostrou que éramos complementares. Jung falaria sobre animus e anima — a fusão entre o impulso e a estrutura, entre o voo e a raiz.
Ela me ensinou a construir pontes onde eu via abismos. Eu a lembrava de que até as pontes precisam de espaços vazios para existir.
E nessa dança dos opostos, descobrimos que coragem não é a ausência do medo. Coragem é a arte de caminhar com ele.
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5. O Futuro que Já Nasceu Dentro de Nós
Hoje, Jamile criou três filhas em um mundo que ainda hesita em aceitar o diferente. Eu sigo voando, mas agora sei que até os pássaros precisam de um lugar para pousar.
E Bia?
Bia continua rindo.
Bia continua amando.
Bia continua desafiando o destino, provando que algumas almas não seguem regras. Elas simplesmente existem.
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Epílogo: Para Jamile, Minha Irmã de Alma
Se eu pudesse voltar no tempo e falar com a mulher que éramos há 20 anos, eu diria:
Resiliência não é virtude. É verbo.
Amor não é posse. É ato revolucionário.
Prosperidade não está em números. Está no som das risadas de Bia, ecoando além do tempo que lhe foi roubado.
Porque agora eu sei.
Não foram 20 anos de amizade.
Foram 20 anos de constelação.
Duas estrelas que se encontraram no caos cósmico e decidiram iluminar juntas a escuridão.
Porque algumas histórias não cabem em diagnósticos.
Elas simplesmente acontecem.
E isso já é toda a teoria que precisamos.
Nuvens Invisíveis,Com Pontos Luminosos.
Com o encontro de muita poeira distinta,e minúsculas origens.
Prevalecendo no universo.
Com uma grande influência cósmica,que ele tem.
Nuvens invisíveis com pontos luminosos,foram criadas.
Para que pudessem revelar milhares de luzes.
No seguir dos anos-luz.
Pontos luminosos,brilhariam como se fosse apenas uma única e fortíssima luz.
Na ilusão que ofusca o universo,em grandes distâncias seria assim.
E outros milhares na mesma ilusão que está no universo,seriam visíveis separadamente,por um instante de distração.
Nuvens com minúsculas origens.
Criadas em um forte calor,e no silêncio escuro.
Com a espera que espreita o universo.
Em anos-luz,até a próxima criação.
De nuvens invisíveis, iluminadas com milhares de feições.
Nuvens gigantes com certas formas.
Sutilmente em um universo.
Com poeiras distintas,em um vazio que é repleto de afeto.
Pontos luminosos,guiam.
E brilham com outros.
E dentro das galáxias,cada luz é uma declaração.
Milhares de vidas brilhantes.
Nas nuvens invisíveis gigantes e iluminadas.
Em lugares diferentes do mesmo universo,pontos luminosos são criados.
Nos anos-luz,que rodeia cada nuvem,luzes desfrutam de bons momentos.
Milhares de luzes,com outros brilhos fazem um harmonioso lumiar.
E nessa harmonia,há brilhos antigos.
Que no percorrer do tempo,ainda brilham de um jeito bonito.
Pequenos brilhos,gigantes,e delicados.
Iludem algo do tempo.
E por mais anos-luz,outras nuvens invisíveis são vistas.
Com milhares de pontos luminosos,afastados entre uma gravidade e outra.
Radiando muitas sensações.
Com olhares diversos,veem cada beleza em brilhos parecidos.
No início com poeira,gentilezas e minúsculas origens.
Nuvens invisíveis,voam em um universo mágico.
Iluminadas por luzes do passado,do presente,e do futuro.
Em seus voos cósmicos,muitos pontos luminosos,farão mais do que brilhar.
Serão levados para asterismos da eternidade.
Quando você deixa o oceano do Espírito Santo, para ir ao encontro da isca de Satanás, estará sujeito a morte e jamais conhecerá as profundezas de Deus.
E naquela estrada eu passava sempre esperando ir ter o encontro contigo. Por ali via a natureza pela janela do meu carro, tanta beleza! Outras vezes parava, saía, respirava o ar ou simplesmente tirava uma foto. Naquele caminho eu achei e também perdi você.
