Encontro entre Amigos
Se não fosse pelos entreveros da lida, eu e você já teríamos resolvido esta peleia entre nós já a muito tempo, te amo minha flor do campo.
A verdade está além das palavras. É o silêncio entre as estrelas, onde as palavras cessam, e a consciência se expande.
Título: A Abelha e a Borboleta
Num colorido jardim, onde o sol dançava entre as pétalas das flores, viviam uma abelha chamada Zuzu e uma borboleta chamada Bella. Zuzu era conhecida por sua diligência incansável, enquanto Bella era famosa por sua graça e beleza.
Um dia, enquanto trabalhava diligentemente coletando néctar, Zuzu viu Bella flutuando graciosamente de flor em flor, sem uma preocupação no mundo.
"Invejo sua liberdade, Bella", disse Zuzu com um suspiro. "Enquanto eu trabalho duro, você desfruta das delícias do jardim sem um único pensamento para o futuro."
Bella sorriu suavemente para Zuzu e respondeu: "Cada um de nós tem seu próprio papel neste jardim, querida amiga. Enquanto você trabalha para manter nosso lar próspero, eu ajudo a espalhar a beleza das flores."
Zuzu refletiu sobre as palavras sábias de Bella enquanto continuava seu trabalho árduo. Com o passar do tempo, ela percebeu que a harmonia do jardim dependia tanto de sua diligência quanto da leveza de Bella.
E assim, Zuzu e Bella aprenderam que cada criatura tem seu propósito único no mundo, e é a combinação de seus esforços que torna o jardim verdadeiramente magnífico.
Moral da história: Cada um de nós tem um papel importante a desempenhar na sociedade, e é através da cooperação e do respeito mútuo que podemos alcançar a verdadeira grandeza.
Duelo da vida e a morte
Na arena da existência, o duelo se travou,
Entre a vida e a morte, o destino se desenhou.
A vida, com sua chama ardente e pulsante,
Enfrenta a morte, imponente e constante.
A vida dança com cores e risos no ar,
Enquanto a morte tece mistérios a desvendar.
Um duelo eterno, onde cada segundo é precioso,
E o mistério da vida se revela tão grandioso.
A morte sussurra em cada sombra da noite,
Enquanto a vida brilha em cada raio de sol que açoite.
Um duelo de opostos, de finitude e eternidade,
Onde a vida e a morte tecem nossa realidade.
Mas no coração humano, o duelo se entrelaça,
E na jornada vivida, cada um encontra sua graça.
Pois na dualidade da existência, encontramos a verdade,
Que é na dança entre vida e morte que vive a nossa humanidade.
Meu coração duela com a morte
Meu coração duelando com a morte, um embate sem fim,
Entre a pulsação da vida e o mistério do além, enfim.
A cada batida, uma dança entre existência e eternidade,
Onde a finitude se entrelaça com a busca pela verdade.
A morte sussurra em cada sombra da noite silente,
Enquanto meu coração clama por vida incessante.
Um duelo de opostos, de despedida e renascimento,
Onde a esperança tece laços em meio ao sofrimento.
A cada suspiro, o eco da mortalidade me recorda,
Que a vida é efêmera, mas sua essência ressoa.
Meu coração anseia por viver em plenitude e amor,
Enquanto a morte aguarda pacientemente seu labor.
Mas no duelo entre meu coração e a morte iminente,
Encontro força para abraçar cada momento presente.
Pois é na consciência da finitude que encontro valor,
E na dualidade da vida e morte, descubro o verdadeiro fulgor.
"O ponto de vista aos olhos dos Deuses são apenas a distância entre uma superfície e outra, já para os homens uma grande guerra."
Na fugacidade dos dias, compreendi que a vida é um equilíbrio delicado entre a pressa do tempo e a sabedoria de viver cada momento com cautela; pois um único erro pode roubar décadas de nossa jornada.
VESTIDO DE PRIMAVERA
Dormes no gramado
E por entre as folhas do jardim,
Rosas alaranjadas
Se entrelaçam
Formando esse vestido de primavera
Que te cobres o corpo nu
Abraçado pela manhã
Em que um violinista
Te acorda
Com os acordes
Florais
De uma valsa
Que te faz sair dançando
E espalhando pelo jardim
De Vivaldi,
O perfume de notas
Do teu vestido de orquestra.
Antônio Gonçalves
"A autenticidade é a ponte direta entre a felicidade que sentimos e aquela que compartilhamos com o mundo"
Falar de como empreender é fácil
Difícil é você ser a
Dona, funcionária entre tantos deveres que é você e você real trabalhando.
Um sonho e realidade de muitas mulheres empreendedoras.
O caminhão da lágrima, longo e sinuoso,
Entre as raízes, até o tocar do rosto, ansioso.
Nessa jornada, ele se torna um rio encantado,
Levando consigo pensamentos, antes fracos, ao passado.
Ganhos de dor caem, como folhas no tempo,
Na estação da solidão, num inverno sem alento.
Tudo parece seco no meu interior inerte,
Mas faz-me pensar que logo o caminho da lágrima se perde.
Em cada gota derramada, um eco profundo,
Dos sentimentos mais íntimos, do mundo.
E na jornada desse caminhão, uma esperança se insinua,
De que a chuva das lágrimas, um dia, trará a vida nua.
Há dias em que as camadas da vida se formam,
Entre elas, amor e ódio, se entrelaçam e transformam.
Camadas de força e dor, suavidade e labor,
Luz e escuridão se alternam, em constante fervor.
Entre elas, a calma e a tranquilidade têm lugar,
Mas também grandes estresses e furor a transitar.
E o que escreve essa saga são as camadas do acerto,
E aquelas dos erros, que moldam nosso percurso incerto.
Tudo isso que contam as palavras são pensamentos que vao dentro de mim.
Ribeiro
Eu sou um ribeiro que corre sem parar
Buscando o oceano onde você está
Mas entre nós há montanhas e vales
Que me impedem de te alcançar
Eu sinto a sua falta a cada instante
O seu sorriso, o seu olhar
A sua voz que me acalma
O seu abraço que me faz sonhar
Eu não desisto da esperança
De um dia te reencontrar
Mesmo que leve anos, décadas ou a vida toda
Eu vou sempre te esperar
Você é o meu destino, a minha razão
A minha fonte de inspiração
Você é o meu amor, a minha saudade
A minha eterna paixão
Tempo ao Tempo.
Talvez.
Entre o sim e o não reside o talvez, tendo como cúmplices a dúvida e a postergação.
A decisão consciente resolve a questão.
Parece simples...talvez...
Aniversário
Num suave sopro o tempo flui,
entre os dias que se passam,
dedos e mãos se entrelaçam,
seu sol, girassol,
ilumina a estrada,
tece laços, trilha a jornada,
celebra o presente aniversário,
na batida do coração,
como doce melodia,
canta e dança a vida,
a poesia.
