Encontro entre Amigos

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"Entre notas, palavras e cores, sou quem transforma silêncio em sentido, e momentos em eternidade."

A vida é ponte entre medo e ação,
decidir é cruzar sem pedir aprovação.
Empoderamento não nasce do grito,
nasce do silêncio que sustenta o rito.

Há lembranças que não vão embora.


Elas ficam na música,
na rua,
no silêncio entre uma mensagem e outra.


Algumas ausências ocupam mais espaço
do que muitas presenças.


Mas a vida continua.


O rio segue seu curso,
o vento atravessa as estações,
e o tempo não pede permissão.


Talvez a coragem não esteja em esquecer.


Talvez esteja em seguir em frente,
carregando as memórias
sem permitir que elas carreguem você.






Lucci Santz

O Direito de Respirar


Cansei de morar entre ruídos que não escolhi
e entre tempestades que nunca nasceram em mim.


Meu sonho tem paredes simples,
uma janela aberta para o céu,
livros espalhados,
o cheiro de café,
música preenchendo os cômodos
e a certeza de que,
quando a noite chegar,
estaremos protegidas.


Alguns sonham com riqueza.


Eu sonho com tranquilidade.


Porque há batalhas
que só terminam
quando encontramos
um lugar que finalmente
podemos chamar de lar.


Percebi, com o tempo,
que a paz mora
onde a alma
pode respirar.

Entre elas, o amor não pediu licença para existir. Apenas floresceu. Porque quando duas almas se reconhecem, o coração não pergunta gênero, apenas aprende uma nova forma de sorrir.

Observe nos detalhes e não no conteúdo das pessoas e saberá em quem confiar. Entre as coisas maravilhosas que Deus nos deu, está a percepção de perceber o que passa ao nosso redor e de saber conhecer as intenções das pessoas que convivem com a gente.

"Entre uma infelicidade e outra, percebemos que o mais importante a se pedir a Deus, além de saúde, é sabedoria, pois apenas inteligência não basta."

Entre fantasias e realidade,
o coração guarda mistérios,
que somente a alma sabe.

Disse o sábio:


Na minha concepção e experiência de vida, cheguei à conclusão que entre os indivíduos, é mais difícil nascer que morrer. Pois para a vida, é preciso a já existência de dois seres que deverão se encontrar pela providência do Destino. Deverão se relacionar. E várias são as fases intra-uterinas da forja de um nascituro. Dadas essas complexidades, a probabilidade de sua existência é dificílima. Tendo então conseguido nascer, não há nada que possa impedir as inúmeras mais chances de seu passamento, por diversificadas formas. E aqui está exatamente o ponto nevrálgico: a facilidade de morrer um indivíduo! Ora, está dito: "ao homem está ordenado morrer uma só vez, vindo após isso, O JUÍZO". É preciso que cada um entenda a gravidade desse juízo e o que ele representa! Pois o que está em jogo, é a ETERNIDADE. Uma decisão de uma vida constantemente voltada à teimosia, na recusa em acreditar na continuidade da vida pós Morte etc... É uma decisão que poderá culminar numa eternidade de indizível sofrimento. Então, é preciso se fazer uma profunda reflexão e, com ela, chegar-se ao arrependimento sincero, a fim de se ter a Alma definitivamente libertada e livrada, da condenação eterna do INFERNO.


Às 09:37 in 13.08.2026
―Fábio Silva

Continuar

Há um tipo de cansaço que não aparece nos olhos. Ele mora entre uma tragada e outra, entre o café frio e a louça esquecida na pia. É o cansaço de quem acorda todos os dias e percebe que o mundo continua exigindo o mesmo espetáculo de entusiasmo, quando por dentro só restou o silêncio.

A morte deixa de ser um monstro. Torna-se apenas uma vizinha discreta. Você sabe que ela existe. Ela sabe que você existe. Mas nenhum dos dois bate à porta.

O problema nunca foi morrer.

O problema sempre foi continuar.

Continuar pagando contas. Continuar respondendo "está tudo bem" para pessoas que não esperam uma resposta verdadeira. Continuar alimentando relógios, calendários e compromissos enquanto alguma parte de você resolveu abandonar o navio há muito tempo.

É curioso como a sobrevivência deixa de ser um instinto e passa a ser uma disciplina. Respirar vira uma decisão. Levantar da cama vira uma pequena rebelião contra o vazio. O coração bate sem pedir licença, como um velho motor teimoso que se recusa a desligar, mesmo depois de percorrer estradas demais.

Há quem chame isso de esperança.

Eu não.

Esperança é um luxo. O que sobra é insistência. Uma insistência quase vulgar. Um cigarro aceso, um gato dormindo no sofá, o gosto amargo do uísque barato, uma música tocando baixo enquanto a madrugada faz o que sempre fez: lembrar que ninguém escapa de si mesmo.

Talvez a luta nunca termine da forma que imaginamos. Talvez ela apenas fique mais leve em alguns dias e mais pesada em outros. Talvez o segredo não seja vencer, mas atravessar.

Porque existe uma estranha dignidade em permanecer de pé quando já não há aplausos, quando ninguém percebe o esforço gigantesco necessário para simplesmente colocar um pé diante do outro.

No fim, a coragem raramente grita.

Ela apenas respira.

E, por mais absurdo que pareça, às vezes isso basta para sobreviver a mais uma noite.

Vocês que estão lendo isso entre um gole e outro, permitam que um velho bêbado lhes roube alguns minutos.
Existe um tipo de despedida que não faz barulho. Ela não bate a porta, não deixa carta sobre a mesa nem leva as malas. Apenas vai ficando menor dentro de vocês, até que um dia percebem que já não riem da mesma forma, já não sonham com a mesma violência, já não amam com a mesma imprudência.
É assim que a vida vence.
Não matando. Domesticando.
A pior tragédia não é envelhecer. É tornar-se aceitável. É aprender a engolir a própria revolta para caber na sala, no casamento, no emprego, na fotografia de família. Aos poucos vocês deixam de ser tempestade e aceitam o papel de previsão do tempo.
Depois culpam os anos.
Mas foram vocês que assinaram cada rendição.
Olhem em volta deste bar. Cada mesa abriga alguém negociando consigo mesmo. Uns afogam arrependimentos no uísque. Outros escondem a solidão atrás de gargalhadas altas demais. Há quem chame isso de viver. Eu chamo de esperar a conta.
E ela sempre chega.
Quando chegar a de vocês, espero que não descubram tarde demais que passaram décadas preservando uma versão confortável de si mesmos, enquanto aquela pessoa perigosa, apaixonada e imperfeita morreu de fome em algum canto da alma.
Bebam, se quiserem.
Amem, se tiverem coragem.
Errem quantas vezes forem necessárias.
Mas nunca entreguem ao tempo aquilo que só vocês poderiam destruir. Porque o tempo leva apenas o corpo.
O resto... somos nós que abandonamos pelo caminho.

“Há noites em que o coração conversa com a lua porque já não encontra linguagem entre os homens.”

— Juliana Hoffmann Liska

“Há uma diferença entre estar sozinho e habitar a própria solidão. A primeira dói; a segunda pode ensinar.”

— Juliana Hoffmann Liska

Você se foi,
Deixando a distância entre nós dois

Entre a Queda e Deus

Quantas vezes pedimos a Deus que nos livre do pecado, enquanto nossos próprios passos continuam procurando os mesmos caminhos?
Pedimos força, mas alimentamos as fraquezas. Pedimos que Ele nos afaste daquilo que nos destrói, mas permanecemos próximos demais daquilo que sabemos que pode nos fazer cair.
Talvez essa seja uma das maiores contradições do ser humano: queremos que Deus mude aquilo que nós mesmos não fazemos esforço para mudar.
Há vícios que não moram apenas nos nossos hábitos. Estão impregnados na pele, escondidos nos pensamentos, acomodados nos desejos e, muitas vezes, profundamente enraizados na alma. Tornam-se tão familiares que começamos a tratá-los como parte de quem somos. Dizemos: “Eu sou assim. Não consigo mudar.”
Mas será que não conseguimos ou simplesmente nos acostumamos a não tentar?
É mais fácil pedir um milagre do que enfrentar a disciplina da mudança.
É mais confortável pedir que Deus retire as pedras do caminho do que aprender a olhar onde colocamos os pés.
E quando caímos novamente, olhamos para o céu e perguntamos: “Deus, por que não me ajudou?”
Talvez Ele tenha ajudado.
Talvez tenha colocado diante de nós a consciência, o discernimento, os sinais e até aquela pequena voz interior dizendo: “Não vá por aí novamente.”
Mas ainda assim fomos.
Deus pode mostrar a porta, mas existem portas que somente nossas mãos podem decidir atravessar.
A fé não deveria servir para retirar de nós a responsabilidade pelas escolhas. Pelo contrário: talvez a verdadeira fé comece justamente quando compreendemos que pedir ajuda a Deus também exige disposição para ajudar a nós mesmos.
Não somos perfeitos.
Caímos.
Erramos.
Repetimos erros que juramos nunca mais cometer.
E talvez o problema não esteja simplesmente em cair, porque a queda também pertence à fragilidade humana. O verdadeiro perigo está em transformar o chão em morada.
Uma queda pode nos humilhar ou nos ensinar.
Pode nos enfraquecer ou nos tornar mais conscientes.
Pode ser apenas mais um erro repetido ou o instante em que finalmente olhamos para dentro e perguntamos: “O que existe em mim que continua me trazendo até aqui?”
É preciso coragem para vigiar os próprios pensamentos.
Coragem para reconhecer nossos desejos antes que se transformem em atitudes.
Coragem para admitir que nem toda culpa pertence ao mundo, às circunstâncias ou a Deus.
Há batalhas que acontecem dentro de nós.
E talvez sejam justamente as mais difíceis.
Por isso, quando cairmos, que não desperdicemos a queda.
Que ela nos ensine alguma coisa.
Que levantemos mais atentos, mais fortes, mais conscientes daquilo que somos e, principalmente, daquilo que ainda precisamos transformar.
E então, sim, olhemos para Deus.
Não apenas pedindo que Ele nos carregue para longe dos nossos erros, mas pedindo sabedoria para reconhecê-los, força para enfrentá-los e humildade para assumir nossas próprias escolhas.
Porque talvez Deus não esteja distante quando caímos.
Talvez sejamos nós que, algumas vezes, desviamos os olhos enquanto caminhamos.
E voltar para Deus pode começar com algo profundamente simples e profundamente difícil:
olhar para dentro de nós mesmos, reconhecer nossos passos e escolher, verdadeiramente, um caminho diferente.

Amores e a essência da escolha!
Há muitos tipos de amores
Mas, o mais profundo entre eles é o amor de Deus...
Ele amou o que criou a tal ponto que, ao ver sua criação se perder despiu-se de sua glória, amou o mundo de tal maneira que entregou seu unigênito (João 3:16)ele se fez homem e habitou entre nós, para resgatar os filhos se fez filho do homem, para salvar o homem, venceu todos os desejos dos homens, para aniquilar a dívida, como homem foi perfeito no propósito, resgatou o que havia se perdido, e agora que está consumado (João 3;18:19)
Provou que o seu amor por nós é maior do que o amor de uma mãe, ele disse: ainda que uma mãe não se compadeça do filho do seu próprio ventre
, eu todavia não me esquecerei de ti, tal grande foi o seu amor que seu sangue derramou, tão grande foi a escolha que fez...


Amor de Pai e mãe
O outro amor que conhecemos é o amor dos pais
Este é sangue do mesmo sangue, no entanto há quem abandone o seu próprio sangue e desonre sua própria prole, há também aqueles que mesmo ante as dificuldades tudo padece por amor aos filhos, tudo sofre, tudo espera, tudo suporta, pois sabe que ali estão aqueles que trouxe ao mundo e essa é a sua responsabilidade cuidar e amar eles, um amor que se doa, há quem dê a vida pelos filhos e há quem não dê a mínima para seus filhos!

Amor de homem e mulher
Este também é forte pois é chamado: osso do meu osso, carne da minha carne, por se tratar de tão grande intimidade entre o matrimônio, uma intimidade que apenas estes têm, não havendo outro igual no sentido da carne, sabemos que em espírito o amor de Deus supera todos os outros e na carne o matrimônio, no sangue os filhos.

Amor de filhos
Este amor é chamado de amor de sangue,
Laços sanguíneo, ou seja , um amor tão intenso que dura mais do que uma vida, segue de geração a geração, um amor que se entrega se simplesmente pelas lembranças da infância!

Amor de amigos
Há quem chegue a declarar que há amigos mais chegados do que os próprios irmãos, também foi dito que na dificuldade nasce um irmão, sendo assim, esse amor também não espera receber nada em troca, um amor também profundo demais para se falar, pois se tratando de laços, não há, sangue, nem os demais requisitos anteriores, deixando assim bem claro que o amor é uma escolha, que mesmo diante de circunstâncias ela não foge, não abandona, mas acolhe.

Conclusão:
O amor é uma escolha, o amor tudo suporta ,
O amor é mais forte do que a morte,
O amor é doloroso, mas tão sublime e profundo como o infinito
O amor é inexplicável para quem não o tem e nem o pode receber!

A DOR HUMANA TRANSITA ENTRE O TRAUMA DA PSIQUE (PSICOLOGIA), O ABSURDO DA EXISTÊNCIA (FILOSOFIA) E O MISTÉRIO DA CRUZ, A FÉ.

A diferença entre um culto evangélico e uma parada gay, é que na parada gay Jesus está se divertindo.

⁠o ser humano passa por muitas injustiças. Entre elas está a solidão.

Existem muitos sentimentos ruins. Entre os piores está o sentimento de culpa de uma mãe que não tem mais seu filho para pedir perdão por não ter sido a mãe que ele esperava.