Embora

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⁠O que
os bons ventos
trazem:
Tempestade nenhuma
pode levar
embora.

Eu não queria escrever sobre ir embora.
Nunca foi isso.

Eu queria escrever sobre quem fica.
Sobre a mão que não solta.
Sobre o homem que escolhe permanecer
mesmo quando a vida aperta,
mesmo quando o desejo muda de lugar,
mesmo quando o silêncio começa a falar.

Passei a vida inteira tentando entender
por que algumas pessoas são escolhidas
e outras precisam aprender a sobreviver
com a sensação de terem sido deixadas para trás.

Talvez por isso eu goste tanto do ficar.

Porque eu sei o que é esperar.
Sei o que é ouvir pouco
e sentir demais.
Sei o que é procurar no olhar do outro
a confirmação de que ainda sou desejada,
ainda sou importante,
ainda fui escolhida.

Eu queria o profundo.

Não esse quase.
Não esse vem e vai.
Não essa presença que acende o corpo
e depois se esconde na rotina.

Eu queria ficar sem precisar pedir.
Ser lembrada sem precisar desaparecer.
Ser procurada sem precisar duvidar.

Mas me deram o raso.

E eu, que sempre fui tão boa em nadar sozinha,
às vezes ainda me pego perguntando:

me ensina a ficar?

Ou, pelo menos,
fica comigo mais um pouco.

Antes que eu transforme
mais uma vez
a saudade em lugar para morar.

"Chega um momento em que a dor de ir embora fica menor do que a dor de permanecer sendo desrespeitado todos os dias."

Os olhos vão continuar sendo os mesmos. Os mesmos que viram ela ir embora.

“Assim como os pingos de chuva, embora pequenos e aparentemente frágeis, conseguem escavar uma rocha ao longo do tempo pela sua ação contínua, o ser humano pode alcançar grandes objetivos quando age com paciência, disciplina e perseverança, sem se deixar vencer pelo desânimo ou pela crença de que uma tarefa é difícil demais.”

Às vezes, a noite chega antes mesmo do sol ir embora.
Não porque o dia acabou…
mas porque a cabeça cansa.
E ali, deitado, o coração corre uma maratona que ninguém vê.
A mente fala demais, o peito aperta,
e o corpo só quer descansar, mas o sono não vem.
É nessa hora que o travesseiro vira confidente.
Ele escuta sem julgar,
absorve cada lágrima escondida,
cada pensamento que eu não tenho coragem de dizer em voz alta.
E eu falo com ele, como quem fala com um velho amigo.
Conto o que dói, o que assusta, o que eu não entendo.
Ele não responde,
mas, de algum jeito, parece compreender.
O que eu esqueço, às vezes, ou talvez não queira perceber, é que tem alguém que eu conheço,
alguém que realmente quer me ajudar.
Mas a ansiedade é traiçoeira:
ela me convence de que ninguém ficaria,
de que ninguém entenderia.
E, assim, eu abraço o travesseiro mais uma vez,
pedindo em silêncio pra mente se acalmar.
O que eu ainda estou aprendendo
é que existe gente que quer ajudar de verdade,mesmo quando eu não percebo.
Gente que não quer curar o que sinto,
só quer ficar do meu lado enquanto eu passo por isso.
Talvez um dia eu consiga olhar pra essa pessoa
com o mesmo carinho com que olho pro meu travesseiro.
E, quem sabe, finalmente entenda
que o amor também pode ser um abrigo.

Nunca atire pedras em Santo, ele não vai fazer nada além de ir embora.

A gratidão, embora inteiramente isenta de custos, permanece paradoxalmente entre as virtudes menos cultivadas pela sociedade.

Mesmo que um determinado professor ou professora tenha quatro diplomas, ou seja, embora possua pós-doutorado. É preciso humildade e paciência quando os estudantes pedirem orientação ou ajuda, pois todo professor de excelência já foi um "reles" estudante.

A vida não é como nos filmes. Embora, a vida inteira, todos conspirem para lhe dizer que é assim... seus pais, professores, pastores... todo mundo! Dizem que sonhos se realizam, o bem vence o mal e as pessoas vivem felizes para sempre! Toda essa bobagem! Até que um dia você acorda e percebe que a sua vida deveria ter sido diferente. No meio do caminho você se perdeu e, quando percebe, os anos se passaram, já é tarde demais! Corremos atrás de coisas e desperdiçamos as pessoas... a vida passa... a vida é gasta.

A pior parte de quando alguém se apega é a despedida, quando vai embora deixa um vazio que, mesmo tentando, nunca vai ser preenchido, porque mesmo sendo ela a ir embora, você sente que está traindo tanto ela quanto seu coração.

O dia se cala e o sol vai embora,
Guardando a promessa de um novo amanhã.
O céu de veludo se acende agora,
Com luzes de prata e mansidão manhã.
É hora de soltar a pressa e a dor,
Entregar o cansaço ao silêncio e à luz.
Pois a noite acolhe com todo o seu amor,
E em paz, com as estrelas, o sono conduz.

Que a sexta-feira termine sob os cuidados de Deus, levando embora toda preocupação e deixando apenas paz no coração. Que o fim de semana comece iluminado por Sua graça, trazendo descanso para a alma, renovação para as forças e momentos abençoados ao lado de quem faz a vida florescer. Que a esperança se fortaleça, a alegria permaneça e o amor seja a mais bela presença em cada novo amanhecer.

Que o amanhecer leve embora o cansaço e faça florescer, na alma, a delicadeza de um novo começo.

A VIDA NÃO AVISA QUANDO ESTÁ INDO EMBORA


Talvez uma das maiores ilusões do ser humano seja acreditar que o amanhã lhe pertence.


Acordamos, fazemos planos, marcamos compromissos, acumulamos coisas, perseguimos dinheiro, reconhecimento, status… e, silenciosamente, vamos deixando a vida para depois.


Depois eu ligo.


Depois eu visito.


Depois eu peço perdão.


Depois eu digo que amo.


Depois eu abraço.


Depois eu descanso.


Depois eu vivo.


Mas existe uma pergunta que quase ninguém gosta de fazer:


E se o “depois” nunca chegar?


A vida não envia um aviso dizendo:


"Este é o seu último abraço."


Não existe uma notificação dizendo:


"Aproveite esta conversa. Você nunca mais terá outra."


Não existe um relógio visível contando quanto tempo ainda temos com aqueles que amamos.


E talvez seja justamente essa ausência de aviso que nos faça desperdiçar aquilo que é mais precioso.


Vivemos como se tivéssemos infinitas oportunidades para corrigir o que quebramos.


Como se o orgulho pudesse esperar.


Como se o amor pudesse esperar.


Como se nossos pais fossem eternos.


Como se nossos filhos permanecessem pequenos para sempre.


Como se aquela pessoa que está ao nosso lado estivesse garantida no próximo capítulo.


Mas a verdade é silenciosa e implacável:


tudo aquilo que hoje chamamos de rotina, um dia poderá se tornar saudade.


A casa.


A voz.


O cheiro.


A mensagem.


A risada.


O abraço.


A presença.


E talvez, quando percebermos isso, descobriremos que passamos tempo demais tentando conquistar coisas que jamais conseguirão ocupar o lugar de uma pessoa que partiu.


Porque diante da morte, o dinheiro perde o brilho.


O orgulho perde a força.


As discussões perdem o sentido.


A necessidade de ter razão desaparece.


E aquilo que parecia tão urgente revela seu verdadeiro tamanho:


pequeno.


Muito pequeno.


No fim, quase nunca desejamos ter trabalhado mais.


Desejamos ter estado mais presentes.


Não pensamos nas discussões que vencemos.


Pensamos nas palavras que poderíamos ter dito.


Não lembramos dos objetos que compramos.


Lembramos das experiências que vivemos.


Não sentimos falta do tempo que passamos correndo atrás da vida.


Sentimos falta do tempo que não paramos para vivê-la.


Talvez esse seja um dos maiores despertares que alguém pode ter:


você não precisa esperar perder alguém para perceber o valor de tê-lo.


Não espere a ausência ensinar o valor da presença.


Não espere a saudade ensinar o valor do abraço.


Não espere o silêncio ensinar o valor da palavra.


Não espere o fim ensinar o valor do começo.


Se existe alguém que você ama, demonstre.


Se existe alguém que precisa do seu perdão, perdoe.


Se existe alguém a quem você precisa pedir perdão, procure.


Se existe um abraço que você está adiando, abrace.


Se existe um “eu te amo” preso dentro de você, diga.


Porque algumas palavras, quando adiadas demais, podem se transformar em arrependimento.


E algumas despedidas acontecem sem que ninguém saiba que eram despedidas.


A vida é estranha.


Passamos anos tentando conquistar o futuro e, quando ele finalmente chega, percebemos que aquilo que realmente possuíamos era apenas o presente.


Este instante.


Esta respiração.


Esta pessoa.


Este abraço.


Este dia.


Por isso, talvez viver não seja simplesmente acrescentar anos à existência.


Talvez viver seja acrescentar presença aos anos que recebemos.


Porque ninguém sabe quantos capítulos ainda existem.


Ninguém sabe quantas manhãs ainda verá.


Quantos natais.


Quantos aniversários.


Quantas conversas.


Quantos abraços.


Quantos “até amanhã”.


E é justamente por não sabermos que cada encontro deveria carregar um pouco mais de gratidão.


Cada abraço deveria durar um pouco mais.


Cada “eu te amo” deveria ser dito enquanto existe voz.


Cada perdão deveria acontecer enquanto existe tempo.


Não espere uma tragédia para descobrir o que realmente importa.


O despertar pode acontecer antes da perda.


Talvez a vida esteja tentando nos ensinar uma coisa simples, mas que passamos a existência inteira tentando compreender:


nós não temos o amanhã.


Temos apenas este momento.


E este momento já é um presente.


Então diminua a velocidade.


Olhe para quem está ao seu lado.


Ligue para quem você ama.


Perdoe o que puder.


Solte o que já não precisa carregar.


Abrace mais.


Ame mais.


Esteja mais presente.


Porque, no final, talvez a grande pergunta da vida não seja:


“Quanto eu consegui?”


Mas sim:


“Quanto eu amei enquanto estive aqui?”


E quando o último capítulo chegar porque um dia ele chegará que não seja necessário olhar para trás e desejar ter vivido aquilo que estava acontecendo diante dos seus olhos.


Que você tenha coragem de viver agora.


Enquanto existe voz.


Enquanto existe abraço.


Enquanto existe presença.


Enquanto existe tempo.


Porque a vida não é uma promessa de amanhã.


A vida é este sopro que acabou de passar por você.


E talvez a pergunta mais importante seja:


o que você vai fazer com o próximo sopro?

“Nem toda despedida acontece quando alguém vai embora; às vezes, acontece quando a confiança morre.”

O que identifica um cristão não é seu conhecimento nem sua eloquência, embora ambos sejam importantes, mas sim sua fidelidade a Deus.

⁠Embora os leigos não tenham um conhecimento bíblico profundo, isso não diminui seu valor aos olhos de Deus; o que Ele valoriza é a sinceridade e a honestidade.

A salvação não vem do ato de adorar a Deus ou do ato de praticar o bem ao próximo, embora ambos tenham seus benefícios; ela vem do ato de receber a graça divina em Jesus Cristo, sem nenhum mérito humano. A isto chamamos de fé.

📖 Mateus 22:37, 39; Efésios 2:8-10

"Embora nem todos os dias sejam fáceis, todas as jornadas oferecem oportunidades de aprendizado, crescimento e esperança. Tempos difíceis te fazem mais fortes, enquanto que nos dias tranquilos permitem você descansar e valorizar sua vitória Manter a fé, o auto-cuidado e a ajuda constante para superar as adversidades nos momentos difíceis. Lembre-se de que as crises fazem parte da vida, e focar no presente, manter uma atitude positiva e com gratidão nos permitem renovar as forças para seguir em frente."


—By Coelhinha